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Categoria - Outras histórias A cobra da minha sogra está no Butantã Autor(a): Vilton Giglio - Conheça esse autor
História publicada em 25/02/2009

O titulo é muito engraçado, agora, mais engraçado é a história que vou contar.

Há uns quatro anos estava chegando na chácara em Parelheiros com minha esposa, minha sogra nos disse que nossa cachorra, a Kelly Cristina, SRD, toda preta e muito bonita e já com idade avançada, havia sido picada por uma cobra, entramos isso eram mais ou menos umas 17h00 da noite, a cachorra aparentemente estava bem.

No outro dia, lá pelas 6h00 da manhã, fui ver como estava nossa querida Kelly Cristina. Para meu espanto e muito medo, ao olhar para ela, estava com sua cabeça do tamanho da cabeça de uma vaca.

Fiquei muito assustado, liguei para o Butantã, contei o ocorrido, pediram-me para levar a cachorra até lá, ou a cobra, para ver que tipo de cobra era. Acontece que a cobra, ao abocanhar a cachorra, enfiou a cabeça dentro da boca da cachorra e soltou o veneno, por esse motivo a cachorra ficou toda inchada.

Não tive coragem de pegar a mesma, além do que tive muito medo. Perguntei a minha sogra onde estava a cobra para ver qual tipo, ela disse que o vizinho pegou-a e colocou-a num vidro. Fui atrás do vizinho no Jd. Herplin, era um motorista de ônibus, não o conhecia, parei o mesmo e disse-lhe: cadê a cobra da minha sogra que você pegou ontem, pois ela quase matou minha cachorra. O motorista, sem entender nada, disse: que cobra? Expliquei-lhe tudo, então me disse que a cobra estava num vidro em sua casa.

Fui até lá, peguei o vidro e levei ao Butantã, para meu espanto era uma jararaca, e das bravas. No Butantã não tinha o remédio para aplicar na minha cachorra, fui até o Hospital Veterinário da USP, a veterinária disse-me que nunca viu história igual. Pedi-lhe que rasgasse seu diploma, pois estava muito nervoso, pois já estava há horas atrás desse remédio para salvar minha cachorra.

Minha esposa conseguiu o remédio lá no Jd. São Bernardo, com um veterinário. Foram duas injeções, ela mesma aplicou-a, a cachorra ficou em observação por dez dias, ressuscitou, tenho fotos, receitas médicas, a cobra está no Butantã, a sogra graças a Deus está bem.

Depois disso foram até minha casa dois veterinários do Butantã.

Minha história esta sendo usada como tese numa faculdade. Agora, cachorro nunca ser picado por cobra, conforme a médica veterinária do Hospital da USP disse-me, foi demais.

Tenho muito medo dessa tal jararaca e a tal coral, nossa região ainda tem, que é Parelheiros, por causa do desmatamento e as queimadas elas não têm para onde ir e nos atacam.

Há outros casos no Butantã, de Parelheiros, é só conferir. Cobra e sogra não combinam.

e-mail do autor: viltongiglio@hotmail.com

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Publicado em 27/02/2013 eu nasci e me criei em são paulo, no bairro do bixiga. na rua rocha quasi perto da quadra do vai-vai. sou descendentes de italianos , e brasileiros. tenho 82 anos . vi o meu querido são paulo crescer. estudei no grupo escolar maria jose . lembro-me de quando começaram a construir a av. 9 de julho. , e perfurar o tunel , em baixo da av. paulista. o parque do trianon era o lazer da criançada. o carnaval era na av. são joão. quando a gente ia para a praia, tinha que levantar, de madrugada ir a pe Enviado por jurema alves de toledowww.hotmail.com.br. - juremaalvesdetoledo@hotmail.com
Publicado em 23/04/2010 muito engraçada sua historia. Parece conto da carrochinha. Cobra e sogra ,,, distância. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Enviado por jux - madamejux@gmail.com
Publicado em 26/02/2009 Vilton, como o título do filme de Mario Monicelli, Parente é Serpente ! Enviado por Luiz Simões - saidenberg@ajato.com.br
Publicado em 25/02/2009 Vilton, muito boa e engraçada a sua história. Mas a diferença entre sogra e cobra são apenas em duas letras. risos. Um abraço. Enviado por asciudeme joubert - asciudeme@ig.com.br
Publicado em 25/02/2009 Vilton: A minha ex-sogra, mandei-a para a China. Lá, ela aparece em público só no ano do Dragão...:) Cobras mordendo cachorros,cavalos, gado é o que mais se vê no interior. Na região de Ferraz acontecia muito. E sogras e cobras dá briga de foice no escuro... :) Abração, Natale Enviado por Wilson Natale - wilsonnatal@uol.com.br
Publicado em 25/02/2009 Parabéns Vilton Giglio pelo registro do fato histórico.Abraços. Enviado por Clesio de Luca - clesiodeluca@yahoo.com.br
Publicado em 25/02/2009 Tenho muito medo dssas historias, onde cobras e sogras se misturam...brincadeiras à parte é muito estranho: que médica era essa que nunca viu cão ser picado, e que não tinha remédio para veneno de Bothrops, gênero a que pertencem as jararacas ? Enviado por Luiz Simões - saidenberg@ajato.com.br
Publicado em 25/02/2009 Que forte essa Kelly! Boas reminiscencias! Enviado por suely aparecida schraner - cgestorveleiros@gmail.com
Publicado em 25/02/2009 Sogra e cobra, envolventes e peçonhentas,
uma, na língua outra nos dentes;
as duas atacam, uma rápida, outra lenta,
uma é parente, outra, serpente.
Narrativa cheia de veneno, Vilton, parabéns.
Modesto
Enviado por Modesto Laruccia - modesto.laruccia@terra.com.br
Publicado em 25/02/2009 Vilton que bom que você teve iniciativa e dedicação para salvar a cachorra da sua sogra.
Grande abraço
Falcon
Enviado por marcos falcon - marcosfalcon@uol.com.br
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