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Categoria - Nossos bairros, nossas vidas Rio Branco, meu amor Autor(a): Luiz Renato Ribas Silva - Conheça esse autor
História publicada em 17/01/2007
Cheguei em São Paulo, vindo do Paraná, quase no final da II guerra mundial. Meu primeiro colégio paulista foi o Rio Branco, lá da rua Dr. Villanova, dos professores Chiaratti e Norton.

O Rio Branco dos tempos da Hebe Camargo, como crooner e do Carlos Alberto da Nóbrega, ainda filho - não artista - do pai Manoel, o talentoso criador da Praça da Alegria.

Do Rio Branco por onde também estudaram Ayrton Sena, Regina Duarte, Antonio Fagundes, Dina Sfat, Armando Bogus, Tarcisio Meira, entre outros astros, como os oliticos Ademar de Barros Filho, Paulo Pimentel, Fleury e etc.

No Rio Branco, com apenas 17 anos, fui o goleiro do time principal, com o apelido "Xavier", disputando a Mac-Rio de 1950.

A fama era tanto, que fui convidado a treinar no profissional do São Paulo Futebol Clube, lá no Canindé.

No banco, naquela manhã, estava o técnico Vicente Feola, ao seu lado, só assistindo ao treino, o Leônidas da Silva, o "Diamante Negro".

No campo, outro inusitado: meu zagueiro, no time reserva, era o Mauro, o mesmo, mais tarde em 1958, campeão do mundo pelo Brasil na Suécia. Ele mesmo Mauro Ramos de Oliveira, recentemente falecido.

Eu, depois daquele treino desisti de ser goleiro. Nosso time, com Mauro e tudo, levou mais de sete goals dos titulares Gino, Negri, Teixerinha, Bauer, Alfredo, De Sordi entre outros campeões.

Encerrava, ali, a carreira que nem começara, voltando ao Paraná onde me formei jornalista, advogado e publicitário, graças aos grandes educadores do Rio Branco, a grande universidade da vida, até hoje, formadora de cientistas, celebridades e homens de bem. Assim seja!
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Publicado em 21/04/2009 Olá, fui aluna do Rio Branco nos anos 1952/3, 1ª e 2ª séries do ginásio. Lembro-me do prof. Araujo, matemática, prof. Luponi, portugues, prof. Aldo história, latim, não me lembro mais do nome, mas foi um "aspirante" a padre que desistiu, ou se desligou do clero. Infelizmente isto está muito lá longe e já não lembro mais de detalhes. Só sei que era na época, o melhor colégio de São Paulo. Bons tempos aqueles. Enviado por ana manheim - anamanheim@netjacarei.com.br
Publicado em 17/10/2008 Paulo obrigado mais uma vez.
Lembro-me perfeitamente bem do nosso saudoso reinador Chiaratti e do nosso time que enfretamos os makensistas, como vou esquecer do meu querido amigo , o goleiro Xavier. Eu era o alfo esquerdo titular e me dedicava com afinco ao nosso time. Mais uma vez, muito obrigado Paulo.Agora, ha mais de 20 anos, vivo nos EUA e sempre muito saudoso desses excelentes tempos. Edison Goncalves.
Enviado por EDISON GONCALVES - edison6goncalves@hotmail.com
Publicado em 22/01/2008 Olá Paulo, obrigado pelo comentário saudosista. O falecido professor Quieracchi, era o treinador, em 1950, do time de futebol do Rio Branco. O professor Norton, também falecido recentemente, era de Jacarezinho. Estamos, os riobranquistas as suas histórias prometidas. Um abraço do Luiz Renato. Enviado por luiz renato ribas silva - ribas@cinevideo.com.br
Publicado em 23/01/2007 Amigo Luiz.Grande e linda recordação.Estudei no Colégio Rio Brando(Fundação dos Rotarianos de São Paulo,e de lá sai formado no ginásio em 1961.Comecei no prédio velho da Rua Dr. Vila Nova,fiz parte da festa de despedida do prédio velho e me formei no prédio novo da Av. Higienópólis.Saudades do Prof.Norton Severo Batista, e do inspetor de alunos Prof.Quieracchi.Anos depois, já formado em direito, consegui um emprego para o então Prof.Quieracchi, já aposentado, em uma imobiliária na qual era advogado.Lá êle teve um enfarte fulminante e veio a falecer.Entre os grandes nomes que por ali passaram, e já mencionados por você, estão os de Paulo Vanzolin,Poeta Paulo Bomfim, escritora e grande dramaturga Consuelo de Castro, minha colega de classe, e muitos mais.Em breve contarei algumas histórias de lá.Aguade com um abraço de Paulo Theodoro da Silva Fortes Enviado por Paulo Theodoro da Silva Fortes - theofort@terra.com.br
Publicado em 19/01/2007 Conheci a casa do Feola, no Planalto. Eu morava na Al. Guatás, paralela á rua dele. Enviado por Luiz Simões Saidenberg - saidenberg@ajato.com.br
Publicado em 18/01/2007 Em 1956, fui jogar contra o Palmeirinha do Planalto Paulista. O campo era bem na frente da casa do seu Vicente Feola. Ele ficava no portão assistindo os jogos todos os domingos pela manhã. Aquele dia para ir jogar bola menti para meu pai que ia cortar capim para os coelhos. Joguei de beque central. era um moleque franzino e marquei um centro avante de quase dois metros de altura e forte, parecia um armario. Tive sorte, ele não podia se movimentar muito por causa do tamanho e corpo pesado. Deitei e rolei em cima do grandalhão.Aproveitando a diferenda de tamanho era só olhar por baixo e dar um biquinho na bola. Enviado por MARIO LOPOMO - mlopomo@uol.com.br
Publicado em 18/01/2007 Luiz, eu estudei no colegiorival do Rio Branco, Colegio Comercial Frederico Ozanam, mossas rivalidades se restringiam`a fanfarra, ao futebol e, lógico, ás beldades femininas que eram lindas tanto lá como cá. Enviado por Miguel S. G. Chammas - misagaxa@terra.com.br
Publicado em 18/01/2007 Rua Dr. Vila Nova, perto da Santa Casa? Passei por lá muitas vezes para visitar uma irmã. Era próximo da Rua Maria Antonia?
Um abraço
A
Enviado por Doris Day - dorisdaybrasil@gmail.com
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