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Categoria - Outras histórias O pato Autor(a): Ana Regina Carnevalli Parra - Conheça esse autor
História publicada em 17/02/2014
Cada presente que criança ganha, que a gente nem acredita!
 
Era um lindo patinho, pequenino, amarelinho, que a minha irmã ganhou dentro de uma caixinha.
 
Uma alegria para a criançada.
 
Minha avó logo perguntou: o que vamos fazer com ele?
 
Em coro, colocaremos no nosso quintal! A contragosto dela, ele foi instalado no quintal, na casa do bairro de Santana. 
 
O piso era todo revestido de cimento e ele ficava no cercado com bacias de água e milho.
 
Cresceu, ficou enorme, era branco e com olhos azuis. Quase parecia um cisne. Mas fazia muita sujeira e a situação ficou insustentável para a limpeza. Precisava de um outro lugar, além disso, era muito bravo.
 
Foi oferecido para o nosso tio, que aceitou a oferta, para satisfação da minha avó, e o levou para seu sítio.
 
A primeira coisa que fazíamos no sítio era procurar aquele pato. Alimentávamos as aves com milho e o observávamos nadando no lago. Bem adaptado no novo local, se destacava, pois era o único pato branco. Com o tempo, foram nascendo outros, mestiços e branquinhos também.
 
Vou contar uma coisa: a tia, também dona do sítio, gostava muito de pato assado, mas nunca soube se comeram aquele belo patinho.
 
E-mail: arcparra@ig.com.br
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Publicado em 20/02/2014

Ana, com certeza o destino do pato foi a panela, com molho de laranja, parabéns pelo texto, abraços, Nelinho.

Enviado por Nelinho - lt.ltesser@hotmail.com
Publicado em 19/02/2014

Ana, minha mãe também criou uns patinhos em casa no Ipiranga, meu pai chegou a fazer um tanquinho ( piscininha) para eles no quintal do fundo, mas também foram dados para uma tia que morava em uma chácara no Bosque da saúde.

Enviado por Julia Poggetti Fernandes Gil - gibajuba@yahoo.com.br
Publicado em 19/02/2014

As recordações de quando eramos crianças e tínhamos alguma relação com animais ficaram gravadas em nossa mente. Minha casa sempre teve criações de aves, como patos, frangos, galinhas e também porcos e minha obrigação era manterem limpos os locais destes animais, para evitar o mau cheiro. Claro que muitos(ou todos) foram para a panela um dia! Parabéns pela bela recordação.

Enviado por Carlos Fatorelli - cafatorelli@gmail.com
Publicado em 18/02/2014

Ana, eu conheço histórias parecidas, mas , para crianças, isso é ma tragédia. Pena que os adultos não conseguem mensurar isso. Um abraço, querida.

Enviado por Vera Moratta - vmoratta@terra.com.br
Publicado em 18/02/2014

Também tivemos uma pata linda na infância,meu irmão a chamava de Tudinha,pois tudo era para ela.Era nosso mascote até que um dia desapareceu sem deixar vestígios...Minha mãe nos dizia;ela fugiu mas alguém deve estar cuidando muito bem dela e a gente acreditava...Santa mãe a minha, hoje penso que ela só dizia isso para não sofrermos,pois a Tudinha nunca mais apareceu!!!

Enviado por Walquiria - walquiriarocha@yahoo.com.br
Publicado em 17/02/2014

Ana, não quero ser maledicente não. Mas foi para panela. Pode ter certeza.

Enviado por Marcos Aurelio Loureiro - marcoslur_ti@yahoo.com.br
Publicado em 17/02/2014

Então esse pato branco cresceu foi para a Itália, mas vivia só com muitas patas na cabeça e dizia para todo mundo eu "amoelas" voltou para o Brasil, não jogou no Corinthians, mesmo estando dentro do campo, e foi então trocado para o São Paulo FC que adora animais onde já existem um Ganso e um Pavão e muitos outros que não vem ao caso agora, e o Corinthians continua pagando o Pato. Isso que eu chamo de uma Pataquada. Gostei da historia do seu pato branco. Parabéns. Moral da historia: Quem não tem cão caça com pato, digo gato - Quem não come carne vermelha, pode comer pavão ganso, frango ou pato.

Enviado por Arthur Miranda (Tutu) - 27.miranda@gmail.com
Publicado em 17/02/2014

Ana, veja só o que um pato faz na vida da gente! Imagino que um foi pra panela.Muito engraçada a sua historia. Um abraço.

Enviado por Margarida Pedroso Peramezza - margaridaperamezza@gmail.com
Publicado em 17/02/2014

Um pato, sem ser feio, cresceu, ficou do tamanho de um cisne,

voltou pro seu ambiente, correu, brincou, comeu, cresceu engordou.

Qual o fim dessa bela linda novela?

pato que engorda, espera o que? PANELA.

Parabéns, Parra.

Modesto

Enviado por Modesto Laruccia - modesto.laruccia@hotmail.com
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