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Categoria - Personagens Os ídolos também morrem Autor(a): João Cláudio Capasso - Conheça esse autor
História publicada em 17/02/2009

Nós brasileiros adoramos o futebol, torcemos, gritamos, brigamos, xingamos, dentro dos noventa minutos de jogos. Depois do jogo, umas cervejinhas e vamos para casa. Até o próximo jogo.

Mas nos esquecemos dos nossos ídolos do passado. Hoje vou lembrar de alguns ídolos que já se foram para o outro lado da vida e estão pertinho de Deus.

Conheci o ponta direita do São Paulo, o Faustino, trabalhava como motorista de táxi. Foi assassinado durante um assalto.

O Del Vechio, do Santos Futebol Clube, foi assassinado pelo seu genro, Liminha, ponta do Palmeiras na década de 50, foi assassinado, se não me falha a memória, dentro de um hospital.

O Almir Pernambuquinho, do Vasco da Gama, foi morto na Galeria Alasca, no Rio de Janeiro, numa briga com uns portugueses. O goleiro da portuguesa nos anos 60, o Muca, também numa briga foi morto.

Fora os ídolos que morreram de desastres, como Lidu e Eduardo, do Corinthians, Dirceu, da seleção brasileira, Ary Ercilio, do Corinthians, Daniel Gonzales, do Vasco da Gama. Edivaldo, ponta do São Paulo e Palmeiras, Everaldo, da seleção brasileira. O técnico da seleção morreu no mar, o Claudio Coutinho, e muitos outros.

Esta é uma pequena homenagem a todos os que eu me lembrei, que descanse em paz todos os ídolos que eu vi jogar.

e-mail do autor: jccapasso@hotmail.com

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Publicado em 20/02/2009 Convém também salientar, foi ainda jogando pelo Corinthians que Cláudio sofreu agressão de Liminha, este foi expulso de campo, num Corinthians x Portuguesa, no Pacaembu. Liminha, infelizmente, se perdeu completamente, depois que deixou o Palmeiras. Muita injustiça, também, foi feita com ele no Palmeiras. Pode ser, também, temperamental que era, se tornou ainda mais, em função disso. Chegaram até suspeitar, uma vez, de suborno, num Palmeiras x Corinthians, não o escalaram por isso. Enviado por Pedro Luiz Boscato - plboscato@uol.com.br
Publicado em 19/02/2009 José Camargo Beira. Mais um reparo, com sua licença. O Swing não morreu naquele acidente.Quem morreu foi o Luiz Carlos.O Swing ficou com o rosto bastante deformado e depois de curado ainda tinha as marcas no rosto. Eles tinham sido contratados a pouco tempo pelo Palmeiras, vindo de Presidente Prudente.Saindo do Palmeiras ele jogou no Corinthians por bom tempo. Enviado por Mário Lopomo - mlopomo@uol.com.br
Publicado em 19/02/2009 Mário Lopomo, o Cláudio Christóvem do Pinho jogou no Corinthians até 1957, em 1958 passou a ser técnico substituindo Oswaldo Brandão que foi para o Palmeiras. Não se bicava com Matheus e Wadi Helu, respectivamente, Presidente e Vice, na época, entregou o cargo. Em seguida, 1959, o São Paulo fez-lhe proposta para voltar a jogar. Aceitou e disputou um bom Campeonato pelo São Paulo, inclusive, colaborou, também, com o Palmeiras, naquele ano. Vou prosseguir em outro texto, não vai dar espaço neste. Enviado por Pedro Luiz Boscato - plboscato@uol.com.br
Publicado em 19/02/2009 Ainda sobre o Professor de Futebol, Cláudio Christovam do Pinho: Em 1959, penúltima rodada do 1° turno, São Paulo 2 x Santos 1, gol da vitória Tricolor assinalado por ele, Cláudio, cobrando penalti. Dois pontos que ajudaram muito o Palmeiras era essa a diferença com o Santos. No jogo seguinte, o Palmeiras foi goleado na Vila Belmiro, tudo bem, a diferença permaneceu, não fosse a vitória Tricolor com o gol dele, a diferença aumentaria para quatro pontos, situação complicada, crise no Palestra! Enviado por Pedro Luiz Boscato - plboscato@uol.com.br
Publicado em 19/02/2009 Eu lia bastante a famosa coluna "20 Notícias" do extinto Diário da Noite, do saudoso Antonio Guzman. Sobre o Almir, Guzman sempre dizia, tratava-se de um ótimo caráter, amigo, sincero. Uma pena, temperamental, não levava desaforo pra casa. O, também falecido, Roberto Bataglia, jogou com ele no América do Rio, também tinha o tinha dentre os melhores amigos. Têm pessoas que, infelizmente, acabam se perdendo pelos seus temperamentos, uma pena.- abraços - Pedro Luiz Enviado por Pedro Luiz Boscato - plboscato@uol.com.br
Publicado em 19/02/2009 E por falar em Cláudio Cristovam Pinho, relatado por, Jose Carlos Passos. Ele jogava no Palestra, formando a dupla de meia avançado com Waldemar Fiume. Depois ele foi para o Corinthians onde jogou até 1955. Deu grandes glorias ao time de Parque São Jorge. Era um exímio cobrador de faltas e as penalidades quando tinha era com ele mesmo a chutar. Um dos mais disciplinados jogadores do futebol paulista, juntamente com Waldemar Fiume, Djalma Santos, Luiz Villa, e Lima, jogadores que não davam problema algum aos árbitros. Em termos de troféu Belfor Duarte que era dado aos mais disciplinados ele devia ser repartido a esses jogadores. Depois de muitos anos de Corinthians acho que ele ganhou de presente passe livre indo jogar no São Paulo F.C em 1956. Num jogo contra a Portuguesa de Desportos no Pacaembu levou um soco nacara de Liminha o oposto dele em disciplina. Saiu de campo sangrando pelo nariz sem reclamar de nada. Depois de se aposentar ele foi morar em Santos. Já com setenta e poucos anos ele mostrava uma saúde de ferro. Mas um belo dia seu coração parou, e ficou uma grande saudade de um verdadeiro craque gentleman dento do campo. Enviado por Mário Lopomo - mlopomo@uol.com.br
Publicado em 18/02/2009 Capasso. ia escrever mas o pessoal já disse tudo. Um abraço e parabéns por essas lembranças. Enviado por asciudeme joubert - asciudeme@ig.com.br
Publicado em 18/02/2009 Lembro tanto do Faustino que vou relatar dois ataques:Faustino,Pimentel,Baiano,Bazani e Bene outro,Faustino Prado,Pagão,Bene e Canhoteiro.Na lista dos falecidos vou contar mais.Roberto Dias,Bauer,Poy,Maurinho,Canhoteiro,Claudio vCristovão Pinto,Ademar Ferreira da Silva Silva,Leonidas da Silva.Abração seu eu começar não paro.mais abraços a todos.Esta mensagem é para Vilton Giglio.Abração. Enviado por josé Carlos Passos - passos45@bol.com.br
Publicado em 18/02/2009 No final de uma viagem de SP para o Rio, o Dener estava dormindo no banco ao lado do motorista e morreu estrangulado pelo próprio cinto de segurança, após uma violenta freada. Enviado por Tony Silva - silva.luiz2006@ig.com.br
Publicado em 18/02/2009 Justissíma homenagem, foram aqui prestadas aos idolos do passado. Mas eu tenho um em especial, Roberto Dias, jogou 13 anos no São Paulo, como titular absoluto. Poderia jogar em qualquer time do mundo, fosse ele qual fosse, só não servia para seleção brasileira. Roberto Dias junto com Ademir da Guia, foram os maiores injustiçados, nas convocações da seleção brasileira da época.
Valeu a lembrança João Claudio.
abraços: carlaortt@bol.com.br
Enviado por Carlos Roberto Teixeira Trindade - carlaortt@bol.com.br