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Categoria - São Paulo do século XXI Sonha pra me fazer sonhar Autor(a): Luiz Carlos Gusman - Conheça esse autor
História publicada em 03/04/2008
Eu sonhei que tu estavas tão linda... Aliás, teria sido eu mesmo a sonhar? Difícil crer, pois dormir sob a magnificência do som da Sala São Paulo é certamente impossível. Então, se não era eu...
Ah, São, São Paulo, meu amor, conduzido pelas mãos do Chico, nascido pra te declamar, quem sonhou, mesmo, foi meu coração! Certamente um de teus mais importantes filhos, o saudoso Zerbini, realmente Doutor, se consultado profissionalmente, diria que coração sonhador é coisa de poetas, namorados, seresteiros, mas, se surpreendido num de seus momentos vagantes pela poesia, namorando ou serestando, esse teu romântico grande filho certamente pediria silêncio, em nome de seu próprio coração.
E estava mesmo tão bonita... Era tudo o que eu queria ver. Eu e toda a Sala São Paulo, que estremeceu aos primeiros acordes de uma Sinfônica Jovem que provou não ter idade a arte, mas sim eternidade. E os aplausos vieram em turbilhão, nem precisando o Chico pedir. E por falar em Chico...
O que foi o Chico, ontem? Um apresentador, mestre de cerimônia, primeiro regente? Nada! Chico foi um amante, a tornar pública sua paixão. Contrariando o lema da homenageada, o non ducor..., Chico se deixou conduzir. Os espectadores mais sensíveis até perceberam em suas palavras a obediência a um regular ritmo sinusal, na mais efetiva das provas de que quem as conduzia era mesmo seu paulistano coração. E por falar em paulistano...
Quando, ao apresentá-la, Chico retratou a vida da tao querida Claudya - carioca, criada em Minas, paulistana por opção - não estaria ele também se auto-retratando, eis que gaúcho, amineirado pela infância, mas apaulistanado pela paixão? Os mesmos sensíveis aí de cima nem precisam da resposta!
Ah, noite inesquecível. Não sei se lá fora o mesmo ainda acontecia, mas a tênue luz da Sala São Paulo, parecia reproduzir o anoitecer, aquele momento em que o Sol se põe, apresentando a noite. Hora em que os contra-regras, os Anjos de Deus, mudam o cenário. Hora em que, até mesmo antes da Lua, dando vida ao firmamento surge ela, a primeira estrela, a Dalva. E em meio ao esplendor de nosso imaginário anoitecer, no palco da Sala São Paulo, Peri Ribeiro desponta.
Provando ser São Paulo a tribo de todas as tribos, é mais um carioca que se fez paulistano que agora entra em cena. � Peri, obra prima de Herivelto Martins que, assim como Ave Maria no Morro e Praça Onze tornaram-se citações obrigatórias, indeléveis na História da MPB.
Com seu ar de bom moço, uma eterna juventude que lhe protege o rosto e uma voz que nos encanta a alma, ele fala, ri, conta, canta e nos afirma sambistas, a todos nós, paulistanos e paulistas, reconhecendo-nos pais adotivos da bossa-nova, co-responsáveis por sua boa formação.
E tinha mais: não sei se foi bem assim - até mesmo reconheço que não foi - mas bem que poderia ter sido desta forma a apresentação do furacão Jair Rodrigues: Agora, prepare o seu coração, pras coisas que ele vem cantar. Ele vem lá do sertão, onde já foi boi, se montou, cavalgou, cavalgou e se fez rei: rei do palco, rei da cena, rei da Alegria. Cessa tudo quando a antiga musa canta, pois um grande vendaval se alevanta e Jair adentra o palco e... deixe que digam, que pensem, que falem; ele quer é fazer seu povo feliz!
Se a noite já era de prazer, se ali já reinava a Alegria, imagine agora! De uma ponta à outra do palco, correndo, pulando, girando, ele traz à memória dos mais vividos o bicho-carpinteiro das duras, mas saudosas reprimendas. Jair não tem parada: é a configuração humana da Cidade homenageada. E canta...
A potência de sua voz, por si só já bastaria para preencher toda a Sala São Paulo de música, mas como essa noite tem que se tornar inesquecível, Jair se faz acompanhar de extraordinário e competente grupo musical. Bastante? Ainda não: Caio se comprometeu com a Felicidade e para isso não negaceia: mandou vir também o Branco e Preto, maravilhoso quinteto musical, que de suas cores vai extrair todas as outras e com elas fazer do palco um arco-íris. E Jair canta...
É hora de a surpresa também marcar presença. E vem para ser grata, agradável e por que não? Surpreendente. Uma surpreendente surpresa, revestida da mais bela beleza, a nos trazer a mais certa certeza de que o samba paulistano vive e também reina no meio da MPB. É hora do samba brasileiro, de uma face só, de uma cultura única, sem cor, fronteira ou raça. Samba como deve ser cantado.
Diva, deusa, rainha, seja qual for o epíteto que ela venha a conquistar, Fabí, Acima de Tudo Mulher, haverá de brilhar. Que pena não possuir a intimidade que o carinhoso diminutivo aplicado a seu nome pode sugerir. Se assim fosse, poderia reverenciá-la a cada momento e, se ela me permitisse, beijar-lhe as mãos, pois não é assim que se procede na presença de uma diva, deusa ou rainha? Elis, Maria Creuza e Clara Nunes - anjos-estrelas do coral de Deus - vêm se juntar a Alcione e a Beth Carvalho, fundindo vozes e estilos para nos premiar com Fabiana Cozza. Ah, fulgurante Fabiana, que bom que agora você resolveu sair dos círculos musicais mais “herméticos” e se popularizar. O Brasil já te agradece!
Poderia muito bem acabar aí a noite, tão singela e harmoniosamente construída pela Camila, pelo Renato, pela Solange e tantos outros incógnitos operários da arte, que sob o comando do Caio produziram uma das mais tocantes noitadas das artes paulistanas. No mais amplo dos sentidos! Mas qual!...
Ainda nos fariam ver brilhar no alto do céu da Sala São Paulo a deslumbrante Bruna Lombardi a derramar saudades sobre uma encantada platéia. Platéia esta onde divinos imortais dividiam por igual o espaço com seus adoradores. E eram tantos, que na falta de linhas peço licença para citar apenas um, cujo quilate dimensiona a importância da noite: Paulo Vanzolini, que, chamado ao palco, dividiu acalorados aplausos com Billy Blanco, outro anjo sagrado, também já há tempos adentrado na casa dos oitenta anos de idade, graças a Deus!
Não seria justo, por fim, não registrar no mesmo álbum da memória a Sinfônica Jovem, o Arte Viva, o Alex Cohen, este um devotado sacerdote da oração jovem, posta em melodia.
Mas o Mundo foi rodando e o tempo com ele caminhando. Hora de ir. Já se aproximavam as doze badaladas e para que não se quebrasse o encanto, antes que a carruagem voltasse a ser abóbora e eu despertasse deste sonho que quero sonhar pelo tempo que ainda vier a viver, braço dado à minha filha, Ali, me retirei. Vambora, vambora, que o Cometa não espera e se perco o das 12h30, só amanhã de manhã eu volto pra São João da Boa Vista, para onde me mudei.
E pra matar as saudades da Felicidade que juntos passamos, resolvi perpetrar esta ode, poesia, poema - tudo isso ou nada disso, sei lá. Enfim, esse texto monstrengo, sem métrica ou estilo, mas que leva tinta extraída da alma.

Sonhei que eu era um dia um trovador
e te cantava em �ria, prosa e verso.
Declarava aos quatro cantos meu Amor,
fazendo-me ouvir por todo o Universo.

Velhos tangos e canções então busquei;
Até samba fui aprender, pra te agradar.
Fui teu servo, e tu de mim fizeste rei;
amado amante � e eu buscava só te amar!

Nunca me pediste algo em paga
pelo tudo que me deste, vida afora.
Se te magôo, ainda vens e me afaga
e teu regaço me oferece a qualquer hora.

Agora, ainda por fim me põe pra cima
me faz página de um livro, todo seu;
um marco de tua História, obra-prima,
onde constar, meu texto nunca mereceu.

E a mim, prostrado, zonzo ante tanto Amor,
em mais um ato de tão vil lesa-cultura,
me arrogo o direito de, como “escritor”,
terminar como comecei esta aventura:
sonhando ser um dia um trovador,
para poder retribuir-te tanta ternura.

Desculpe-me, São Paulo, mas foi por Amor!

e-mail do autor: lcgusman@gmail.com E-mail: lcgusman@gmail.com
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Publicado em 29/06/2008 Resposta do Luiz:

Olá, Clésio Se porventura chegou por aí um e-mail fraturado, desconsidere-o. A culpa é do Google, que a partir de sua última inovação - o iGoogle - tem nos proporcionado sérios transtornos, chegando, por vezes, a não permitir a abertura de nossa caixa de e-mails. VAI PASSAR, COMO BEM, DIZ O SAMBA POPULAR. Amigo Clésio (permite?), à par da justificativa acima, devo acrescentar minhas desculpas pelo atraso na resposta de seu generoso e-mail. "N" afazeres me impedem de chegar às páginas do tão querido site São Paulo Minha Cidade com a constância que à minh'alma gratificaria. Nos meus bissextos textos, busco traduzir minhas saudades, compartilhar emoções, somar Felicidades. Acredito que num mal conduzido ajuntamento de palavras consigo me exprimir de forma a me fazer entender. Por vezes, comentários generosos me levam a crer que o objetivo se fez alcançado e isso me alegra, satisfaz. Neste caso, ao procurar retratar as emoções vividas na brilhante noite a nós oferecida pela secretaria da Cultura da Prefeitura de nossa querida São Paulo, como de costume, tentei compartilhar alegria, emoção, Felicidade. Li, reli, treli, até julgar estar pronto o texto para ser editado. Tinha tudo o que meus limites permitiam. E assim ele ficou exposto, por vários dias, até que... Muito obrigado, Clésio, por seu encarte, que ao invés de estar localizado na área disposta aos comentários, deveria estar mesmo é agregado ao texto, completando-o, então, na parte que minhas limitações sempre deixaram a desejar: AGORA ELE TINHA BRILHO! Aceite, portanto, minha gratidão, que lhe envio em dupla dose: por sua generosidade e pela parceria. Um forte abraço. Luiz.
Enviado por Clesio de Luca - clesiodeluca@yahoo.com.br
Publicado em 15/04/2008 Desculpe-me Gusman deter-me inserido em seu texto e dele não ter feito nenhuma menção. Parabéns pelo seu registro, para mim foi impecável.Clesio Enviado por Clesio de Luca - clesiodeluca@yahoo.com.br
Publicado em 13/04/2008 Bom dia. Desde 02/04/08 não tenho sido mais o mesmo.Algo me fez despertar, ransformar.
Confesso também não ter ficado muito satisfeito. Queria mais, muito mais como pessoa.Embora tenha sido difícil como todo começo de boas obras.Parece espantoso, me tornei um escritor, sonho acalentado e suprido com as historias que contei no spmc e outras mais antigas, discretas.
Durante a apresentação, circulei durante o coquetel no meio de tanta gente; queria encontrar meus colegas e amigos "escritores".Não conseguia me aquietar. Estava como todos eufórico e companhia de minha esposa Márcia, que bondosamente me acompanhou nessa viagem.Agia no dia como um jovem estreante a adentrar o mundo dos espetáculos, do teatro, do palco, lugar de de talentosos artistas.
Foram três historinhas somente e dois comentários que a produção escolheu. Trataram com toda a discrição, virtude que esse autor cultivou e procurou se destacar. Honra seja dita de alguém de longe,distante, mas com dedicado amor a cidade que conheceu.
Não importa mais nada agora. A glória esta pronta, publicada. Foi um lindo feito, merecido os louros da vitória também. Hurra!
Agora que a poeira baixou, a empolgação desceu, conosco novamente os problemas cotidianos, os compromissos, afazeres, erros a consertar também e percalços do caminho.
Precisamos acordar para o real de novo e retomar a caminhada, a novas conquistas. Nunca estou plenamente satisfeito, sempre querendo mais.São Paulo, o apóstolo disse ao final: "Venci o bom combate, busquei a coroa da justiça, percorri o caminho da virtude...".Passaram-se as águas da torrente, isto é do vaidoso sucesso de uma noite de lançamentos, autógrafos, tv, redes de televisão, cidade em festa, noite de gala para um pouco mais de 300 autores, passou ou "Vai passar". Sentei na Sala São Paulo, na estação da Luz na última fila. Lá era o meu lugar e me senti muito confortável, nem imaginam.
Devo destacar dois aspectos para mim muito importantes. Primeiro, nosso site com o seu objetivo claro, as historias que transformaram em livro, as amizades e os contatos quase que diários atualizando nossa correspondência. Deve continuar no meu modo de ver, sendo considerados importantes, algo vicioso com alguém frisou no opine o site. Segundo, seu efeito e resultado, isto é, do livro que circulará em mãos jovens, pelas escolas publicas e privadas. Deixar mais orgulhosos ainda os paulistanos. Quais os efeitos que nossas escritas vão ter? No que mais se deliciarão os queridos leitores?
Com este "affaire", quem sabe não escreveremos o apêndice do livro ou o prefácio de um novo lançamento a ser gerado?
Tenho a sensação do dever cumprido. É verdade. Desde que me propus escrever ao saopaulominhacidade tive um claro compromisso com a cidade que conheci e amei e continuo tendo-o. Aprendi a ser discreto, mas quero mais, muito mais. Precisamos edificar, construir, reformar, revitalizar, não esquecer o compromisso com o nosso público leitor.Não será tudo, claro, mas vai ajudar. Mãos a obra.Que circulem pelo centro, pelas ruas e avenidas, bairros e periferia, cidades circunvizinhas, outros centros também. Atingir gente excluída, lugares aprazíveis, encantadores, empreendimentos de sucesso, qualidade de vida, estoque para gastos futuros depositados em nosso armazém de produtos: criatividade, solução, idéias, sugestões, planos, metas, realizações. As escolhas de nossas lideranças, certas para os lugares certos, Vida cotidiana, nossa cidade de São Paulo, que tanto amamos.
Agradeço de coração as pessoas fiéis com a estima. Espero retribuir com gestos de carinhos e amor tudo o que nos aconteceu nestes dias, depois do 02 de abril. Certamente vai fazer parte de nosso "Currículo”" a participação de cada um, no site e no livro publicado.
Espero também que Deus nos abençoe a todos.Escritores, equipe responsável, coordenação, autoridades, familiares, amigos, companheiros, artistas, público, convidados e aos nossos leitores futuros. A Vida continua e nossos escritos. Esperam que contenham a luz do alto a coroar nossa jornada. Um amanhã melhor do que hoje. Apostamos? Amém, Axé, São Paulo apostolo que interceda por todos nós e a Maria Santíssima, Mãe da Divina Graça nos abençoe a todos.
Depoimento em forma de desabafo!).Abraços Clesio.
Enviado por Clesio de Luca - clesiodeluca@yahoo.com.br
Publicado em 06/04/2008 Caro amigo, começo por onde ( talvez, propositadamente ) não terminaste.
As ultimas palavras da musica que escolheste dizem, “mas foi tudo um sonho acordei”.
E todos nós, gostaríamos de não ter acordado na quinta feira já com saudades da noite mágica da quarta.
Falastes dos artistas, dos apresentadores, dos músicos, dos autores
Mas não só vieram os artistas, os apresentadores, os músicos, ou autores.
Veio uma nação. Nesta Cidade País que nos viu nascer ou que nos viu chegar como disse o Chico, sonhamos todos.
Não somos pessoas em busca de fama, de gloria, efêmera ou permanente; Não estamos em busca de nada que não seja resgatar e rememorar esta cidade tão pujante, tão valente e infelizmente tão sofrida.
Não somos pobres nem ricos, nem brancos nem negros, nem mulatos.
Somos uma raça única que se forjou na tempera mais forte, no aço mais rígido e construiu uma cidade. No acordar mais cedo, no dormir mais tarde ou até no não dormir como me aconteceu de quarta para quinta.
Hoje os momentos são mais esparsos. Mas ao longo dos últimos trinta anos pude sentar com meus filhos, seus amigos, em longos jantares e passar a eles, da melhor maneira possível o que a nossa cidade nos deu. Eles cresceram, e no efeito multiplicador da vida, descubro que tenho um pouco mais de trezentos amigos junto comigo repassando fatos, momentos, lugares que são na verdade a cultura e as tradições de uma cidade, às gerações que nos sucedem. À sabedoria, à correria delas acrescentamos nosso conhecimento e nossos valores.
Na medida do possível, emails voam e junto a eles as historias que leio e repasso; algumas respostas vem, outras não. Não importa, importa o que semeamos. E aí caro amigo, aflora o dom da escolha, pois na colheita, colhemos os frutos do que semeamos, mas a escolha do que semear é absolutamente nossa.
Amanhecemos na quinta. Se tristes e nostálgicos como no final da musica que iniciastes, se harmônicos como a Sinfônica, se suaves e humildes como o Peri , se avassaladores e risonhos como o Jair não importa. Importa falamos de tudo uma realidade viva e que ao contrario do que disse o velho poeta não será apenas eterna enquanto durar.
Por mim, agradeço seu texto. Este pobre “ escrevinhador” ficou um pouco maior hoje.
Enviado por Jose Carlos Munhoz Navarro - jcnav@uol.com.br
Publicado em 06/04/2008 GUSMAN,voce pincelou com moldura de ouro,aquela noite,que emoções vivemos,naquela plateia homenageado e constar no rol dos habitantes que é esta MINHA CIDADE-SÃO PAULO,DE TODOS NÓS-DOMINGOS RICARDO CHIAPPETTA Enviado por domingos ricardo chiappetta - d.chiappetta@ig.com.br
Publicado em 06/04/2008 Foi mesmo mágico. Eu não quero acordar
Abraços
Enviado por Nelson de Souza Lima - nelsoulima@yahoo.com.br
Publicado em 06/04/2008 Luiz, que forma romântica e linda de retratar a noite do lançamento, apesar da minha pequena contribuição, senti tb a emoção percorrer as ruas do meu coração. Que orgulho pertencer a este grupo de autores, coisa linda seu texto da noite de gala. Meu marido era de S João da Boa Vista, mas morou em Casa Branca e aos 18 anos veio pra São Paulo, claro que foi para encontrar a Margarida de sua vida....rsrsr. beijão, margarida Enviado por margarida p peramezza - peramezza@ajato.com.br
Publicado em 05/04/2008 Luiz Carlos,
como não deu para eu ir a esse maravilhoso encontro do sãopaulominhacidade, li sua crônica e fechei os olhos tentando imaginar um pouco tudo o que aconteceu na sala São paulo!
Enviado por marciaovando - marcia.ovando@bol.com.br
Publicado em 04/04/2008 Gusman, nobre, patriótico, apaixonante, sincero, perfeito roteiro da noite dos sonhos. V. tem razões e razões pra derramar tanto lirismo, dentro daquilo que v. rotulou de sonho mas, provou ser gratificante realidade; naquela noite vivia-se um sonho dentro de uma realidade e quando as cortinas se fecharam, fomos embora, com mais fé e esperança na realidade.
Versos encantadores, extraídos do fundo do coração, verdadeira explosão de expontaneidade, amor e dedicação. Parabens, Gusman e um forte abraço.
modesto
Enviado por Modesto Laruccia - modesto.laruccia@terra.com.br
Publicado em 04/04/2008 Bela reportagem, caro Gusman, com direito ainda a uma amostra poética. Foi um show, redundantemente, o espetáculo ! Um abraço. Enviado por Luiz S. Saidenberg - saidenberg@ajato.com.br
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