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Categoria - Outras histórias Infância feliz Autor(a): Luiz Pastore - Conheça esse autor
História publicada em 21/12/2011
Caros Leitores,

Ao digitar essas palavras volto em um passado em que não havia nenhuma tecnologia, e por isso a diversão era por conta de nossas mentes criativas e bastavam duas pedras na mão para que tivéssemos duas traves para jogar futebol, um tijolo para riscar a tão famosa amarelinha no asfalto, o também conhecido céu/inferno, e com uma corda pulávamos “fogo, foguinho, fogão, quem pulava mais alto”, etc., esconde-esconde, pega-pega, jogávamos bolinha de gude, rodávamos pião, ir atrás de balões, jogávamos futebol, sem falar que com cartas na mão jogávamos inúmeras coisas como 21, “Killer”,rouba monte, etc.

E todos aguardavam ansiosamente pelo sábado à noite, pois sempre havia um baile na casa de um colega ou outro, tudo era motivo para se estar atento a novos divertimentos e encontrar a felicidade.

Assim foi minha a infância no bairro do Pari/Canindé, morei cerca de catorze anos por ali, comecei morando na Rua Itaqui bem em frente à Rua Quixelos e tinha como vizinhos a senhora Leila e seus filhos Cesar, Silmara e Adriana, que nunca mais tive a oportunidade de reencontrá-los.

Depois fui morar na Rua Carnot, 762 onde pude ter um número maior de colegas entres eles alguns de grande destaque aos quais tenho contato até hoje: Marcelo Zácaro, Celso S. Ayres, Jose Fernandes Viríssimo (Garguela) e que apesar da distância ainda nos comunicamos e às vezes nos encontramos para falar sobre a vida.

Agora existem aqueles que apesar de eu não os ver mais, também foram importantes e fizeram parte de uma história. São eles: Fábio (orelha, era como o chamávamos sem querer ofender, é claro), e Ana Paula, ambos eram meus vizinhos, um à esquerda e outro a direita. A Pituca e a Andréa moravam no prédio em frente, o Vilmar e o Valtinho (irmãos) o Robson e a Rose (irmãos), a Vânia e a Tânia (irmãs), o Edson (solinha), o Ivan e o Edilson (irmãos), Carla, Loucão, sem falar nos meus primos (Sonia, Dudu, Marquinhos Feijão) e minha irmã, etc.

Todo esse pessoal morava na Rua Carnot. Havia também os que moravam na Rua Itaqui, que eram o Almir e seu irmão que agora não me recordo o nome e o Phebo. Já o Ricardinho e o Caco moravam na Rua Canindé, havia também o Cuca, a Silmara, e mais dois irmãos que moravam na Rua Aparecida, assim como o Babá, etc., etc.

Existem muitos outros, mas agora não consigo me lembrar dos nomes, pois já se passaram 31 anos e às vezes a memória nos trai, mas caso alguém que esteja lendo essas linhas e tenha contato com alguns dos que foram citados acima, por favor, me envie um email, quem sabe poderemos matar saudades dos bons tempos.


E-mail: lpastore@primecomercial.com.br
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Publicado em 22/12/2011 Crônica de memórias passadas nos tempos da infância e juventude.Belas e saudosas lembranças. Enviado por Ana Maris de Figueiredo Ribeiro - anamarisribeiro@ig.com.br
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