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Categoria - Personagens "Romeiro o Sputnik brasileiro" Autor(a): Antonio Carlos Meninéa - Conheça esse autor
História publicada em 14/12/2009
Eu sou um carioca residente em Sampa desde 1992. Flamenguista e apaixonado por futebol. Sou pesquisador e adoro as histórias futebolísticas do passado, presente e futuro.

Um dia fui visitar uma dessas escolinhas de futebol. Um terrão misturado com matos no meio do campo e um senhor de idade debaixo de sol ardente. Não entendi como um senhor capinava o terrão, mas deixei pra lá.

Passei a visitar a escolinha e a ouvir as histórias sobre futebol que aquele capinador contava. Tempos depois descobri que meu novo colega era um jogador do passado, campeão paulista de 1959, fazendo o gol do título sobre o Santos de Pelé e CIA. Seu nome era José Romeiro, mais conhecido como Romeiro.

O homem que ganhou o supercampeonato paulista de 1959. Juntos reunimos suas histórias e em 2004 lançamos o livro "Romeiro o Sputnik Brasileiro". Sempre sonhei em dar minha contribuição à literatura do futebol brasileiro. É nosso dever resgatar e enaltecer os craques do passado.

Nunca tinha passado pela minha cabeça encontrar em um campinho de terra ao lado do Center Norte um craque do passado que me daria a oportunidade de realizar um grande projeto, projeto dos meus sonhos.

Agradeço a "Romeiro" que em janeiro de 2008 nos deixou e agradeço também a cidade de São Paulo pela oportunidade que me foi concedida. Coisas da vida!


E-mail do autor: acmeninea@yahoo.com.br E-mail: acmeninea@yahoo.com.br
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Publicado em 08/09/2012 Antonio Carlos. Romeiro era carioca como você. Veio do América do Rio, do mesmo time onde jogavam Amaro, Canário, no final dos anos 50. Fez historia, decidindo o campeonato paulista de 1959. Teve fratura exposta no joelho, muito grave, foi operado, nunca mais foi mesmo. Jogou depois na Colômbia. Conversei com ele em 2001 no Parque Antarctica. Ouvi dele que tinha apenas uma casa para morar. Foi sepultado no túmulo do Palmeiras, no cemitério do Araçá. Enviado por Airton Luiz Pan - airtonluizpan86@yahoo.com.br
Publicado em 17/11/2010 Valdir,Djalma e Waldemar,Zequinha e Aldemar,aqui Geraldo,Julinho e Américo,Nardo e Chinezinho e para completar vem o Romeiro,o verdadeiro Sputnik
Brasileiro,essa ´letra musical foi cantada após a
vitória do Palmeiras sobre o Santos por 2x1 na final do campeonato de 1959 que terminou em Janeiro de 1960.
Enviado por Luiz g. Sant'ana' - luizgonzasantana@yahoo.com.br
Publicado em 23/09/2010 Prezado Marco Antonio (Marcolino), tens razão. Aqui me penitencio!A sociedade Esportiva Palmeiras merece a lembrança e meu Respeito. O Palmeiras encerrou a marra Santista de Pelé e cia. Abraços.... Enviado por antonio carlos meninéa - acmeninea@yahoo.com.br
Publicado em 25/03/2010 acho muito importante esses relatos,pois eles resgatam a história,naõ só do futebol mas do passado recente de nosso país.legal Enviado por claudiodos santos romero - claudio.romero@funai.gov.br
Publicado em 16/01/2010 Eu assisti esse jogo estava na concha acustica o Pacaembu estava lotado,como chutava o Romeiro, e o Americo Murolo dava passes açucarados para o Nardo,mas muito valente ela perdia muitos gols.
abraços
Enviado por Mario Gardano - mrica10@uol.com.br
Publicado em 17/12/2009 Sr.Mário, todos nós nos equivocamos de vez enquando.Pareçe que o sr. Flávio Rocha ainda duvida, pois colocou asteríscos nos tangos "argentinos". O sr. Aristides está se referindo ao jogador Ramon do Palestra Itália? Enviado por Ricardo Oliveira Vasquez - ricoliva@uol.com.br
Publicado em 16/12/2009 Pois é Antonio Carlos, você provocou aquí, uma verdadeira confusão de "Romeiro com Romero" (inclusive de futebolista com cantor de tangos "argentinos"... ou não),até com um "jovem de 80 anos",que ainda joga e apita jogos de futebol (valha-te Deus...)enfim uma verdadeira "salada esportiva" rsrsrsrs, mas valeu pela lembrança do ROMEIRO (futebolista)que vindo do America F.C. do Rio de Janeiro, ajudou os "palestrinos" a conquistar o campeonato paulista de futebol de 1959... Abraços - Flavio Rocha Enviado por Flavio Rocha - flaviojrocha@bol.com.br
Publicado em 16/12/2009 Ricardo, me penitencio, tens razão ha tangos de todas as nacionalidades, lembrei de ter dançado no Avenida Danças, na decada de 50 com a Táxi Girls, Maria O.Vasques, um Tango polonês.Voçê esta corretissimo. Enviado por Mario Lopomo - mlopomo@uol.com.br
Publicado em 15/12/2009 Sr.Mário, por favor, veja: Tango Brasileiro


O tango brasileiro, muitas vezes apontado por estudiosos como uma variante bem acabada e estilizada do maxixe, entrará definitivamente para a música popular brasileira representado pelas composições de Ernesto Nazareth. No entanto, antes que este usasse tal denominação, muitos tangos já haviam sido impressos, alguns com grande sucesso. Segundo Baptista Siqueira, o primeiro tango brasileiro teria sido "Olhos matadores" (1871), de Henrique Alves.
Enviado por Ricardo Oliveira Vasquez - ricoliva@uol.com.br
Publicado em 14/12/2009 Sr.Ricardo, o Sr.já me criticou outras vezes, e não tenho procuração para defender ninguém, mas o Tango é "argentino", ou querias que fosse libanês, devemos cuidar dos pleonasmos.Mario Lopomo Enviado por Mario Lopomo - mlopomo@gmail.com