Leia as Histórias

Categoria - Personagens Um goleador esquecido Autor(a): João Cláudio Capasso - Conheça esse autor
História publicada em 06/07/2009

Eu sou corintiano, mas justiça seja feita, hoje eu vou falar do segundo maior goleador da história: do São Paulo Futebol Clube Gino Orlando, que em toda a sua carreira sempre foi goleador, no Palmeiras, no Comercial da Capital, no XV de Jaú... Na Seleção Brasileira marcou oito gols (inclusive um de bicicleta contra Portugal), no São Paulo marcou 232 gols.

Hoje qualquer cabeça de bagre faz uns gols e já vai para o futebol europeu.

Gino morreu do coração, em São Paulo, no dia 24 de abril de 2003. Ele era administrador do Morumbi.

Na minha modesta opinião, ele e Roberto Dias mereciam uma estatua no Morumbi. Eles ficaram anos vestindo a camisa do São Paulo Futebol Clube. Eram são paulinos de verdade.

Eu sei que eles jogariam até de graça no São Paulo, tinham amor pelo clube.

Hoje só se fala em milhões e ninguém joga nada. Hoje um artilheiro marca dez gols no campeonato, o empresário já vende por milhões.

Gino começou a jogar futebol na A. A. Matarazzo, depois foi para o Palmeiras.

Hoje muitos são paulinos nunca ouviram falar de Gino Orlando. É uma pena ele e Roberto Dias ficarem no esquecimento. Mas no coração de quem ama o futebol jamais serão esquecidos.

Como torcedor do Corinthians, tiro o chapéu para Roberto Dias e Gino Orlando, fiquem na paz de Deus.

e-mail do autor: jccapasso@hotmail.com

Login

Você precisa estar logado para comentar esta história.

Antes de Escrever seu comentário, lembre-se:
A São Paulo Turismo não publica comentários ofensivos, obscenos, que vão contra a lei, que não tenham o remetente identificado ou que não tenham relação com o conteúdo comentado. Dê sua opinião com responsabilidade!
Publicado em 06/07/2009 eu vou contar a verdade porque o luizinho deu uma
tijolada na testa do gino.
o luizinho tinha um irmâo, gemeo era (HOMOSSEXUAL)
todo o mundo do futebol sabia,
todos os jogos contra o corinthians, o gino tirava o maior sarro da cara do luizinho.
quando o zagueiro alfredo ramos, ele jogava no corinthians quebrou a perna, todos os jogadores
foram ao hospital visitar, na saida o gino
provocou o luizinho esta pegou um tijolo e atirou na testado gino, que foi ao solo quase desmaiado,
Enviado por joao claudio capasso - jccapasso@hotmail.com
Publicado em 06/07/2009 ( CONTINUANDO, O ZAGUEIRO MAURO RAMOS, SOCORREU O
GINO,) LEVANDO O PARA O HOSPITAL, O GINO DISSE
PEGARIA O LUIZINHO NO PROXIMO JOGO, MAS NÂO ACONTECEU NADA O JOGO FOI 0xO.
O IRMÂO DO LUIZINHO, ERA TÂO PARECIDO COM ELE
QUE UMA NOITE NA PORTA DO CINE MARABA, HOUVE UMA GRANDE CONFUSÂO TODOS PENSAVA QUE ERA O CRACK DO
CORINTHIANS.
EU CONHECI O IRMÂO DO LUIZINHO,
O GINO TRABALHOU COM O MEU PAI E MEUS IRMÂOS NO
MATARAZZO,
ESTA E A VERDADEIRA HISTORIA DA TIJOLADA.
Enviado por joao claudio capasso - jccapasso@hotmail.com
Publicado em 06/07/2009 Grande Capasso, juro por Deus que quando falei da idiosincrasia do Gino em relação ao Luisinho, não imaginava que tantos comentários fossem feitos passados esses 52 anos. "Procê vê" que o futebol sempre mexeu e vai continuar mexendo com a paixão e o imaginário brasileiros. É o que nos sobra... Lembrar e esperar.
Ignacio
Enviado por joaquim ignacio de souza netto - ignacio.netto@bol.com.br
Publicado em 05/07/2009 Jovem Capasso, também sou corintiano, no entanto fiz parte da equipe de atletismo do SPFC em priscas eras. Conheci o sr. Gino ainda batendo uma bola legal. Voltei a encontrá-lo, já como gerente (assumiu após amorte do Feola), fazendo compras (leite e pães) na Padaria Previdência aqui em nosso bairro. Apesar de seu status de craque era uma pessoa extremamente educada e gentil (excessão quando se falasse do Luizinho do Corinthians). Exemplo de futebolista
e dirigente. Faz falta...
Ignacio
Enviado por joaquim ignacio de souza netto - ignacio.netto@bol.com.br
Publicado em 05/07/2009 Conheci Gino Orlando em 1964,já ao final de carreira, quando ele jogava no Juventus da Rua Javari, e depois como administrador do estádio do Morumbi.Ele sempre dava um jeito para estacionar, quando ia trabalhar.Era uma boa pessoa. Enviado por Mario Lopomo - mlopomo@uol.com.br
Publicado em 05/07/2009 Capasso: Este é ainda, um país sem memória.Espero que esses museus di futebol que estão sendo criados pelos clubes tragam de volta, ao seu lugar de direito esses valorosos jogadores que desde sempre nos encantaram e fizeram a glória do futebol arte e alegria. Mais que "torcer" por um time, havia o prazer de ver o time jogar, medir forças e vencer o melhor. Hoje não mais. Abração, Natale. Enviado por Wilson Natale - wilsonnatal@hotmail.com
Publicado em 05/07/2009 Capasso, parabéns pela lembrança do Grande Gino. Só gostaria de saber a causa da briga dele com o pequeno Polegar meia Luizinho. Apenas para matar minha curiosidade de corintiano. Pois dizem que o Luizinho deu uma tijolada no Gino. Enviado por Arthur Miranda - 27.miranda@gmail.com
Publicado em 05/07/2009 Caro Capasso, sou são paulino e frequento o Morumbi, portanto posso lhe dar uma boa notícia. O Gino é muito conhecido pelos jovens, aliás, mais do que o próprio Roberto Dias que foi um ídolo maior que ele. Obrigado por relembrar dois queridos nomes do tricolor, um abraço, Rossi. Enviado por antonio rossi dos santos - rossi@valoneadv.com.br