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Categoria - Paisagens e lugares Implosão do primeiro prédio em Sampa-Brasil Autor(a): Vilton Giglio - Conheça esse autor
História publicada em 23/12/2008

No meu exercício de memória e inspiração para escrever, sempre gosto à noite, desde garoto, quando escrevia as cartas (para as mina - mora).

Tenho ainda na mente a implosão do primeiro prédio em Sampa-Brasil, justamente no centro, Praça Clovis Bevilacqua (não sei nem quem é o boa gente, preciso apresentar-me a ele).

Lembro-me que saí de um "bailinho" da época e fiquei sabendo que haveria uma implosão no centro de Sampa. Então fui até lá, "curioso é isso", não pretendo ver outra, não sei nem se era prédio residencial, comercial, público etc. Fui para lá de madrugada, assisti tudo e depois fui para casa, isso já morrendo de sono; não tinha muitas pessoas, pois era muito cedo.

Hoje em seu lugar existe um posto do Corpo de Bombeiros. Acredito que a tal praça até encolheu um pouco, antes era muito mais conhecida.

Depois disso vieram outras e outras implosões, que já não lembro mais em quais locais, mas sei que estão implodindo. Quero estar vivo para ver uma implosão de um prédio para que se faça outro no lugar e com o dobro de andares?

Infelizmente até a natureza esta implodindo.

e-mail do autor: viltongiglio@hotmail.com

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Publicado em 06/03/2013 Na manhã da implosão eu estava com 18 anos fui até o local e na hora ``H´´ a policia que fazia a barreira, correu! Os policiais sumiram, eu entusiasmado corri para mais perto, podia ver ainda as paredes caindo em meio a muita poeira, depois de tudo no chão, uma imensa pilha de escombros e eu estava lá junto aos americanos de capacete e jaleco, com certeza eram os demolidores, e eu de bicão junto, as barreiras se fecharam atrás de mim e pensei! como vou sair daqui agora, eu pirralho de tudo, magricelo, estufei o peito e fui em direção as barreiras, e os policiais puxaram as cancelas para que eu passa se, sai dali suando frio, era época do militarismo Ai5, Doecod e tudo mais, mais foi uma aventura que nunca vou esquecer, Amo minha Sampa, apesar de morar em PR tenho profundo orgulho de minha cidade natal SP-SP Carlos Alberto Leoncio de Oliveira Enviado por Carlos Leoncio - carlos@sc-automaton.com.br
Publicado em 15/01/2011 O edifíco demolido, o 1º no Brasil, chamava-se "Mendes Caldeira". No térreo ficava a R. Monteiro, loja especializada em roupas masculinas e cortes para ternos. É isso. Enviado por antonio dias - maximodias04@yahoo.com.br
Publicado em 27/12/2008 O prédio implodido separava a Praça da Sé da Praça Clóvis Bevilacqua e não ficava onde hoje está o Corpo de Bombeiros. Abraços Lourdes Enviado por Lourdes C. B.Ciavatal - lucebove@ig.com.br
Publicado em 24/12/2008 De volta com novo monitor, cá estou eu...
Vilton, implosões, ao contrário de "explo...", são dentro das estruturas que sustentam os edifícios mas, não deixam de ser explosões. Então....? Pra mim, implosão legitima é a explosão filmada e editada ao contrário, isto é, o que está voando, repentinamente volta ao seu lugar de origem. Pra mim, essa é a legítima implosão. Virtual? não faz mal, tudo na vida é virtualidade. Parabens pelo texto, Giglio.
Modesto
Enviado por Modesto Laruccia - modesto.laruccia@terra.com.br
Publicado em 24/12/2008 Calma pessoal não vamos implodir ou explodir nada o tempo se encarregara disso, eles morrerão na praia sózinhos,não vamos destruir nosso patrimonio,aqueles prédio em Brasilia custaram muito din-din,teve muita gente que ficou milionaria com aquelas obras,portanto ainda estaremos bem vivos para ver "eles"morrerem na praia. Depois então tomaremos "marolinha,caninha,com todos cumpanheiros,no arraiar do pranarto queru vê tudu mundo lá"
Abs. a todos Vilton Giglio
Enviado por Vilton Giglio - viltongiglio@hotmail.com
Publicado em 24/12/2008 Giglio,
Uma correção: O prédio do Corpo de Bombeiros (do século XIX) foi demolido. No local foi construído o prédio que ora se vê.
Como a maioria das testemunhas da implosão, lá estava eu, depois de uma noitada. O Mendes Caldeira, sem o relógio eletrônico e a estrela da Mercedes Benz que o encimava, virou pó em poucos segundos. E pouco depois, do lado da R. Anita Garibaldi, esquina com a Rua do Carmo, foi-se o edifício do "Diário Popular". E o Dr. Clóvis Bevilacqua deixou de ser Praça por um tempo. Tudo virou Praça da Sé e, mais tarde inaugurou-se a nova Praça Clóvis, onde era o edifício do "Diário", praça que vai da Igreja do Carmo até a entrada do Corpo de Bombeiros.
Enviado por Wilson Natale - wilsonnatal@uol.com.br
Publicado em 24/12/2008 Vilton, tudo bem? Só sei que o Clovis Bevilacqua foi um jurista cearense e é muito venerado no Ceará. Agora a Ivette foi muito generosa, a implosão deveria ser em Brasilia e aproveitando quando lá tivesse todos os "cumpanheirus" do Lulla-lá. comendo churrascos e bebendo 51 as nossas custas. Enviado por asciudeme joubert - asciudeme@ig.com.br
Publicado em 23/12/2008 Assisti algumas implosoes pela televisao. Acho impressionante uma construcao sumir assim em poucos minutos. Enviado por Etel - ebussbuss@gmail.com
Publicado em 22/12/2008 Giglio:O prédio implodido em questão era o Mendes Caldeira, que em Janeiro você verá na seqüência de três fotos em meu blog. Enviado por Mário Lopomo - mlopomo@uol.com.br
Publicado em 22/12/2008 Exato, Mário Lopomo, Edifício Mendes Caldeira, onde ficava a Rádio Marconi. Aliás, não lembro bem, mas, acho, na época da implosão, a Marconi não existia mais, existia? Lembro que a Rádio Marconi foi fechada uma vez, ela e o jornal "Última Hora", andaram criticando o governo e acabaram sendo fechadas. Isso, também, se não estou enganado, antes do Regime Militar, o governo de São Paulo, Adhemar de Barros, quem fechou. Você deve saber ao certo, Mário Lopomo – Grande Enciclopédia, me esclareça, por favor.- Abraços Enviado por Pedro Luiz Boscato - plboscato@uol.com.br
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