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Categoria - Personagens Um Senhor Museu de Relógios Autor(a): Vilton Giglio - Conheça esse autor
História publicada em 26/01/2011

Escrever é uma arte (modéstia à parte) nunca gostei de escrever (muito), minhas redações eram curtas na escola, de tanto ser obrigado a escrever e ler, acabei me apaixonando por esse hábito, porém não muito além que preciso e muito, pois graças aos meus professores de português.

Já escrevi sobre Museu, mas esse é muito bonito, ainda não visitei nenhum em outro lugar do mundo se é que existe, sei que no Museu do Relógio em São Paulo, Brasil, na Zona Oeste é muito bonito, a história do mesmo é bonita, remonta de anos AC.

São antiguidades que valem a pena serem vistas, são exemplares únicos, um excelente programa, pois poucas pessoas conhecem o Museu.

Comecei a entender e ficar amigo (ou inimigo do relógio), quando chegava à escola aos oito anos e os portões estavam fechados e, a servente naquela época, ou o diretor não deixavam-me entrar. Voltava para casa e no outro dia tinha que trazer a justificativa do atraso.

Um outro fato que marcou-me muito com relação ao dito cujo eram aqueles “monstros” dos benditos cartões de ponto da Kibon, quando você chegava atrasado e “picava ou batia o ponto”, a marca saia em vermelho. Três atrasos de quinze minutos descontavam um dia de serviço e por aí vai... Era uma maravilha, ficava muito revoltado por causa disso, naqueles relógios via a marca DIMEP, pois era a marca do Dimas De Melo Pimenta, hoje entendo porquê, atualmente a tecnologia em relógios dá licença.

Duvido uma empresa em São Paulo que não tenha ou teve um “monstro” daqueles, imaginem uma montadora no passado com 15, 20, 25 mil funcionários, "picando cartão”, para finalizar na Caloi, "eu" controlava todos os funcionários da fábrica, através dos "queridos" cartões de ponto, isso diariamente e com muito prazer senhores.

Enfim deixo aqui minhas sinceras saudações ao grande Museu do Relógio e parabéns ao idealizador, Senhor DIMEP.


E-mail: viltongiglio@hotmail.com

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Publicado em 15/05/2011 Quando solteira, minha esposa trabalhou na fábrica de calçados de propriedade de um INDIVÍDUO que usava um estratagema para lesar seus empregados: ele só liberava o relógio de ponto exatamente às 07:00 hs. Como havia muitos empregados, não dava tempo p/ que todos marcassem antes que o relógio pulasse para 07:01hs. Lá se vai o "domingo remunerado" de mais um trabalhador. Parece que há uma lei que determina a abertura do relógio 15 minutos antes. Mas, naquele tempo... Enviado por Joel Benega - jbenega@uol.com.br
Publicado em 04/02/2011 Lembrei do bendito relógio DIMEP, que eu cheguei a utilizar para registrar meu ponto quando trabalhei na Losango e Empax. Na Kagê só assinava o livro... ainda não conheço o Museu do Relógio Nem no Planetário, nunca fui. E sou Paulistana de nascimento. Vejam só!!! Enviado por jussara - jussaramunhoz@hotmail.com
Publicado em 29/01/2011 É sim me lembro perfeitamente da DIMEP, na Cardeal Arcoverde, do lado esquerdo de quem ia da João Moura para a Capote Valente, na parte debaixo de um predio (parecia ate o porão), ali funcionava a fabrica de Relogios DIMEP e com certeza tambem se iniciou o museu. Eu nunca entrei ali, so passava pela calçada e os via, me arrependo. Parabens pela Materia trouxe saudades.
turella
Enviado por jose turella junior - joseturellajr@gmail.com
Publicado em 27/01/2011 Giglio, de fato sofria-se muito com os "tais relogios de ponto"...usava-se muito nas Empresas, o tal do "domingo remunerado" e então, somavam-se os "minutos de atrasos" e a partir de 15 minutos (somados) de atraso ,perdia-se o tal "domingo remunerado"...pois penso que "descontar um dia de serviço" era ilegal. Calcule se fossem usar essa "regra" ao funcionalismo público...no final do mês, ao invéz de receber, teriam que "pagar" aos cofres públicos...Abraços - Flavio Rocha Enviado por Flavio Rocha - flaviojrocha@bol.com.br
Publicado em 26/01/2011 Bom, muito bom esse seu têxto. Uma época de minha vida, ainda estudante, eu piquei cartão e nós ficávamos esperando passar de um minuto para o outro, para bater, sem dar chance de aparecer o atraso que o relógio não conseguia marcar. Era uma técnica " malandra", para burlar, que passava de funcionário para funcionário e o seu texto me reportou àqueles tempos. Um abraço, Enviado por Trini Pantiga - trinesp@ig.com.br
Publicado em 26/01/2011 Simpática recordação, Vilton, realmente os relógios de ponto marcaram a vida de todos nós, nos obrigando a ama-los e, as vezes, odia-los. A antiga fabrica da DIMEP ficava na av. Diogenes Ribeiro de Lima, alto de Pinheiros. O museu está lá? pergunto porque vc não deu endereço. Parabéns pelo assunto, Giglio.
Modesto
Enviado por Modesto Laruccia - modesto.laruccia@hotmail.com
Publicado em 26/01/2011 E.T.
Na casa de minha querida vó, há um exemplar de relógio, com mais de 80 anos. Há dois iguais em Jacupiranga. Precisam-se de 20 minutos para dar-lhe(s) "corda" e a paciência de Jó. Mas são bonitos, sem funcionar. A era deles passou. Só falta o CUCO!CUCO! (?).
Parabens pela redação.
Realmente, escrever é uma arte, que eu gostaria de dominar....
Luiz
Enviado por Luiz - luizcperon@bol.com.br
Publicado em 26/01/2011 vilton, o primeiro museu da Dimep foi na Rua Cardeal Arcoverde onde levei os meus filhos várias vezes (morava no mesmo quarteirão) Depois os levei outras vezes na Lapa rsrsrs, mas o Modesto informa que é Alto de Pinheiros. Parabens pela justa homenagem a Dimas de Melo Pimenta. abs mirça Enviado por mirça bludeni de pinho - by_laser@yahoo.com.br
Publicado em 25/01/2011 Vilton, desconhecia que existia tal Museu. Recordo-me do relógio "Cuco" de minha infância e que certa ocasião meu irmão o pegou pelo pescoço pois ele tinha "raiva" quando o mesmo "cucava" e o torceu. Minha mãe nunca soube o porquê dele ter parado de funcionar.Risos. Abraço. Enviado por asciudeme joubert - asciudeme@ig.com.br
Publicado em 25/01/2011 Vilton, Conheci esse Pimenta, que era dirigente em Cursos de Igreja Católica, chamados de Cursilhos de Cristandade. Ele ministrava esses cursos aos doentes internados em alguns Sanatórios lá em Campos do Jordão. Ele tem alguns livros escrito sobre a assuntos Cristãos Aceite meus parabéns pelo relato, realmente marcar o ponto, será mesmo para sempre a pior coisa do Mundo. Enviado por Arthur Miranda - 27.miranda@gmail.com
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