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:: O Brooklin dos meus amores ::

Categoria: Nossos bairros, nossas vidas

Autor(a): Johannes W. Luyten | história publicada em 22/11/2005

A minha família mudou para o Brooklin (Velho) no início de 1954.

Vi erguer o primeiro prédio do bairro (3 andares) quase esquina da Santo Amaro com a Morumbi. No andar térreo ficava a loja de Sapatos dos irmãos Petrella. Ao lado ficava a Agência do Banco Brasileiro de Descontos S.A. (Bradesco), que anos mais tarde se mudaria para a nova Agencia Colonial esquina da Santo Amaro com a Morumbi, onde funcionavam a Padaria Moriatan, uma marcenaria e a floricultura 3 Pinheiros.

Contavam os mais antigos, que as pessoas que iam de ônibus até o centro da cidade, deixavam na "Moriatan", em dias de chuva, os sapatos sujos de barro e calçavam um par limpo, para trocá-los novamente no retorno.

Os padres do PIME - Italianos, construíram a igreja matriz do Sagrado Coração de Jesus em cima de uma igrejinha que existia no local.

O colégio Meninopolis (obra do Padre Carlos Acquani) era de madeira. Graças também às doações e empenhos dos moradores do bairro se transformou no belo prédio de hoje. Educadores da época: Dona Ida (diretora e disciplinadora), o Zé Vinte (José Winter), Werneck, Padre Teodoro e tantos outros.

Funcionava ao lado do colégio o cine Meninopolis, onde após assistir a missa dominical de manhã e participar da catequese à tarde, dava direito da molecada assistir a matinê com os seus famosos "seriados". No capítulo seguinte o mocinho ou mocinha sempre se salvavam.

Existia a famosa "Turma do Danúbio" que se encontrava regularmente na padaria Danúbio Azul no inicio da Rua Joaquim Nabuco. Se essa turma não fosse convidada nos bailinhos familiares da época, era barulho na certa.

Os bailes carnavalescos no Esporte Clube Banespa (Av. Santo Amaro)e no "clube alemão de Piraquara" Kolping Haus eram famosos e inesquecíveis.

Os primeiros "hamburguers", e "mils shakes" no Dog Burger que funcionava perto da esquina da linha do bonde com a Rua Joaquim Nabuco, quase ao lado da casa onde morava o pai do Nachtergale, amigo do meu irmão.

O colégio BVM onde a gente ia paquerar as meninas na esquina.

A chácara da China onde a gente brincava de mocinho e bandido, onde hoje funciona a fábrica da Kibon.

Os apitos às 06:00 da manhã e às 22:00 da Orquima (Av. Santo Amaro quase em frente das Marcas Famosas). Poucos talvez sabiam que lá se processava a famosa areia monazitica que vinha do Espírito Santo.

O empório Alarcon na antiga Rua das Acácias (hoje Pássaros e Flores), onde tínhamos "conta". O Dudé, Sr. João, Sr. Manolo, Sr. Pedro. O "Zé Boi" que assustava pelo tamanho dos pés, sempre descalço, mas gostava das crianças e empurrava um carrinho nas feiras de Terça e Sexta.

O Brooklin dos mais ricos (parte de cima da Joaquim Nabuco e adjacências), o dos mais pobres na parte baixa que se estendia até o rio Pinheiros. A linha do bonde era o "divisor" das classes. Na hora dos bailinhos todos se misturavam e se divertiam. Meninas traziam bolos e salgados, os rapazes rum, coca cola, Crush e Vodca. Elvis, Paul Anka, Little Richard, Pat Boone, Connie Francis, Harry Belafonte, e outros embalavam o nossos sonhos e tristezas quando levavamos um fora de alguma guria, que se negava a dançar com a gente - levar tábua como se dizia.

Assim era, e hoje mergulhado nas minhas memórias:

Nenhuma tristeza, nenhuma esperança, tudo que devia acontecer está acontecendo . . . . .

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:: COMENTÁRIOS ::


    Prezado Sr. Rogério Zanetti, li seu depoimento sobre o Brooklin e notei q o sr tem fotoa dos anos 50 e 60, Como sou morodador deste querido bairro desde 1947, gostaria de poder ver estas fotos. Agradeceria muito se o sr pudesse nanda-las para o meu e mail (hilariorenato@hotmail.com) Meu telefone é (11) 9812.56.78. Um forte abrçaos, e desde já muito obrigado 

    [ Enviado em 11/8/2010 por Renato Hilario da Silva - hilariorenato@hotmail.com ]



    alguem sabe sobre benedita martins miguel? ela lecionava datilografia na avenida morumbi na decada de 60 na escola do professor osmar perrotta.gostaria de reencontra-la. abraços a todos, nancy 

    [ Enviado em 8/8/2010 por nancy perrotta - nancy@brabo.com.br ]



    Sou o irmao do Johannes. Morro já 35 anos na Holanda,mas nunca esqueco dos anos que vivi no Brooklin (1953 até 1970). Lá conheci a minha primeira namorada a Denise Quental, querida voce vive ainda? Descobri da onde vem o nome Brooklin. Como todos sabem do bairro Brooklyn em New York. Mas Brooklyn foi adaptado pelos imigrantes holandeses de BREUKELEN cidade perto de Amsterdam  

    [ Enviado em 12/7/2010 por Paul Luyten - paulluyten@live.nl ]



    Alguém tem uma história sobre os assaltos no nosso bairro? Em um mês eu tenho 3. O que essa comunidade poderia fazer para que a gente continue VIVO, contando juntos a nossa tão feliz história do bairro?!  

    [ Enviado em 12/5/2010 por Sandra Gnocchi Caracciolo - sgc1@uol.com.br ]



    O quê está acontecendo com o Brooklin?! A insegurança é total. Nossa história está se perdendo e se confundindo com o medo de morar aqui. Que pena, eu sempre fui tão feliz nesse bairro... 

    [ Enviado em 5/5/2010 por Sandra - sgc1@uol.com.br ]



    Eu estou concluindo,meus tempos antigos,comercios local, Aleotti/Walfran/Ortelan/Cartorio/Danubio Azul/Alarcon/Conti/ Pessoas Pde Carlos/Pfa Nazaré/Pfa Ida Varoni (regua 50 cms.) Zé Winter/Oswaldo Buzzi/e muitos mais Obrigado  

    [ Enviado em 2/5/2010 por Mauro Matias - matiasdalcon@gmail.com.br ]



    Johanes Luyten Maravilha,muito emocionante,o seu proposito já foi muito importante,e agora com depoimento de todos amigos,já posso considerar por somos uma grande familia do nosso Brooklin, que por sinal conheço vc e seus irmãos, só não sei identificar qual de vocês é,eu suponho que sejá o mais idoso dos irmãos, eu sou o Mauro,que estudei no Meninopolis,na minha infancia,e para relembrar a você e a todos trabalhei quando jovem na Casa José Cardoso,na av Morumbi, esquina com Raposo Tavares,  

    [ Enviado em 2/5/2010 por Mauro Matias - matiasdalcon@gmail.com ]



    que surpresa boa...uma colega do colegio bvm me encontrou atraves deste site. se alguem souber do paradeiro de maria benedita martins miguel por fovor me avise. o pai dela teve um bar na avenida morumbi ao lado de uma farmacia em frente ao colegio bvm. eram uma familia de portugueses e a irma dela chamava maria jose. nancy perrotta 

    [ Enviado em 19/4/2010 por nancy - nancy@brabo.com.br ]



    NASCI NO BROOKLIN EM 1965, ESTUDEI ATÉ Á 5 SERIE NO ENNIO VOSS, DEPOIS FUI ESTUDAR NO COLEGIO ADVENTISTA GERMANO RITTER,E TERMINEI NO AVANÇO. O BROOKLIN PRA MIM É TUDO DE BOM! MOREI 10 ANOS NO MORUMBI, E, VOLTEI PARA O BROOKLIN NO ANO RETRASADO! QUE MARAVILHA! LEMBRO DE QUASE TUDO QUE VOCES ESTÃO ESCREVENDO, MORUMBA´S DOG, PEG PAG, PAPELARIA DUX, YARA, ONO, 3 MENINAS, DO LOS ALAMOS( AQUELES PREDIOS NA AV STO AMARO)NO MEU FUTEBOL DIARIO NA RUA HUMAITÁ,NA PADARIA PETROPOLIS, HOJE TORTULA,ETC.... 

    [ Enviado em 16/3/2010 por WALLACE - junior@cafepele.com.br ]



    Estudei no BVM e no Meninopolis fui parte da turminha do Danubio naquele tempo de ouro e muitas lembrancas. Muitas saudades. Estou nos EUA desde 1970. Obrigado pelas recordacoes. 

    [ Enviado em 10/3/2010 por Samuel Galvao (Samuca) - sam.galvao1950@gmail.com ]



    Que bom é relembrar. Saudades da padaria Danubio, da turma toda, do colégio Meninópolis, do Morumbas Dog (pra mim o melhor hamburguer da região), das baladas da época (os famosos bailinhos regados a rum com coca-cola e vodca com crush o famoso drink e tambem famoso progarama da TV Record, o velho bonde, etc, etc, etc. Alguem lembra do bar Pica Pau, do Holanda (ainda existe) da churrascaria Casa Branca?Das mesas de snooker, do Ruy(relojoeiro)As sextas nos encontramos na Danubio para tomar umas !! 

    [ Enviado em 26/2/2010 por Paul Pearson - ppearson@bol.com.br ]



    natole cirello que ainda nos encontramos pois fomos alunos do alberto conti no ginasio e colegial.Quem me trazia para o colegio era o onibus do Marcus Valente e o motorista era o Sr Joaquim.quem for da epoca entre em contato.sera muito legal.estou com 64 anos e ainda moronobrooklin,na Roque Petrella. foi bom ler todas estas estorias,abracos acacio 

    [ Enviado em 23/2/2010 por acacio jose quintino de freitas - acacio.freitas@yahoo.com.br ]



    gostei muito da sua história e percebi que vc morou muito tempo na região do brooklin, nao sei se vc conheceu uma borracharia que foi montada na av sto amaro onde hoje é uma agência do banco itaú? gostaria de saber se vc tem fotos daquela borracharia ou se conhece alguem que possa ter, fico no seu aguardo abraços 

    [ Enviado em 26/1/2010 por Heriberto - atacado@cfp.com.br ]



    Maravilha de historia!!!! Me deu uma saudade.... Nasci do outro lado da Av. Vicente Rao, mas estudei no Beatíssima e passei toda minha infancia com os amigos da antiga rua das acácias, miosotis, sempre vivas,etc. - Hoje estou com 48 anos, um filho casado de 31 anos que estudou no Meninópolis e um filho de 10 anos (temporão) que está estudando no Beatíssima. O Tempo é implacável, precioso e também maravilhoso. Obrigada por nos trazer tantas e belas recordações. Pati 

    [ Enviado em 24/1/2010 por PATRICIA CARDOSO - paticard21@hotmail.com ]



    Eu preciso descbrir o CNPJ da antiga KIBON queexixtia na rua Santo Acádio, para ajudar uma pessoa requerer a aposentadoria, pos ela foi cadatrada no PIS pela Kibon e perdeu a cart.prof. e ela não consegue provar o tempo que trabalhou na KIBON que foi de 1972 a 1975 

    [ Enviado em 16/10/2009 por ANA CATARINA - anakl@terra.co.br ]



    que felicidade recordar sobre o brooklin e tantas pessoas maravilhosa que conheci. nasci no brooklin em 1960 e tambem estudei no bvm. meus pai tinham uma escola de datilografia na avenida morumbi e uma loja de moveis para escritorio.passei pelo brooklin na semana passada somente para matar a saudade da minha infancia maravilhosa.saimos do brooklin em 1974.abraços a todos que fazem parte desse tempo maravilhoso.... nancy 

    [ Enviado em 23/9/2009 por nancy perrotta - nancy@brabo.com.br ]



    Que brilhantes memorias estão sendo relatadas da minha linda cidade São Paulo , pois morei por aí 20 anos e uns dias, chegando no dia primeiro de abril de 1977 e aos 17 dias de abril estava trabalhando no Banco Com e Ind de S Paulo COMIND, depois trabalhei no SERPRO e Atacadão S/A, deixando a cidade de S Paulo em 1995, hoje moro em Natal - RN mas não deixo de visitar a minha queirda cidade São Paulo. São Paulo voce é tudo que a vida tem , é só procurar.  

    [ Enviado em 29/7/2009 por JOÃO BATISTA DE BARROS - joao.batista1@hotmail.com ]



    No mês de Junho passado, por uma iniciativa de alguns ex-alunos do Meninópolis, foi realizada uma grande confraternização com a participação de cerca de 350 ex-alunos formados entre 1966 e 1982. Com 87 anos de idade, o fundador Pe. Carlos Acquani participou da Itália pela Internet via Skype. Mas, Pe. Teodoro e os professores Rodolfo, Rubão e Malavase estiveram presentes. Foi fantástica, 

    [ Enviado em 17/7/2009 por Miguel Sacramento - miguel.sacramento@gmail.com ]



    Por favor, algum morador do Brooklin antigo ( de 1957 em diante...), lembra de uma borracharia na av. santo amaro (entre as Ruas Joaquim Nabuco e Pássaros e Flores), que tínha uma Bomba de Gasolina Gulf na frente??? Fico no aguardo...obrigada. 

    [ Enviado em 6/7/2009 por Martha - marthatejada@uol.com.br ]



    Não morei no Brooklin, mas estudei no Ennio Voss quando ainda ocupava o prédio do Mário de Andrade, lá em cima da Joaquim Nabuco depois da linha do bonde.Andei muito pelo bairro e tudo que foi mencionado faz parte das minhas lembranças de adolescente. Até hoje passo por lá e sinto saudades. 

    [ Enviado em 8/6/2009 por Paulo Duarte - paulod.rezende@bol.com.br ]



    Para Sandra caracciolo.Quando li o seu depoimento no site "São Paulo minha cidade " sobre o brooklin e vi que você morou na mesma rua que morei , Rua Pássaros e Flores o número da minha casa era 349 sou filho da D.Albertina que era costureira meu nome é José, estudei com o Marco Bertella no Meninópolis o meu apelido na época era Zé Bacalhau, vivi no brooklin até os meus 30 anos quando mudei para São Sebastião onde moro até hoje. Na mesma turma andava o Vicente, Bigú , Winston, Déo, o Rato todos meus amigos até hoje menos o Déo que faleceu em um acidente de Ultraleve em São José dos Campos! Gostaria de saber onde você morava na Rua Pássaros e Flôres , Saudades daquela época ! Sds, J.Valpereiro 

    [ Enviado em 1/6/2009 por Jvalpereiro (Zé Bacalhau ) - jvalpereiro@uol.com.br ]



    A relação da minha família com o Brooklin é talvez com o começo desse amado bairro. O meu avô (Antonio Ferreira Martins) comprou um lote na antiga (Chacara das Flôres) hoje rua Pássaros e Flôres. Minha família interia morou e ainda mora no Brooklin. A minha mãe Maria Albertina Martins costureira (Tininha) já falecida, e a minha tia Rosa foram uma das primeiras alunas do Beatíssima e o meu tia Antonio foi estudante do Meninópolis tenho uma foto dele de goleiro e o Rivelino como mascote da equipe. Estudei no Meninópolis a minha vida inteira do primário ao científico estudei com a D.Pérola (paixão de todos os meninos da classe!) Meu apelido era Zé Bacalhau andei com o Jhonny, Edgard Missaka, Vicente, Rato ,Bigú , Déo (já falecido ) Marco Bertella . Hoje moro em São Sebastião no litoral norte de São Paulo, sou fotógrafo da Petrobras e sempre que vou para São Paulo passo pela rua Pássaros e Flôres,onde a minha família ainda tem uma casa (hoje alugada ). Que saudades , do Alarcon, do murinho em frente ao Beatíssima, da Regina,que ainda guardo no meu coração! da Marilú, Marcia e a Marta ,da Adriana ,Marisa, Martinha e da Magda. O Brooklin sempre está presente na minha vida .... ainda sinto o a cheiro das tardes de inverno ... das musicas no quarto ....dos primeiros amores... quanta saudade ! 

    [ Enviado em 1/6/2009 por J.Valpereiro (Zé Bacalhau) - jvalpereiro@uol.com.br ]



    Obrigado por fazer esta epoca reviver em minha Memoria.Deixei o Brasil em 1970 e moro nos Estados Unidos desde entao,vim de carona pela Panamericana ate o Mexico.Era um dos brigentos do Danubio Azul 

    [ Enviado em 18/5/2009 por Samuel Galvao Samuca - sam.galvao1950@gmail.com ]



    Obrigado por fazer esta epoca reviver em minha Memoria. 

    [ Enviado em 18/5/2009 por Samuel Galvao Samuca - sam.galvao1950@gmail.com ]



    Ainda me lembro dos tempos que eu andava com o meu Karmann Ghia laranja pelas rua do bairro, do citroen envenado do Sergio, que hj é colecionador de Willys interlagos. Se alguem tiver fotos da época, eu agradeceria muito se me enviassem.  

    [ Enviado em 20/3/2009 por Renato Hilario - hilariorenato@hotmail.com ]



    Como é bom recordar do Brooklin do passado. Eu mudei para o Brooklin em 1.948. Fui morar bem na frente da padaria Danubio Azul. Ainda me lembro da farmacia do "Seu" Roque. Ainda moro no Brooklin, e pretendo terminar os meus dias por aqui. Um abraçõ e obrigado pelas lindas lembranças  

    [ Enviado em 20/3/2009 por Renato Hilario - hilariorenato@hotmail.com ]



    Sr. Johannes, por favor entre em contato. Tenho urgência em falar. Grato. Collodoro 

    [ Enviado em 13/3/2009 por Collodoro - jcollodoro@hotmail.com ]



    Caros amigos, No próximo mes de Maio/09, estaremos realizando um grande encontro dos ex-alunos do Colégio Meninopolis. Nesta oportunidade, estaremos trazendo de Milão o Pe. Carlo Acquani. Quem tiver interesse em estar participando deste evento, peço entrar em contato. Um abraço. Collodoro jcollodoro@hotmail.com 

    [ Enviado em 9/3/2009 por Collodoro - jcollodoro@hotmail.com ]



    Eu fui aluno do Externato e Internato Nosso Brasil em 1961/62, gostaria de rever ex-alunos  

    [ Enviado em 27/1/2009 por Roberto Figueiredo - robertfigueiredo@terra.com.br ]



    Caros amigos, Nasci em 1953 no Brooklin. Morava na Rua Álvaro Rodrigues, 449, nos fundos da casa da minha Vó Gracia. meu avô na década de 40 tinha uma chacara de flores, onde hoje é o Colégio Enio Voss. Tenho muitas saudades dessa época. Como não poderia ser diferente, estudei no Colégio de Meninopolis de 1961 a 1972. Meu pai, José Collodoro (ZICO), passou cinema no Cine Meninopolis por 15 anos, sem cobrar nada, apenas para ajudar o Pe. Carlos Acquani a construir o Colégio Meninopolis. Vi abaixo, que algumas pessoas estudaram música com o meu Tio Medina, que também morava na Rua Álvaro Rodrigues, logo após a Rua Brito Peixoto. Passado quase 40 anos da nossa formatura no ginásio, resolvi procurar os amigos da época e para minha surpresa já consegui localizar 99 alunos e 9 professores, inclusive o Pe. Teodoro e o Pe. Carlos Acquani, que hoje mora em Milão. Nosso jantar este ano será no próximo dia 14/12/08 e já estamos com mais de 80 confirmações. Se tem alguém daquela época e quiser fazer contato estou à disposição. Um forte abraço a todos e eterna saudades do antigo e aconchegante Brooklin. J.R.Collodoro 

    [ Enviado em 5/12/2008 por J.R.Collodoro - jcollodoro@hotmail.com ]



    Boa tarde amigos e amigas do querido barrio. Outro dia estava lendo os artigos da antiga Nuclemon, gostaria de saber o que foi feito para os moradores dos novos condominios que foram construidos no local? Sera que foram informados?Sera que os testes sao veridicos em um pais de mentiras onde o "ser Brasileiro" tem valor tudo depende de quanto voce oferece. Aos seus filhos que estao pra nascer, espero eu um dia nosso país possa cair no bom senso e exigir o nosso direito como cidadao, Honestamente tenho pena de quem achou que fez um otimo negocio. 

    [ Enviado em 24/11/2008 por Marcos Torrani - marktorrani@hotmail.com ]



    Outro dia,estava no Salão de Beleza olhando para a casa do Professor Julio, do B.V.M. E me lembrei dele. Hj é uma casa de informática.E o professor Julio, como vai? Ele foi professor da minha irmã. Sim, me lembro dele.E também do professor Calazans,da dona Odila, do professor Roxo. Votar no Beatíssima dá uma nostalgia !!! Lembro da casinha antiga branca de senhora alemã que o Beatíssima comprou e que hj é o viveiro, do armazém do seu Diamantino e da papelaria do Seu Said e da Dona Alzira. Do Petrelinha e das Três Meninas. Do Peg-Pag,que tinha bexigas de gás a venda.  

    [ Enviado em 4/11/2008 por Maria Luiza Costa - isabertero@hotmail.com ]



    É uma pena ter fechado o Meninópolis, estudei lá do pré-primário ao 4º ano ginasial e meu filho do 1º ano até o fim do colegial, minhas irmãs no Beatíssima, tempos bons... 

    [ Enviado em 20/10/2008 por Armando - armando@fabricase.com.br ]



    Olá, gostaria de saber se alguem se lembra do meu pai, Julio Madarasz, prof. de portugues do Beatissima. Vi esse site e meu pai sabe da existencia dele, por favor se alguem o conhece me mande noticias para eu avisa-lo. Creio que na idade que ele tem agora ficaria mto, mto feliz em lembrar de velhos amigos.. Obrigada. Leticia 

    [ Enviado em 9/10/2008 por Leticia - leticia_madarasz@yahoo.com.br ]



    Ola , alguem se lembra de dois irmão que dirigiarm um Gordine todo estropiado.mas que era presente em todos os bailinhos do Brooklin era uim Gordine se nao me engano meio roxo , sem assoalho , eles faziam o maior BANZÈ pelo Brooklin , um deles tinha oculos , se alguem souber de alguma informação me comunique obrigado Tuca. 

    [ Enviado em 13/9/2008 por carlos Antonio - C_ventarola@hotmail.com ]



    otimo,linda.... enfim ,very good. mande mais historias.  

    [ Enviado em 25/8/2008 por luis viana - luisvquiterio@yahoo.com.br ]



    Fiquei muito feliz de ter encontrado este site, li tudo que escreveram do Brooklin, só não encontrei comentários sobre o Parquinho do Brooklin, era uma referência do bairro, também o Magazine São José, do bar Praia, do Dinhos Place. Trabalhei no banco do Commércio Indústria da Princesa Isabel, esquina com Bernardino de Campos, em frente o Judo Ono, onde conheci meu marido Oscar, quem se lembra do Falcone gerente, Marly, Lucia, Pauleti, Estela (ainda encontro com ela pelos bancos do Brooklin). Também trabalhei na Lacta de 75 a 82. Li em um dos relatos do Morumbas, que delicia de cheese salada, também do Chico Hamburger, do Chá Yara. Eu vivi e vivo ótimos momentos nesse bairro. Parabéns por esta iniciativa, é muito bom relembrar, principalmente quando se tem ótimas lembranças.  

    [ Enviado em 11/8/2008 por Alice - 1234mottas@uol.com.br ]



    Mudamos para o Brooklin em 1973, tinha 03 anos e minha irmã 05.Meus pais residem lá até hj. Moramos na antiga Matias Cardoso, atual Roque Petrella.Sinto saudade de minha infância e adolescência nesse bairro. Lembro da Colossal, onde minha mãe comprava aqueles sapatos de bico quadrado com uma costura no meio, da loja de brinquedos que ficava na Av. Santo Amaro, das missas de domingo ás 8:00 da manhã com o Padre Antônio (bravo). Quantas brincadeiras e paqueras ficaram em minha memória nas rua bo Brooklin, sempre que venho a casa de meus pais, gosto de andar lentamente para relembrar meu tempo de infância. 

    [ Enviado em 6/8/2008 por Carlos - c_valpereiro@hotmail.com ]



    Caros brooklinenses, dos tempos que nao voltam mais,eu REINALDO SA e meu irmao ALBERTO filhos da Dona Myrian e do SR ODIL de SA ,fomos moradores nos idos dos anos 60 e 70, na travessa das ACACIAS , mais conhecida pelos moradores de la como VILINHA na lateral do Meninopolis, dentre tantos relatos que nos remetem a uma epoca saudosa e saudavel, tanto da epoca do antigo Meninopolis onde cursei o ginasio no tempo da Dona IDA com aqueles cabelos com rinsagem lilas, da Prof Perola , Prof Cruz , Prof Rodolfo que ficava na marcacao no horario do recreio, Sr.Osvaldo e tantos outros, o Beatissima, onde fiz meu pre primario, alguem lembra da pararia MORIATAN ? onde foi construido o BRADESCO, e de ter tomado TUBAINA E CEREJINHA na lanchonete MORUMBAS DOG que ficava em frente da papelaria NSRA APARECIDA, e do Campinho onde jogavamos futebol, das festas juninas que eram organizadas na VILINHA, do clube URSO BRANCO, em frente a MARCAS FAMOSAS, e da CALOI que ficava em frente a casa da Dona Nilva Mae do Fabio Jr, saudades de uma epoca maravilhosa. abracos e saudacoes a todos. Fica aqui meu E-mail a disposicao 

    [ Enviado em 1/8/2008 por Reinaldo Sa - naldo_sa@yahoo.com.br ]



    Fantasticos os seus relatos dessas hestorias ,chego a chorar pois eramos tao felizes e nao sabiamos. Nasci na rua das acacias em 1948 meu pae era o Vicente Pardini ums dos primeiros sapateiro do BROOKILIN na av morumbi colado a padaria moriatan,estudei no colegio MENINOPOLIS nos anos 58 60; QUE BARATO ERA O BROOKILIN. LINDO O QUE VOCE CONTOU LEMBREI E CURTI TODO O QUE ESTA ESCRITO UM GRANDE ABRAÇO 

    [ Enviado em 20/7/2008 por ANTONIO IZAIAS PARDINI - toninho.pardini@yahoo.com.br ]



    Por onde andará a Heleninha (Heloisa Helena Machado) musa do meu primeiro amor, moradora no Brooklin, precisamente na Rua das Acácias e minha quase vizinha? 

    [ Enviado em 27/6/2008 por Johannes Luyten - jwluyten@yahoo.com ]



    João Bosco, Um forte abraço e muito obrigado pelos seus testemunhos e relatos precisos e preciosos. Gostaria de lembrar que o Padre Carlos Acquani possui um acêrvo fotográfico digno de louvor a respeito do Brooklin e de todas as fases do Meninopolis. Seria bom se alguém pudesse contatá-lo e solicitar estas fotos antes que desapareçam. Fica a sugestão. Abraços Johannes Luyten 

    [ Enviado em 27/6/2008 por Johannes Luyten - jwluyten@yahoo.com ]



    Prezados brooklinenses, antigos e atuais, ex-alunos do Meninópolis, que veio depois de mim, e Beatíssima Virgem Maria, onde fiz o jardim da infância, acrescentem às ótimas anotações do Johannes episódios de um lugar que São Paulo não permitiu que se conservasse como sempre havíamos desejado. Relembrem, neste site "Os padres e as freiras do Brooklin." Grande abraço a Diana Junqueira, filha de nossos grandes e saudosos amigos, Grabriel em Da.Maria. Tenho saudades de você, que conheci ainda menina.  

    [ Enviado em 19/5/2008 por João Bosco Petroni - jbpetroni.adv@uol.com.br ]



    Sólembrando.....o Salão de Chá Yara, na av. Sto Amaro....o Carmo, frequentador da Padaria Danúbio.... 

    [ Enviado em 9/5/2008 por Gerda - paris97ingried@gmail.com ]



    Parabens se esqueceu das minas de areia unde hoje é a TV globo 

    [ Enviado em 9/5/2008 por marcelo meyer(magu) - marcelomeyer@terra.com.br ]



    Do fundo do coração faço uma homenagem a pessoa que mais amei na minha vida e que me fez viver alguns anos da minha vida nesse querido bairro. Sandra Gnocchi, sempre te amarei! 

    [ Enviado em 12/3/2008 por Luiz Eduardo - luiz.eduardo@pocos-net.com.br ]



    Dr. Belardi, Prof. Calazans,hambúrguer do "Caiçara", Kibamba e Lingote da Kibon 

    [ Enviado em 12/3/2008 por Gerda - paris97ingried@gmail.com ]



    Hola. Estudie en el COLEGIO MENINOPOLIS los años 61,62,63,64,65 y 66, conoci al PADRE CARLOS y al PADRE TEODORO. Vivo en ESPAÑA desde hace muchos años. Saludos Victor 

    [ Enviado em 13/2/2008 por victor leal pita - limpiezasvictor@ferrol.net ]



    Valeu foguinho , a gente precisa se encontrar para matar a saudade , acho que a gente podia se encontrar no restaurante do nene" Eucaliptus " na avenida dos eucaliptos, travessa da av. sto amaro; eu ja sabia do baixinho , agora nao sei se o bolacha"" ainda esta vivo , pra quem nao sabe os dois faziam parte do grupo Novos Baianos , o baixinho era bom na bateria e o bolacha era figurante.Abraços Bié 

    [ Enviado em 12/2/2008 por gabriel junqueira leite(bié) - gjleite@netsite.com.br ]



    Oi pessoal do broolkin velho,Adorei voltar aos anos 60e70 Depoimentos como os do Bie( irmão do nenê) e Marcos Valente irmão da Suely ( amiga da Lela ( minha irmã)que eram amigas da Nadia e da Ana Maria Graciano.Bie caso você naõ sabe, o Baixinho morreu a uns cinco anos, o Fê ja não mora na Francisco Dias Velho, metade do quarteirão foi vendido para uma costrutora e vaõ construir apartamentos.O Meninópolis fechou a mais de tres anos.  

    [ Enviado em 2/2/2008 por giorgio lanzone ( FOGUINHO ) - galanzone@uol.com.br ]



    Bom Dia! Meu nome é Fernando e trabalho em uma instituição para portadores de síndrome de down aqui no brooklin e, nesse semestre, estaremos realizando com os alunos um projeto de resgate histórico do bairro. Estamos à procura de pessoas que vivenciaram outras épocas do bairro e que possam contar um pouco da história da região e se possível nos mostrar imagens antigas. Caro Johanes, seria possível um contato para que possamos conhecer um pouco da história que vc vivenciou durante esses anos? Estamos ansiosos para conhecer um pouco mais da sua experiência. Grato, Fernando.  

    [ Enviado em 1/2/2008 por Fernando - fsarnes@uol.com.br ]



    Johannes, bonito texto.Gostaria de saber se voçê tem fotos antigas dos locais descritos Obrigado 

    [ Enviado em 19/12/2007 por Jorgerodrigues - jorgerodrigues33@yahoo.com.br ]



    Salve Johannes e todos do Brooklin!!! Aqui quem fala é CarlosCarlos, sou um brookliniano da nova geração, sou nascido no Brooklin, no ano de 1980. Meus pais haviam acabado de se mudar para o bairro e moro na mesma casa desde então, na Rua Godói Colaço, nº 574, esquina com a Rua Bartolomeu Feio... Posso dizer que amo de paixão esse bairro e sempre gostei de evidenciar aos meus amigos esse afeto ao lugar em que moramos, já que somos nós quem pode preservar e resgatar a memória desse bairro tão interessante e de pessoas igualmente especiais. É por isso também que ando preocupado com algumas movimentações que andam acontecendo próximas a região da minha casa. Não estou lembrando agora qual o nome da rua, mas é a primeira transversal da Rua Bartolomeu Feio, vindo da Avenida Santo Amaro, vocês devem lembrar... Algum empresário espertalhão deciciu investir seus dólares nessa rua, e simplesmente tombou um quarteirão inteiro em prol de seu empreendimento lucrativo e nebuloso aqui pelo nosso bairro... Quando vi isso, fiquei muito preocupado com os rumos que nosso bairro irá tomar daqui pra frente e pergunto: Nessa área do Brooklin não existe a proibição para a construção de prédios e condomínios fechados??? Como fica isso?? Porque sinceramente tenho um medo grande do Brooklin se tornar um Campo Belo, no sentido de prédios e condomínios ou uma Vila Olímpia, no sentido de baladas e bares por todo canto.. Não é exagero, minha tia mora a anos e anos na Vila Olímpia e minha prima disse que a pouco tempo atrás a Vila Olímpia era totalmente diferente... Hoje em dia basta se ter dinheiro para se passar por cima de pessoas e construções... Parece que nada mais importa, mas aqui fica esse alerta para os moradores de nosso bairro, caso alguém mais se identifique com o tema favor contatar-me por email.. Quem sabe não podemos formar um grupo em prol dessas causas nobres e também simplesmente para trocar idéias e informações. Bom, foi um prazer, espero ainda conhecê-los todos pessoalmente. Um abraço, CarlosCarlos Ps: Também quero saber se alguém por aí já cruzou o Raul Seixas por algum boteco ou lugar por aí, no tempo que ele morava por aqui. 

    [ Enviado em 11/12/2007 por CarlosCarlos - carlosamarelo@gmail.com ]



    eu tambem vivi parte dessa linda historia do brooklin  

    [ Enviado em 13/11/2007 por erasmo de assis - erasmodeassis@terra.com.br ]



    Sou irmao do Johannes, e moro na Holanda. Descobri que o nome de Brooklin vem do nome Brooklyn. E o nome Brooklyn foi dado por emigrantes holandeses nos Estados Unidos de BREUKELEN, que é uma cidade holandesa. 

    [ Enviado em 24/10/2007 por Paul Luyten - luyten80@hetnet.nl ]



    Gostaria de saber se há pessoas que moravam no Brooklin e estudaram no Meninóplis (1957 a 1960) e como eu vivem na Holanda.  

    [ Enviado em 24/10/2007 por Paul Luyten - luyten80@hetnet.nl ]



    também fui aluno do colegio meninopolis , não odemos deixar de citar aqui a Professora Zoé, Dna Perola , Prof Marmo de historia , Moises de Ciencias....tantas pessoas que passaram por nossas vidas ; tempos bons .....  

    [ Enviado em 19/10/2007 por rubens mathias baptista filho - r.filho@mangels.com.br ]



    ..relatos maravilhosos!!! levou-me a reviver "aqueles velhos e bons tempos" !!...varios amigos do meninópolis..carlos sampaio...horacio pompeo malozzi..paulus gerardus maria luyten.. que beleza!! 

    [ Enviado em 15/10/2007 por wellington giglio rocha - wgiglio@uol.com.br ]



    Parabéns pela memória, isso faz com que lembremos do passado que ainda se faz presente. Gostaria de saber se alguém ainda tem alguma lemrança do antigo Externato e Internato Nosso Brasil, que ficava na Joaquim Nabuco, 430, logo depois instalaram o Maria Fulô. 

    [ Enviado em 8/10/2007 por Roberto Figueiredo - robertfigueiredo@terra.com.br ]



    Lembrancas... Estudei no Colegio Meninpolis em 1959-1960. Moramos em Indianopolis e um onibus amarelo nos trazia a escola. O predio novo naquele tempo estava em construcao. Ja mais de quarenta anos vivo na Russia em St. Petersburgo,fui a Sao Paulo, mas nunca mais visitei o Broklin... Esta sempre no meu coracao!  

    [ Enviado em 4/10/2007 por Ivan Artsishevsky - spbprot@gmail.com ]



    Fiquei mto feliz em saber desse site pelo meu irmão Divaldo.Ainda moro nesse bairro maravilhoso.Atualmente moro na Rua Bartolomeu Feio.Conheci alguns nomes que se encontram nos relatos.Senti mtas saudades desse tpo.Tenho o previlégio de encontrar mtos delos pelo caminho como Facci (das lojas Facci da Joaquim Nabuco)Arnaldinho(da auto-escola do brooklin)Eu morava na rua Sto Arcadio,72 ao lado da Kibom.Tenho dois irmãos Divaldo e Tonico que tbem estudou no Meninopolis.Estudei mtos anos no Bea.Fazia mtos bailinhos na garagem da mha casa onde a bebida preferida era Cuba Libre.Que delicia.Minha turma era bem grande.Céres Cida.Flávia,Jeff,Paulo Rogério,Paulo9 Simoes,Suely Bandeira ,Gilda,Mina,Nena,Anadélia,Vicente Petrus e mtos outros.Frequentava os bailes de Carnaval no banespa.Adova as festas Juninas do Beatissima onde sempre encontrava os amigos do bairro.E o Morumbas então ,como era bom aqueles sanduiches. Eos bailes na Casa da Fazenda ? Alguem lembra das gincanas que a Kibon fazia? Minha rua ficava uma loucura,era mto divertido.Ficaria aqi falando mto sobre aquele tempo.Agradeço ao Johanes a oportunidade de tbem fazer um relato.Sua idéia foi maravilhosa parabéns  

    [ Enviado em 1/10/2007 por Tereza Cristina Ribeiro da Silva - tc-ribeiro@hotmail.com ]



    (complemento). Minha mãe já falecida disse-me uma vez que meu pai tinha trabalhado em uma padaria (provavelmente a Danúbio Azul) que ficava no ínicio da Joaquim Nabuco em frente a Vereador José Diniz. 

    [ Enviado em 30/9/2007 por Jorge de Melo Macedo - jmmacedo1980@yahoo.com.br ]



    Meu nome é Jorge de Melo Macedo, tenho 51 anos, sou morador do bairro do Campo Belo onde o Brooklin Paulista faz divisa. Meus avós moravam no Subdistrito de Indianópolis, a família MELLO, vieram para ali nos meados do século XX. Meu pai José de Mello jogou em um time de várzea do Brooklin Paulista, se não me engano ele falou que o campo deste time ficava próximo a igreja do Brooklin, e que neste time jogava o Feitiço, ex-profissional do Santos FC. Por acaso alguém tem notícia deste time ou alguma foto, desde já agradeço.  

    [ Enviado em 30/9/2007 por Jorge de Melo Macedo - jmmacedo1980@yahoo.com.br ]



    Prezados Brooklinenses. Na qualidade tb ser haver sido desde pequeno, tinha dois anos qdo nos mudamos para este inesquecivel lugar, aonde paseei minha infancia e minha adolescencia, lembro-me perfeitamente da maioria das pessoas e fatos que me marcaram para sempre. Estas pessoas que relataram eu os conheco quase todas, estudei tb no mario de andrade, beatissima, meninopolis, terminei na turma de 68 do antigo ginasio.Que epoca inesquessivel, estes relatos sao realmente uma volta a fantastica memoria.Nossa casa ficava na rua bernardino de campos, 305, entre as ruas barao do triunfo e a linha do bonde, meu pai se chamava Amadeu, minha mae ainda vive com 87 anos, minha irma mais velha Nara e Nadia.Elas como nao poderia deixar de ser estudaram tb no BVM, minha irma mais velha tinha a turma dela os irmaos mais velhos dos meus amigos, a maioria das pessoas que relataram os conlhe;o,repito, naquela epoca os mais velhos tinha o geraldinho, filho do sr. geraldo, diretor do colegio mario de andrade, o vidal, o pipo, dinho,a turma que morava acima da linha do bonde. Estudei qdo crian;a no nsaparecida em moema, eu e minha irma nadia iamos e voltavamos de bonde, o motorneiro se chamava sr pedro, pegavamos o mesmo no balao no brooklin, minha mae entao nos recomendava a ele e vinhamos com todo cuidado, porque sempre pegava o bonde no mesmo horario. Jogavamos sempre futebol em frente de casa, uma rua preticamente sem saida e passava carro de vez em qdo.Lembro-me tb da rua joaquim nabuco e todo seu entorno. Pessoas como meu amigo bile, nene, fe, baixinho, ricardinho,aos sabados nao podia faltar os esperados bailinhos, que em casa foram varios. Que boa lembran;a, o brooklin um lugar lindo, seguro e cheio de estoria na memoria daqueles que o viveram. A todos um grande abra;o. 

    [ Enviado em 4/9/2007 por Newton Ravani - nravani@ig.com.br ]



    Meus pais moram no Brooklin desde 1959. Eu estou no bairro desde 1967. Lembro de vários lugares mencionados, mas lembrei também da Escolinha das freiras da Av. Jurubatuba (que ainda existe), da Colossal calçados,da loja Buri,da papelaria Nossa Senhora Aparecida (hoje Embratel), da padaria África, do supermercado Gigante, da Parker, da Tempermetal,da King,da Balila, do Bazar 13, do Morumbas,da Argóvia, da papelaria Dux... A vizinhança era composta basicamente de imigrantes (italianos, alemães, japoneses, portugueses, ingleses...). Existia cordialidade e respeito entre todos. Mesmo com várias modificações ainda é um prazer morar neste bairro. 

    [ Enviado em 20/8/2007 por Noeli F. Santos - noelifs@gmail.com ]



    Como era chique morar no Brooklin Paulista! No passado, aqui pelas bandas de Santo Amaro, ou Satamaro, como diziam os nascidos por aqui, um dos sinais de sucesso financeiro, ostentação de riqueza e "glamour", ou ainda como se falava, aquele Fulano virou Tubão. Este termo Tubão, nasceu dos grandes carrões americanos dos anos dourados, por conta de suas exuberantes trazeiras, que pareciam "rabos de peixe". Voltando ao Brooklin, Santo Amaro ainda lamenta a perda de parte desse bairro para a Subprefeitura de Pinheiros. Hoje, aqueles que sempre residiram em Santo Amaro, moram em Pinheiros. Apesar da enorme luta que envolveram muitos santamarenses, a Lei que criou a Subprefeitura, obedeceu os limites territoriais dos Distritos e, sendo o Distrito do Itaim cortado ao meio pela Av. dos Bandeirantes, foi-se uma fatia considerável de Santo Amaro. Com a anexação do Distrito do Itaim à Subprefeitura de Pinheiros, parte do Brooklin Velho, e o Brooklin Novo, passaram a pertencer à região administrativa da Subprefeitura de Pinheiros. Com isso, perdemos parte importante de Santo Amaro que tinha uma ligação umbilical com nosso território. Essa ligação começa pelo fato de ter o Brooklin pertencido ao antigo Município de Santo Amaro, cujas divisas obedeciam ao antigo traçado do córrego da Traição, hoje ocupando o trajeto da Av. dos Bandeirantes, indo até o Rio Pinheiros nas proximidades da Usina Elevatória da Traição. Assim, sob o ponto de vista histórico e cultural o Brooklin Paulista, não tendo essa identificação com o bairro de Pinheiros, deve pertencer à administração de Santo Amaro, sobretudo porque naturalmente nasceu santamarense. Essa identidade histórica também existe, por conta de sua localização, posto que ficava no meio do caminho entre Santo Amaro e Ibirapuera, que era principal trajeto usado para a ligação entre o antigo Município e a Capital do Estado. Esse caminho era o principal canal de escoamento da produção agrícola dos sitiantes de toda a região santamarense para o centro de São Paulo.  

    [ Enviado em 9/8/2007 por Roberto Pavanelli - robertopavanelli@uol.com.br ]



    Em 1969 minha família mudou-se para o Brooklin na Rua Jataituba, 128. No começo achava o bairro muito distante do centro da cidade e com muitos estrangeiros. Estudei no BVM, na época da Irmã Caetana. Para ficar mais desinibida, o professor de Português Expedito sugeriu participar de uma peça de teatro na escola, onde também o Fabio Júnior e seu irmão, do Meninópolis, eram parte do elenco. Guardo muitas lembranças daquele tempo de juventude, do meu primeiro grande amor, das boas Festas Juninas do Colégio, de andar pelas ruas tranquilamente, de conversar longas horas no portão, conhecer tantas pessoas, interessantes e inteligentes, que deixaram marcas e até hoje as guardo no meu coração! Ana Regina Carnevalli Parra arcparra@ig.com.br  

    [ Enviado em 22/7/2007 por Ana Regina Carnevalli Parra - acrparra@ig.com.br ]



    Johanes, parabens pela iniciativa. Sempre me senti um tanto deslocado ao falar do Brooklin dos anos 60 e 70 com quem não o conheceu nessa época. Ainda sou morador do bairro. Nesses anos, eu morava na Travessa das Acácias, alí naquela vilinha ao lado do Meninópolis e, já na década de 70, na R.das Acácias, próximo ao "Alarcon". O Brooklin cresceu muito e, após tanto tempo, é difícil encontrar moradores dessa época. Sei que existem, lógico, mas com tanta gente nova no bairro é muito difícil trombar com um. Minha mãe, Áurea, hoje com 90 anos, era professora do primário no Meninópolis nessas duas décadas. O email dela é: veraode69@yahoo.com.br 

    [ Enviado em 21/7/2007 por João Moreira Filho - estacaomadeira@yahoo.com.br ]



    Gostei da sua narrativa.Ainda curto Paul Anka, Neil Sedaka , Elvis , Patt Boone e a Celly. Ali atrás da igreja, havia uma adega e vez por outra algum de nós, tomava um porre.Foi lá que após uma aula do Moisés de Biologia, quando soltei uma cobra no laboratório e ele me lascou um zero que fui , com os demais colegas da turma afogar minhas mágoas.O que você escreveu , me remeteu aos anos inesquecíveis de minha vida.ObrigadoEx-aluno do Meninópolis. Médico em Ribeirão Preto 

    [ Enviado em 23/6/2007 por Ibiracy de Barros Camargo - ibiracy@uol.com.br ]



    Caro Joan Enviei meu comentário ontem, e qdo fui fazer 1 correção , acabei clicando 2xs... Gde abço, Cris Barotti 

    [ Enviado em 21/6/2007 por Cristina - crisbarotti@hotmail.com ]



    As Vitórias Régias dos lagos da Chácara Flora com suas flores delicadamente rosas, onde atravessávamos bosques com suas árvores centenárias para fazer pic-nic... Eu, minha irmã Paola, Otavinho, Axel, Peter, Guy, Roney[q. quebrou meu dente jogando futebol], Roxael, Clever... A banda na garagem da casa do Otavinho, [onde moravam os baianos] foi alí q. toquei na bateria igual a dos Beatles [q. era do Axel]There's a kind of hush. Os cavalos da Hípica de Sto. Amaro q. passavam pela rua do Ouro a galope levantando poeira... O amolador de facas, o realengo com seu papagaio da sorte, o apito do guarda noturno... Os carrinhos de rolemã, Kart, bicicletas saindo em bandos, jogos de queimada, os filmes tipo Cinema Paradiso na casa do Sr.Ruy, os bailinhos na casa do Peter e do Axel... O filão de pão e o leite em garrafa de vidro deixados na soleira da porta... As calcinhas trocadas ensopadas de xixi por mim e pela Renata de tanto rir... O Pedro, Rosalvo e Eurídice q. vieram depois... Jango[meu primeiro namoradinho] Serginho, Virginia, e meu inesquecível amado amigo Flavio Wells Thompson de Carvalho, bem como seu irmão Mario e Dna Iris... O cheese maionese sem carne q. inventamos qdo o dinheiro estava curto... O Pastasciuta aberto pelos meus pais...meus pais...quanta saudade... Um beijo a todos, Cristina Barotti 

    [ Enviado em 20/6/2007 por Cristina - crisbarotti@hotmail.com ]



    Vc não pode imaginar o bem que me fez ler seu texto sobre o Brooklin Velho,nasci neste bairro em 1950 e permaneci até l988, quando me mudei para Campinas, cidade na qual vivo até hoje. Se vc quiser entrar em contato será um prazer, pois tenho inúmeras recordações do velho Brooklim e uma memória fantástica. Um abraço Maria Cristina 

    [ Enviado em 3/6/2007 por Maria Cristina Loiola Martins - mc_loiola@terra.com.br ]



    Eu me chamo Renata, morava na Rua do Ouro, atrás da Lacta e da linha do bonde, com o qual minha mãe ia trabalhar, e muitos dos nomes falados nesses comentários eu lembro bem, se bem que o meu irmão Roberto tenha uma memória muito melhor que a minha. Realmente, a vida no Brooklin Velho era uma delícia e não hesitaria em dizer que lá vivemos o melhor da nossa infância. Recentemente eu e uma amiguinha da época, Cristina Barotti, nos lembramos da amizade dos pais, das idiossincrasias de cada um, das portas abertas e do bando de crianças que brincavam na rua. Acrescento aos comentários trecho de um texto que escrevi há algum tempo atrás, que faz referência ao bairro: 1964 foi o ano que começou em silêncio. Eu morava no Brooklin Velho, na ex-rua do Ouro, atrás da linha do bonde e da Lacta, cercada de estrangeiros, das mais variadas procedências: nazistas, judeus, executivos de Genebra que vinham trabalhar na Ciba. Todos freqüentavam o comércio charmoso da Rua Joaquim Nabuco, onde até hoje se vende pedra brasileira e borboleta seca alfinetada. Lá havia uma das primeiras lanchonetes, “Sunday”, onde se fazia o melhor Milk Shake. Numa travessa, o restaurante Pastaciutta. No quarteirão em que eu morava, na esquina, o primeiro presidente da Volkswagen do Brasil, na outra, o presidente da Refinação de Milho Brasil e em frente, um homem muito rico, que não sei o que fazia. Ao nosso lado, Sr. Barotti, sua esposa D. Rina e filhas, Cristina e Paola. Dona Dora, Roney e Roxael. Seu Belvízio, que vivia reclamando do barulho das crianças brincando na rua. No bairro, muitas histórias da II Guerra - histórias de baionetas, campos de concentração, fugas e traumas que faziam pais de um amigo acordar à noite gritando, tantas décadas depois. Nós, meninas, ouvíamos essas histórias de queixos caídos. Eu num sobradinho e muitos em casarões com os primeiros interfones e portões automáticos que vi na vida. Eu numa escola pública, D. Pedro II, e ao lado o “jardim de infância” da prefeitura, onde tive aulas de catecismo dadas pela esposa do Seu Roque da farmácia N. Sra. Aparecida. Uma menininha alemã, cercada de babás, nem à escola ia; recebia aula de preceptores. Eu era pequena, mas fiquei muito impressionada com uma virada de clima no ano de 64. Meus pais estavam trabalhando, meu irmão na escola, a moça que trabalhava em casa passava roupa. Ouvi no rádio a voz soturna falando sobre as movimentações que resultaram no golpe de 64. Movimentação de tropas. Nomes de generais. Decretos, normas. Depois minha mãe deu algumas explicações e captei o clima, porque morava em bairro de gente que devido à sua história, está sempre, de alguma maneira, na defensiva. Apesar de todas as diferenças e procedências, todos se davam bem no bairro, havia muita educação e amizade, todos se conheciam e se cumprimentavam e, igualando todo mundo, havia a compra a granel na mercearia da Joaquim Nabuco onde anotávamos os gastos na ‘caderneta’. Os estrangeiros tinham mais senso de não desperdício e não tinham o costume de mesa farta e geladeira abarrotada. Saíam quase todos os dias às compras e compravam apenas o necessário. Bife, um para cada um. E naquele dia fizeram estoques de comida. Assim, num primeiro momento, houve burburinho no bairro. Depois, silêncio total. Janelas e cortinas fechadas. Nos dias seguintes, gente falando baixo. Outro clima se instalou e até as crianças ficaram recolhidas. Esta é a minha primeira ‘memória política’, feita mais de sensações. Foi estranho. Dava para sentir que alguma coisa substancial havia mudado. Mesmo assim, para nós, crianças, a vida continuou transcorrendo com liberdade, bicicleta, rolemã, queimada, jogo de taco, boneca Susy, franquia nas casas dos outros, galão de vidro de leite na porta, realengo, banho de chuva, guerra de mamona, estilingue, e os primeiros olhares de amores.  

    [ Enviado em 2/6/2007 por Renata Gouveia Delduque - renatadel@uol.com.br ]



    Sou assistente social(Campinas) e gostaria de fazer contato com moradores antigos da rua das margaridas da vila Mariana.Estou atendento uma senhora de 70 que foi criada em um orfanato e jura que seus pais moravam nesta rua.Seu maior desejo é conhecer seu passado e quem sabe localizar algum parente. Pensei que talvez vcs pudessem me ajudar. Caso isso seja possivel me escrevam e passarei mais detalhes. Agradeço antecipadamente qualquer retorno mesmo que negativo. D.Cida tem 70 anos e não sabemos quanto tempo ainda tem para realizar seu sonho. Abraços Elaine 

    [ Enviado em 25/5/2007 por elaine renata alves do carmo - elaine.alves@yahoo.com.br ]



    Bom dia! Alguem conheceu o Pe. Carlos Acquani? Caso alguem o tenha conhecido realmente, por favor, gostaria de saber! Somente depois de 47 anos resolvi investigar o seu paradeiro... Obrigado, Márcia. 

    [ Enviado em 9/5/2007 por Marcia - marciamarcondes@terra.com.br ]



    parabéns, Johannes, jamis poderemos esquecer tal infancia, tenho 55 anos de idade, fui para este inesquecivel bairro em 1954, morava na rua Emboabas nº 370, esquina com a rua Martim Francisco, bons tempos muita saudades. 

    [ Enviado em 23/4/2007 por walter ferreira martins de carvalho - wfcarvalho@prefeitura.sp.gov.br ]



    Que coisa boa recordar estes tempos!!!! Obrigada amigo Johannes por estes momentos felizes,que não voltam mais. Também mudei para o Brooklyn em 1954,assisti as matinês dos padres ao lado do colégio Meninópolis ,muitas vezes. Comprava o material escolar,ainda cursando o primário no Bazar Valente,frequentei as festinhas regadas a cuba-livre e hi-fi. Bons tempos aqueles meu amigo,que saudades! Conheci alguns dos que estão fazendo comentários por aqui,a família Petrela,pioneira no bairro,fomos vizinhos. Um grande beijo e obrigada mais uma vez por me fazer recordar coisas belas.  

    [ Enviado em 19/4/2007 por Helena Argiles - argileshelena@hotmail.com ]



    Fiz o primeiro ano no Meninópolis com a profa. Marlene .A escola era mesmo de madeira e levei muitas reguadas da D. Ida . Estamos falando de 1.955.No segundo ano a Frof. Bernadete . Morava em Campo Belo na R. Conde de Porto Alegre e meu irmão estudava no Col.Est. Mario de Andrade.Era tambem sócio do Banespa e vinha de bonde para o Club .Andei muito de carrinho de rolemã nas ladeiras da Conde de Porto Alegre c/ Espraiadas e R. Edson c/ Ver. J. Diniz . Sou de 1.948 e sinto muitas saudades desta época. Abraços 

    [ Enviado em 19/4/2007 por Osvaldo F. de Lima - osvaldofabris@gmail.com ]



    Meu deus!!!!! Que maravilha todos recordarem estes momentos!!! ainda moro no Brroklin Paulista (Velho), parabe3ns a todos 

    [ Enviado em 11/4/2007 por Rodrigo Avelino - rodrigoavelino@hotmail.com ]



    Falar deste bairro me tras muitas recodaçoes, trabalhei nos correios do brooklim no ano de 1998, fui muito feliz por ter conhecido a debora aquela gatinha morena, de apenas 16 anos... me apaixoei so que depois fui embrora pra minas gerais e nunca mais a vi.. a que saudades dos meus amigos, saboia, lu ee claro da minha paixão do são luis a Debora, que nao vejo mais. tichal valdi www.forrobomdimais.com.br 

    [ Enviado em 29/3/2007 por Valdir Cardoso - bandfm@viasat.ws ]



    Sim,também vivi muitos anos no Brooklin (Velho) Chegamos do interior (Valparaíso) em 1954: meu pai, o médico Gabriel de Azevedo Junqueira Jr., o "Dr.Junqueira", sempre ajudado por nossa mãe Maria C. Mota Junqueira,enfermeira formada pela Cruz Vermelha do Rio de Janeiro,montou seu consultório nas salas acima da padaria Danúbio Azul. Lembro-me até hoje da escada estreita que nos levava à sala de espera:a porta,no térreo, ficava entre a padaria e a Farmácia do Sr. Roque Petroni e D. Rita.Que tempo bom!!! Acompanhada do meu irmão César pedalávamos rápidos as bicicletas pela rua Martim Francisco(atual La Place)onde morávamos,nossos cachorros correndo sem o menor perigo pela rua empoeirada e às vezes, depois da chuva...enlameada! Também frequentamos o Banespa,fizemos compras na Joaquim Nabuco,fomos ao Cine Meninópolis e missas na igreja Sagrado Coração de Jesus, a mesma onde casei-me em 1963.Lembro-me,com saudades,dos lanches na casa de meus tios Manoel, Ruth (irmã do meu pai),primos Bié,Nenê,Beatriz,Eliana, na Rua Matias Cardoso,onde nunca faltava um pãozinho quente com manteiga.Que delícia, sinto voltar o sabor e o aroma do tempo que passou,da infância e adolescência que já vão longe,mas continuam vivas dentro do meu coração! Obrigada pelas belas lembranças! Hoje moro em Fortaleza , mas sempre que posso retorno para o convívio alegre dos parentes que adoro!Diana Junqueira Teixeira-dianajun@yahoo.com 

    [ Enviado em 12/3/2007 por Diana Junqueira Teixeira - dianajun@yahoo.com ]



    Falar do Brooklin é falar da nossa vinda para SPaulo, primeiro moramos em um sobrado na Conde de Porto Alegre , um quarteirão acima da Rua Joaquim Nabuco , nos idos 1955, viemos de Maringá, nosso pai, Dr. Manoel Netto Leite, médico , nossa mãe Ruth Junqueira Leite, naquela época cuidava de nós, eu, o mais velho com 5 anos , Nenê (Carlos Roberto) , Bia e a caçula Eliana . Logo depois mudamos para a rua Matias Cardoso 182, na frente dos Petrella e dos Natrielle e perto da esquina onde havia a auto escola do Feiticinho e meu pai tinha seu consultório no andar de cima. O Nenê e eu estudamos no Meninópolis e as meninas , lógico no Beatíssima Virgem Maria. No inicio o Meninópolis era de madeira e a pátio de cascalho. Em seguida começaram as construções dos três andares do colégio . Havia na secretaria, sérios e educados o Sr. André, japonês, e o Sr. Osvaldo, o alto magro. Os professores eram excelentes pessoas , no ginásio lembro do Vicentão grande mestre do português, gozador , mas bem didático , do Sr. Rubens de historia , um gentleman e como manjava da matéria , do Franco de Geografia que também dava aula no Colégio Santa Cruz , do Moisés de biologia corintiano roxo que desenhava toda 2ª. Feira a caricatura de algum time que havia ganho ou perdido no domingo, por sinal era um artista na lousa, do Mendes de ciências que nos levou na 4ª;. Serie para Iguape para acampar na Ilha comprida , meu primeiro de muitos acampamentos; sem falar da calma do Cruz da matemática . Quem não fez cursinho de admissão no Meninópolis para entrar no Alberto Conti de Santo Amaro ou em outros colégios com os professores de matemática Werneck e de português cujo nome me fugiu da memória Vamos falar de religião um pouco, claro em um colégio de padres a religião estava em primeiro lugar , quem não se lembra nas filas ao tocar o sinal e subir para as classes no primário e pelo alto-falante rezar para iniciar o dia , depois tinha –se que fazer o diário onde havia uma mensagem e todo o cabeçario tinha-se que fazer um desenho. O padre Carlos Acquani era nosso ídolo, alegre cara rosada como se tivesse tomado vinho, sempre alegre e comunicativo , padre Teodoro o intelectual , teólogo , no colegial mantinha conosco altos papos , e o Padre Luis Gargione, que fumava que nem uma chaminé, era um líder estudantil nato , diziam que havia abandonado a medicina para ser padre , quem não vibrava com seus sermões na missa das 10,30hs do domingo , era engajado na JEC, juventude estudantil, e JUC, juventude universitária católica , infelizmente nos deixou precocemente. Quem não se lembra nos anos de 65, o time espetacular de futebol de salão,que a escola tinha Calegari no gol , Joaquim, que sei é médico ortopedista formado pela Santa Casa, amigo do Dr. Campos otorrino e ouvi falar que joga bem bola até hoje , Malavazi, gente fina, filho do caseiro da Escola , e depois diretor do Meninópolis, Rivelino nosso tricampeão mundial, driblava e chutava demais e os irmãos Pinga Fogo, que bolão; não havia time de São Paulo que não levasse uma surra no domingo cedo após a missa das 8,30hs e a torcida vibrava e gozava os adversários., com o padre Carlos sentado com os alunos num banco comprido de madeira ao lado da quadra; acho que a maioria era titular do Banespa que foi vários anos campeão de futsal de São Paulo Como era boa a paquera na frente do Morumba’s dog , para ver a saída das meninas do Beatíssima, e a festa junina do Beatíssima com direito a correio elegante e quadrilha . Gabriel Junqueira Leite gjleite@netsite.com.br  

    [ Enviado em 6/3/2007 por gabriel junqueira leite - gjleite@netsite.com.br ]



    Caro Johanes, que bom que tanta gente boa esta lendo seu belo artigo e o está enriquecendo ainda mais. Gostaria, pois, de comentar e acrescentar um pouco mais a estas estórias. O Bilé , meu “chará”, filho do Sr. Roque Petroni da farmácia ao lado da Padaria Danúbio Azul, amigo meu e do Nenê , meu irmão , me fez lembrar as origens do Chico Hambúrguer, da Santo Amaro, cujo X Salada Maionese , nunca mais comi igual. Como é bom ouvir os nomes da Dna. Dida, admirável pessoa e professora de inglês, mãe do meu querido colega Carmelo e , da loja de disco Facci que, que era da família do Facci. Tenho saudades dos meus vizinhos Toni(china) e seu irmão Frank, família de chineses batalhadores e atletas, eram todos da seleção Paulista de Hockey na grama e jogavam no clube inglês. Sua irmã “Ticha”, trabalhava na Chrysler, me ensinou como estudar Inglês e a caçula Ângela era amiga das minhas irmãs Bia e Eliana. Vamos falar dos meus amigos do Meninopólis , pois lá estudei de 57 a 67: os 3 irmãos Baptistas da Costa ; O Chico, Luis Eduardo, meu grande amigo e o melhor aluno da classe de todos os tempos , e o Peri, bom de bola e amigo da turma do Nenê hoje alto funcionário de um Banco nos EUA; os meus colegas Sarni, cirurgião e professor no ABC ; Rui Noronha Sacramento,urologista em Taubaté, cujo irmão,Miguel ,é gente fina, professor da GV e amigo em comum meu, do Nenê e do Ibiracy Barros Camargo, da rua da Paz, que é Professor Doutor em psiquiatria na USP de Ribeirão, e meu compadre ; o Marreco, que sei que também é médico; o Celso Procnor, grande jogador de Vôlei do Banespa ; o Chadel, Charles Del Rue, francesinho ,genio da eletrônica, cujo pai tinha um studio de fotografia na Rua Augusta; o Mario Luz de Freitas, que descobri ser advogado do Pão de Açúcar ,cujo Oldmosbile ,antigo, hidramático, do seu pai ou avô, não perdia para ninguém; o Duda , cuja casa maravilhosa em Serra Negra tive o prazer de conhecer, viajando na DKW, vemaguete da família; o Chechia, grande professor de química do Objetivo. Me desculpem os outros que aqui não cito , mas que tenho certeza ficaria contente em ter noticias. Sai do Brooklin, ou melhor do Meninópolis, para cursar a faculdade de Medicina em Ribeirão Preto em 69, virei otorrino e cirurgião de cabeça e pescoço e por lá me casei e acabei perdendo o contacto com aqueles que convivi toda a minha deliciosa infância e adolescência. O Nenê com seus fieis amigos : o Fê Cruz, o Tadeu, craque de bola , o Ricardo, o Zé Luis, Neurologista, professor doutor da USP, o Carlinhos, dentista da familia, o Emil, primo do saudoso Baixinho dos novos baianos é quem sempre me dá noticia do pessoal do bairro, pois esta morando numa travessa da Joaquim Nabuco e tem um lindo restaurante na Av dos eucaliptos “Eucalyptus” onde sempre pinta alguém do Brooklin. Eu possuía até pouco tempo o convite de formatura com os nomes de todos os formandos. Quem sabe através do Johanes , vamos ainda rever a turma do 3º. Colegial do Meninopolis de 67. Gabriel Junqueira Leite - gjleite@netsite.com.br  

    [ Enviado em 6/3/2007 por Gabriel Junqueira Leite - gjleite@netsite.com.br ]



    A minha historia e um pouco diferente. Estou a procura de uma sra. "Dona Irma Petroni", endereco; Rua Jataituba 32, eu trabalhei com ela e o seu irmao sr.Julio Petroni. Quando eu tinha 15 anos em uma firma que si chamava Representacoes Rose, que estava no centro de SP.Rua Sao Bento, 200 , quinto andar. Hoje tenho 54 anos, e gostaria muito de ter noticias de ambos. obrigado. 

    [ Enviado em 3/3/2007 por Ari Oliveira - Ari_Oliveira@msn.com ]



    Procurando alguma coisa sobre o Brooklin, encontrei dois ex-vizinhos e queridos amigos Leonam e Babinet. Algumas coisas que me lembro do Broolkin. O bonde que ia até a estação Ana Rosa, onde existia o Cine Cruzeiro. Morei nos predios da Av.Santo Amaro. onde era vizinha dos donosdo Gran Boliche, a filha chamava-se Sandra e lembro-me que eles tinham sempre os carros de ultima moda.Nesses predinhos, morava o Renato Consorte, e o zelados dos predios chama-se Sr. Manuel. Costuma brincar muito também no parque de diversões que existia ao lado do posto de gasolina ( atual Luis Berrini).Comprava meus brinquedos las Tres meninas, meus sapatos na Petrella e comia doces na doceira Fasano,( na esquina antes do Pão de Açucar da Sanro Amaro) ou na doceria em frente ao predinhos. Depois fui morar na Alvaro Rodrigues, onde costuma comprar frios no Frigorifico de lá, açougue com o Pai do Reinaldo, ( que me ajudou muito na epoca da tentiva de sequestro ) comprava pão na padaria Panamá, tinha a mercearia do manuel Alarcon na esquina da Humaitá. Ao lado da minha casa havia uma tinturaria, cujos filhos eram o celso, Mauro, Rosa, Margarida. Depois vinha minha casa, que era uma vila, onde moravam japoneses, italianos, ( a familia da Rosa, esposa do Adilson da barbearia). depois vinham os Casella ( eram fornecedores da Perdigão), Ua oficina mecanica de espanhois, a Quitanda e o açougue. Na frente da minha casa morava um jogador de basket, acho que o Amauri.Na mesma rua tambem morava o canhoteiro, jogador de futebol. lembro-me do Marcos da auto escola, do Nelson Petrella. mai para baixo acho que na Pascoal paes, havia outra oficina mecanica de espanhois, que eram o Matias e o Alberto. Aprendo ingles com a D. Hilda, que morava mais para a frente, e violão como professor Medina. Estudei no Beatissima, e epois fiu para o Vocacional. Mudei para a rua das Hortencias, onde fui vizinha do Leonam, do Babinet. Meu pai trabalhou na Kibon e com isso comi muito sorvete de graça. Existia tambem o relojoerio espanhol e sua esposa a Maruja. O Conservatorio Quantas lembranças boas, que saudades do Brooklin.  

    [ Enviado em 26/2/2007 por Meg Marañon - mgterrivel@hotmail.com ]



    Oi Ariane, Vi seus comentarios sobre o brooklin e tenho o que vc precisa. Tenho varias fotos antigas, dos anos 50 e 60, inclusive imagens aereas, do posto de gasolina do meu avô, Sr. Ernesto Zanetti. Era o posto Atlantic na esquina da J. Nabuco com Sto. Amaro. Terei o maior prazer em enviá-las para voce colocar no seu mural. Fiqcarei muito contente em ver essas fotos expostas pois fazem parte do meu passado, o qual tenho muitas saudades.. Hoje moro em Belo Horizonte. Vou scanear as fotos e em seguida te envio ok? Abraços Rogério Zanetti 

    [ Enviado em 22/2/2007 por ariane roesler weiss - ariane@sbs.netis.com.br ]



    Sr. Johannes Que legal!!! Por meio deste site, além de lembrar de algumas histórias q tb vivi por aqui, acabei mandando um e-mail para um amigo do meu irmão de 35 anos atrás. Lembro dele, mas era muito pequenininha. Que coisa boa e até emocionante. Dessa lembrança, comecei a fazer uma pesquisa sobre a história deste bairro e até meus alunos estão me ajudando. Descobri q a primeira casa do Bairro, foi a Casa da Fazenda. Era um grande loteamento que hj se encontra a Avenida Morumbi com as ruas Brito Peixoto e Godoy Colaço. É, mas o Brooklin já teve uma Casa da Fazenda. Depois de algum tempo, ela acabou sendo loteada e vendida pelo Álvaro Rodrigues. Nesse pedaço os portugueses começaram a comprar seus lotes de terra e construir suas casas. Na parte de cima da Joaquim Nabuco, chegaram os alemães, ingleses e americanos, funcionários da Light. Época do bonde que passava na Avenida Vereador José Diniz, que acho que era o Zé da farmácia de Santo Amaro. E por aí vai...É uma grande viagem. Preciso de materiais, histórias, fotos antigas do nosso Brooklin para minha pesquisa. E só posso agradecer ao senhor, por esse espaço.  

    [ Enviado em 16/2/2007 por Maria Luiza Costa - isabertero@hotmail.com ]



    Caro Johanes, peço autorização à você para contar a minha história em relação a este bairro que tanto amo, vivi todas as passagens aqui descritas por essas outras pessoas, algumas das quais conheci pessoalmente. A exatamente um ano atrás um fato me sensibilizou profundamente, por isso passei para o papel o que estava sentindo naquele momento: Era uma vez... Era uma vez um bravo e intrépido senhor, que lá nos idos da metade do século passado, fora viver em uma terra longínqua chamada Brooklin Paulista. Por desbravada ventura... Calma! não é bem assim. Mas talvez quase isso. Vejamos o seguinte: Nos transportando para a década de quarenta, vamos encontrar este intrépido senhor trabalhando em uma fabrica de chocolate, em Vila Mariana. Ocupava suas horas de lazer freqüentando um clube que se intitulava “Clube dos Amigos”, onde teve o prazer de conhecer uma linda jovem, descendente de italianos, que passou a encantar seus dias e seus pensamentos, com quem sonhou e concretizou constituir uma família para dar continuidade a sua linhagem. Seu nome era Haidée. Sua imagem era frágil, meiga, pequena, delicada. Mal sabia ele o portento em que se transformaria ao assumir a responsabilidade de um lar. Esposa amantíssima e companheira fiel, mãe dedicada e competente, aliou-se ao marido nas conquistas e percalços por um mundo melhor que teriam obrigatoriamente que construir com as próprias mãos. Mudaram-se para o Brooklin por causa da fabrica de chocolates, como tantos outros que auxiliaram a povoar o bairro em busca de moradia próxima ao emprego. E também, como tantos outros, aqui constituíram suas famílias e viram a comunidade crescer. Por que desbravada ventura? Porque o bairro ficava nos confins de São Paulo, coladinho com Santo Amaro, que era outra cidade. Era quase uma viagem. O meio de locomoção utilizado na época era o bonde, pois nos primeiros tempos a fábrica ainda estava em fase de construção. As ruas não eram asfaltadas e as dificuldades eram muitas. Ainda assim, o coração dele exultava de felicidade por estar conseguindo construir o futuro da família com sacrifícios e coragem. A Joaquim Nabuco era uma das principais ruas do bairro. Ainda não era pavimentada, mas já possuía a Padaria Estoril e a loja de materiais de construção Alleotti. Não podemos esquecer da farmácia da Dna Rita, que desenvolvia como ninguém programas de auxilio aos necessitados da região, em uma época onde nem se pensava em ONGs. Lá estava também situada uma empresa de ônibus que prestava serviços aos colégios da região, onde hoje é a loja Mimosa, seu proprietário tomava parte nas comissões que deliberavam as melhorias necessárias ao bairro. Nos finais de semana tornava-se o local ideal para passear, conversar e para trocar idéias, olhar as lojas que estavam surgindo e definir o perfil da região. Todos se cumprimentavam e sorriam. Na avenida Morumbí havia a Igreja do Sagrado Coração de Jesus onde seus filhos fizeram primeira comunhão. Ah sim! e seus netos também. O Colégio Meninópolis e o Beatíssima, onde por sinal seus filhos estudaram e... seus netos também. E, ainda em tempo, não podemos esquecer do Clube Banespa, na avenida Santo Amaro, onde por tantas gerações essas pessoas conheceram seus primeiros carnavais, onde tantos adolescentes freqüentaram seus primeiros bailinhos (mingaus) e conheceram seus primeiros namorados. Essa comunidade foi crescendo, aos poucos, como que uma grande família, uns completando os outros. Retomo minha narração voltando ao tal senhor, que para cá corajosamente viera. Casara-se muito cedo e já possuía dois filhos pequenos quando passou a pertencer ao bairro. Os sacrifícios para tal empreitada não foram pequenos e a coragem fora ainda maior. Enfrentaram juntos, no ano de um mil, novecentos e cinqüenta e seis, todas as dificuldades e privações que uma prestação que consumia oitenta por cento da renda familiar poderia provocar, para garantir o sossego de possuir uma casa própria e a segurança futura da família. Era mais do que coragem, era perseverança. Mas, na realidade, a vida deles era cheia de realizações e momentos felizes. Com o passar do tempo - e como ele passou rápido e sem tropeços – este intrépido senhor, do qual narramos aqui sua trajetória, foi recompensado por seus esforços e galgou patamares na empresa e recebeu promoções. Já quitara a casa, já possuía um carro do ano, já conseguira dar faculdade aos filhos e, quando estes se casaram, fizeram questão de continuar morando no mesmo bairro que tantas alegrias proporcionara à todos. Essa nova geração criou seus filhos com a mesma tranqüilidade com que foram criados. Esses filhos estudaram no mesmo colégio em que seus pais haviam estudado e freqüentaram o mesmo clube que eles haviam freqüentado. Como podemos ver, este homem batalhador, inteligente, íntegro e de bom caráter, provou durante toda a sua vida que o homem é responsável por aquilo que almeja, que é preciso fazer acontecer para se chegar lá, precisa de condições e pessoas ao redor para construir um mundo melhor. Após a aposentadoria virou artista, pintou quadros e se dedicou também ao artesanato e a marcenaria. Viveu rodeado de amigos. Os quais fazia questão de reunir ao redor de uma churrasqueira ou para programar viagens e passeios agregando sempre mais gente às que já freqüentavam sua casa. Porém a mão da fatalidade nublou seu bem viver. Sua tão amada esposa fora acometida por uma doença fatal e ao passar para o outro plano levou consigo todo o ar que ele respirava e todo o chão que ele se firmava. Por anos andou a esmo e se embriagou com suas lágrimas e tropeçou em seus desesperos. Caiu, mas talvez por causa de seu desvario, não chegou a perceber que ali havia muitas mãos estendidas para levantá-lo. Exigiu solidão para destilar suas desventuras. Ninguém conseguiu entender o que só ele sabia estar sentindo. Já não se alimentava a contento, já não atinava com a realidade, já não possuía mais amigos, já não via mais a família. Por fim, cada um deles adquiriu vida própria e foi cuidar de seus afazeres, de suas novas vidas, de seus novos filhos e de seus novos destinos... Sem aceitar o destino que se impusera, vendeu tudo o que possuía, renegando a própria sorte e foi morar no interior de Goiás, onde jorravam as águas quentes do chão e o ar era muito saudável. Durante os cinco anos que lá viveu foi feliz a sua maneira, constituiu uma nova família, criou novos amigos, participou do desenvolvimento daquela cidade. Pois é, este senhor é meu pai e seu nome é Linertte, conhecido também como “Cabloquinho”, morreu dia seis de janeiro do ano de dois mil e seis. Assim como as lembranças, tudo que ficou no passado me faz parar para pensar. Assim como meu pai se apagou para esta vida, parece que tudo também está se apagando aos pouquinhos e dói olhar o terreno baldio, onde um dia fora a fabrica de chocolate. Daqueles ícones que representavam um bairro próspero e agradável, como uma cidade do interior, com ruas tranqüilas, arborizadas e floridas, só ficou a lembrança. A padaria Estoril, hoje abandonada e decadente, ao invés do aroma agradável do pãozinho fresco de hora em hora, sente-se o cheiro de excrementos deixados pelos moradores de rua que se abrigam sob sua marquise durante a noite; o Alleotti, também abandonado, também imundo, também enfeando o bairro, me faz parar para pensar... O que aconteceu? Onde nós erramos na escala evolutiva? Onde ficou a pureza dos anos idos onde todos eram felizes e o sol batia nas ruas arborizadas com mais intensidade e nos mostrava que valia a pena lutar pelo bem comum? Gostaria de tentar olhar para o lugar em que vivemos com a mesma garra com que nossos avós ou nossos pais olharam um dia e deixar para nossos filhos um mundo melhor do que o mundo que recebemos. Mas, quanto mais busco, mais acredito que “estava melhor quando estava pior”, pois nem sempre a modernidade pode nos trazer o bem viver. Não há mais ninguém que se conheça na Joaquim Nabuco, não há mais quem se cumprimente ou simplesmente sorria. Não há mais o calor humano da troca, do respeito, não há mais a casa da professora do primário, tão pouco da professora de piano. Hoje recolho do chão, com a pazinha de lixo, as cinzas das lembranças que meus netos não poderão conhecer. Era uma vez... já não é mais...Peço a Deus que faça surgir por aí mais homens com a garra deste senhor que buscou o conforto e o convívio com as pessoas em harmonia, sem permitir que o contato pessoal fosse desprezado e sem perder o espírito aventureiro enquanto durou sua motivação. Peço a Deus que traga de volta aquela luz especial que se chamava fé e esperança no futuro, para que volte a brilhar através das próximas gerações e que este bairro volte a ter a mesma energia gratificante como naqueles tempos dos Contos e das Fábulas. Márcia Manéo 06/01/2006  

    [ Enviado em 7/2/2007 por Márcia Manéo - mmaneo@ig.com.br ]



    Caro Johanes:só um lembrete,o hamburguer da Joaquim Nabuco chamava-se Hamburguer Heaven (Paraiso dos Hamburguers)e tinha como funcionárioum tal de Chico,futuro dono da rede Chico Hamburguer.O estabelecimento depois teve seu nome mudado para Big Sandwich e depois só Big Fui freguêss desde sua abertura até o fechamento. abraços 

    [ Enviado em 2/2/2007 por Gabriel petroni - gabriel_petroni@ig.com.br ]



    Caro Johanes:só um lembrete,o hamburguer da Joaquim Nabuco chamava-se Hamburguer Heaven (Paraiso dos Hamburguers)e tinha como funcionárioum tal de Chico,futuro dono da rede Chico Hamburguer.o estabelecimento depois teve seu nome mudado para Big Sandwich e depois só Big Fui fregues desde sua abertura até o fechamento. abraços 

    [ Enviado em 2/2/2007 por Gabriel petroni - gabriel_petroni@ig.com.br ]



    Prezado Johannes Para matar as saudades saí daqui de Moema, fui ao Brooklin e estacionei o carro na Joaquim Nabuco logo depois da Vereador José Diniz, cruzamento onde tinha o velho Balão do Bonde – O bonde vinha do Bairro da Liberdade, fazia o balão no Brooklin e voltava. Nossos corações apertaram, da Marcia, minha esposa (era minha amiga de adolescência) e meu. Marcia e suas irmãs Denise, Heleninha e Patti, filhas do Dr. Ruy e Dona Coraly todos moravam na Rua Palmares, travessa da Joaquim Nabuco. Nesta rua, ainda mora minha prima, a Lica (Norma Sueli) com meus tios Humberto (que trabalhava com meu pai) e Norma, morou o Dr.Ladeira, médico, pai da Ruthinha também nossa amiga, da Dona Ruth e do Sr.Decker (ele tinha um Belcar DKW) pai da Karin, Evelyn e Brigitta nossas amigas; Karin, minha amiga desde infancia e minha comadre. Também morava o Arquiteto Gabriel Mario Rodrigues, nosso querido amigo e Reitor da antiga Faculdade de Turismo do Morumbi (fui aluno da primeira turma de bacharéis), hoje a Universidade Anhembi Morumbi. Descendo a Joaquim Nabuco, em uma das suas travessas, tinha a casa dos Fittipaldi – Emerson e Wilsinho. Já na região do “Grupo Escolar Mario de Andrade”, a casa dos D’Andretta, dos Petroni – Bilé, nosso amigo Dr. Gabriel M.Petroni, filho do Dr. Roque Petroni e Dona Rita, da Farmácia N.S.Aparecida. Também a casa do Peter e do Axel, na rua do Ouro, do Otavinho, do Roney e atrás na rua do Níquel, a casa do Seu Linertte, que foi chefe da linha de produção do Bis Lacta. Seu Linertte era um bom homem, ao lado de sua esposa, Dona Haidée. Esse casal era nossos segundos pais. Enchiam sua casa com nossa turminha e nos tratavam como filhos. O Tinho, Linerttinho, meu colega do Meninopolis e a irmã dele Marcia (minha namoradinha na época) sempre estávamos juntos com todos acima nos bailinhos de sábado. E o Seu Linertte, enchia sua Kombi com nossa turma, levava aos bailinhos depois ia nos buscar, sempre com alegria. Cruzamos o semáforo, à esquerda o Aleotti e à direita a Padaria (não me lembro o nome) cujo dono era o Luis. A banca de Jornais do Seu Luiz e do entregador, o Moacir. Mais abaixo, ainda à direita, na seqüência o Restaurante Peter, a Tinturaria Paris (do Seu Oswaldo), o Bazar Valente e Garagem de Onibus do Seu Marcos e na esquerda, depois do Aleotti, a Doceira Sans Souci, que depois virou o Burger Inn da dona Wanda. Abro um espaço aqui. Em 1961, dona Wanda abriu a primeira lanchonete tipo americana de São Paulo. Ninguém sabia o que era um hamburger. Seu chapeiro era seu cunhado o Chico, que anos depois fundou o Chico Hamburger uma das melhores casas de hamburger de São Paulo. Continuando, na seqüência, a casa do Dr. Dias e na esquina o consultório do Dr. Hirata. Na esquina com a Barão do Triunfo, à direita havia uma padaria na esquina, que depois virou o restaurante Pastasciutta, a Kopenhagen chocolates que ainda resiste ao tempo, o Cartório do Brooklin do Ronoel Guilguer Simões e onde trabalhavam o Xandinho e a Marina, nossos amigos. Mais abaixo, a Casa de Frios (não lembro o nome), a Relojoaria do Mario, a Casa Três Irmãs, e a Casa de Discos Facci. Quem não comprou disco dos Beatles por lá? Na esquina com a Princesa Isabel, a velha Orquima que apitava três vezes ao dia, depois virou Nuclemon e hoje é um condomínio enorme. Na Princesa Isabel, a Agencia de Correios onde era chefe a Dona Alba. Descendo mais um pouco, a Magazine Dirce, Farmácia N.S.Aparecida do Seu Roque Petroni e Padaria Danúbio, ponto de encontro da temida “Turma da Danúbio”. Cruzando a Av. Santo Amaro, o velho Peg-Pag que quase nada mudou exceto o rótulo – Supermercado Pão de Açúcar. Já na Av. Morumbi, a Igreja N.S.Aparecida e na Rua Maria Zamlutti, o Foto Kodama e a loja do Seu Romanovski – que vendia material eletrônico para nós fazermos experiências de eletronica nas aulas de física do Meninópolis. O Seu Romanovski, um senhor russo, muito boa gente, paciente, parava de construir seus Pirografos Desfog, para vender a nós, alguns metros de fio de cobre e poucos componentes - diodos, “condensadores” e “resistências” que usávamos para fazer bobinas e construir o radio de galena, um rádio que não usava eletricidade, nem pilhas... Sim, naquele tempo nós, pré-adolescentes tínhamos que pegar alicate, chave de fenda, ferro de soldar, ter um desenho de circuito à mão e construir nossos próprios aparelhos, bem diferente de hoje, onde a eletronica já vem pronta para consumo e ninguém sabe o que tem dentro. Nós sabíamos o que estávamos construindo. Bom, à esquerda, o Colégio Meninopolis e na mesma Rua das Camélias, a casa do Seu Galvão, da dona Nilva, do Danilo, Fabio e Heraldo. Danilo hoje trabalha na TV Bandeirantes, Fabio é o Cantor Fabio Jr. e Heraldo, ex- Secretario de Estado do Turismo, acabou de deixar o cargo. Na frente do Meninopolis também na mesma travessa, morava a Dona Margarida (que vendia lanches de mortadela e alicella nos nossos recreios da escola), mãe do Professor Julio que lecionava no Beatíssima. No Meninópolis o Padre Carlos usava seu megafone para por ordem nas filas de alunos. Hasteávamos a bandeira Brasileira e cantávamos o Hino Nacional todos os dias (havia o senso de cidadania). Já dentro das salas de aula, antes de começar, todos rezávamos com o Padre Carlos que orava pelo microfone. Todas as salas tinham som. Do Meninópolis saiu muita gente conhecida. Além do Fabio Jr, tinha o meu amigo, Brunetti, hoje o compositor e violonista Cesar Brunetti, o destaque nas aulas de esporte, o Zuza (Jose Lazaro Robles) também chamado de “queixinho”, que foi grande jogador de futebol tal e qual o Rivelino, nosso campeão das copas. Quem não se lembra das festas juninas do Beatíssima? Todo ano tinha. O povo do Brooklin marcava presença e ia comer, brincar nos stands para ganhar prendas, enquanto rolava a quadrilha com dezenas de pares dançando, ao som do acordeom de minha mãe, Nery e animação do meu pai, Marcos Valente. Assim cresceu o Colégio Beatíssima - com a colaboração em peso da comunidade brooklinense. Quando acabavam as aulas do Meninópolis, a gente corria para o murinho da Papelaria Dux, paquerar as meninas do Beatíssima. E dava tempo por que o embarque dos alunos nos ônibus do Seu Marcos Valente levava um tempo... Ainda atrás do Meninópolis e do Beatíssima, meu primo Sergio Leonardo Jorge que tinha um Citroen todo mexido. Quem não se lembra do Panga? E na mesma rua, a casa da Betty Tannuri, minha amiga, que também estudou na Faculdade de Turismo do Morumbi, cujo pai tinha uma banca de jornais próxima do Alarcon. Esse é o retrato do Brooklin dos anos 50, 60 e 70, tempo em que o Brooklin era uma comunidade onde todos se conheciam, todos se relacionavam e fizeram sua historia que, fico feliz em contar, fiz parte dela. Que saudades do meu velho Brooklin. Marcos Valente Junior  

    [ Enviado em 1/2/2007 por Marcos Valente Junior - marcos.valente@crion.com.br ]



    Prezado Johannes Meu pai foi um dos pioneiros do Brooklin Paulista que também era chamado Brooklin Velho. Recém casado, Marcos Valente e minha mãe, Nery, ele descendente de imigrantes italianos, ela de libaneses, foram morar no porão de uma casa na Rua Barão do Triunfo onde permaneceu por algum tempo, mudando-se para uma casa na mesma rua, esquina com a Joaquim Nabuco, onde foi durante muito tempo local do Restaurante Ancoradouro. Nessa época a Joaquim Nabuco ainda era de terra e meu pai comprou o terreno onde hoje é a Mimosa Presentes. Construiu sua pequena casa e na frente nasceu (de sociedade com meu avô Leonardo e meu tio Humberto) o Bazar Valente. No bazar, se vendia de tudo, de uma agulha a alpargatas (calçado de lona popular na época) até material escolar e papelaria. Meu pai ia até a Rua 25 de Março numa bicicleta equipada com um pequeno baú se abastecer dos produtos que precisava. Nessa época minhas irmãs, Lylian e Jeane já estudavam no BVM – Colégio Beatíssima Virgem Maria. Religiosos ativos e participantes, meus pais faziam muitas ações comunitárias para o crescimento do Beatíssima e do Meninópolis bem como a Igreja Sagrado Coração de Jesus, a Igreja do Brooklin. Um dos vitrais dessa igreja tem o nome dele, como doador. Com um pouco de prosperidade e uma perua Chevrolet (jardineira) meu pai foi chamado pela Diretora do BVM, a Madre Cornélia que pediu para ele que fosse buscar alunos em locais onde não havia condução. Nos anos 40/50 o transporte publico era precário e se limitava a uma linha de bonde (CMTC) onde hoje é a Av. Vereador José Diniz. Nasce a empresa de ônibus do “Seu” Marcos – a Transportes Escolares Marcos Valente cobrindo (na época) quase toda zona sul de São Paulo. A empresa atendia também alunos da São Paulo Graded School – Escola Graduada São Paulo, que ficava não no Morumbi (hoje) mas sim em Vila Mariana onde é hoje a União Cultural Brasil Estados Unidos. Os ônibus do “Seu Marcos” chegaram a transportar 1200 alunos por dia com toda segurança. Quem se lembra do Seu Humberto, Mané, Seu João, Seu Rubens e mesmo o Seu Marcos, que levavam a gente de ônibus até em casa? Meu pai era um batalhador incessante. Ainda nos anos 40 até 60 aproveitava o tempo ocioso da empresa e fazia turismo rodoviário, um dos pioneiros como a Breda Turismo e Rápido Brasil, levando turistas em fins de semana para passear em Santos (as praias ainda eram praticamente intocadas). Começo dos anos 50, ele constrói a garagem dos ônibus. Dentro fez duas edículas apertadas em madeira e chapa de compensado, uma pequena cozinha fora. Nós moramos aí um bom tempo. Dentro da garagem também foi parar o Bazar Valente. Demoliu a velha casinha e construiu a casa que hoje ainda permanece a Mimosa Presentes (onde ficava o Bazar Valente). Mas fora do lado de profissional competente, ele era um grande humanitarista. Sempre estava disposto a ajudar pessoas, principalmente os carentes. Era comum ele deixar suas atividades para levar uma pessoa a um hospital, ou ajudar uma pessoa que estava passando dificuldades. Um homem com um coração de ouro. Católico ativo, organizou, coordenou e foi apresentador de festas juninas do Colégio Beatíssima, durante décadas, para arrecadação de fundos para as necessãrias expansões. A bravura das madres do BVM persiste até os dias de hoje. Sim, tal e qual os Petrella da loja de calçados, os Mazzarella do Pastifício Mazzarella, os Petroni da Farmácia Nossa Senhora Aparecida, do Mario da Relojoaria, do Dr. Hirata, dentista, da dona Wanda que abriu o Burger Inn (a primeira lanchonete do Brasil a fazer hamburgers), está meu pai que também fez a historia do Brooklin Paulista. Não deixo de mencionar a Casa Três Irmãs, Doceira Sans Souci, Aleotti, restaurante Pastasciutta, o Balão do Bonde, a Lacta, a Divena (revenda Mercedes Benz), a pizzaria Speranza e tantos outros empreendimentos que fizeram o Brooklin. Tenho muito mais para contar e uma página é pouco para isso. Marcos Valente faleceu em 22 de Janeiro de 2004. Meu objetivo é que ele seja homenageado com seu nome em uma das ruas do Brooklin. Quem sabe algum vereador ou brooklinense possa me ajudar a realizar esse sonho? Forte Abraço e parabéns por sua iniciativa. Marcos Valente Junior  

    [ Enviado em 28/1/2007 por Marcos Valente Junior - marcos.valente@crion.com.br ]



    Admirado com os comentários que li, em especial do meu irmão Leonam, da minha amiga Sandra Gnocci, que nos remete à outro amigo de apelido Peta, e do meu amigo Marco Bertella, que embora esteja distante, residindo na Itália, muito perto, contudo, está dos corações dos seus amigos, todos muito queridos porque foram protagonistas de tempos felizes e inesquecíveis. Também estudei no colégo Meninópolis, onde fui alfabetizado, nos anos 66 e 67 e só sai desse colégio em 1976 quando então ingressei da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco em 1977. Posse dizer a vocês que volta e meia passo pelo Brooklin, algumas vezes até altero a propósito os caminhos naturais para os meus destinos,e o faço para buscar na nostalgia lembranças que me renovam e me fazem muito bem; numa destas vezes, parei o meu carro próximo ao Meninópolis, e logo avistei o prédio situado do outro lado da rua onde existia uma papelaria de nome Dux, que era muito procurada pelos alunos; dirigi-me à entrada existente na esquina da Avenida Morumbi; fui tomado de surpresa ao saber que o colégio não existe mais; o prédio estava em reformas para receber uma faculdade; identifiquei-me na recepção como ex-aluno do meninópilis, ao que a menina, funcionária na nova instituição de ensino, que ali se encontrava, disse-me que o seu pai também havia estudado ali, no Meninópolis, e a sua mãe havia estudado no colégio Beatíssima Virgem Maria, colégio, aliás, onde estudou a minha irmã Carla Hernandez, vinda da Escolinha das Acácias, próxima à Padaria Pássaros e Flôres, antiga Aldian, antes ainda Empório do Alarcon nos idos de 60 e 70; permitiram-me a entrada no prédio e ao chegar no páteo um turbilhão de lembranças apareceu diante de mim, desde a minha tenra idade, vi-me em fila com os demais alunos e amiguinhos para seguir em direção à sala de aulas, sob as vistas das professoras, entre elas a Profª Cida, que mais tarde -bem mais tarde- soube dela através da sua filha, médica, e hoje com consultório, pasmem, numa casa ao lado do colégio Meninópolis; transportei-me até alcançar a minha adolescência, praticando esporte nas aulas de Educação Física, ora na quadra aberta, ora na quadra coberta, onde anteriormente funcionou a sala de enventos e antes ainda foi o local que abrigava o cinema do Brooklin; eram lentes o Profº José Carlos ( o bigodinho ), e ainda o Profº do colegial ( perdoe-me não lembrar o seu nome agora ), professores que dispertaram-me para o gosto pelo esporte. Foi quando então imediatamente peguei o meu celular, liguei para a minha mãe Helena, e disse-lhe, com a voz embargada, não conseguindo sequer conter as lágrimas que corriam no meu rosto, que estava no páteo do Meninópolis, colégio do Pde Teodoro, do Pde Luiz, do Profº Vicente e Profº Gali (Portugês), Profº Marmo(História), Profº Cruz(Matemática) e de todos aqueles professores maravilhosos, que agora, do alto dos meus 47 anos, rendo-lhes homenagens e gratidão por ter-me feito o homem de hoje. Obrigado pelo espaço que vocês me concederam e permitiram-me dividir com todos aqueles que ao lerem estas palavras por certo se lembrarão destes e de outros grandes episódios das nossas vidas.  

    [ Enviado em 14/1/2007 por Babinet Hernandez - babinetadv@aasp.org.br ]



    Uau....que legal isso, não conhecia...tava olhando prá ver se arranjo algo que fazer no bairro onde nasci...e uau....essas histórias...E tantas outras...eu Era do Ennio Voss do Pardini e depois do Beá , onde hj está miha filha e meu filho tb já foi....E o Grupo escolar Mário de Andrade...e as banquinhas de bala que traziam anel dentro...O pirulito do Zorro...e as saias encurtadas do Beá...e os chicletes que a Kibon largava no rio e a gente esperada, o antigo Twist...rsrsrs....Sem contar os bailinhos de luz negra...Qtos suspiros...enfim....e quando a copa de 70 onde fomos de montão na casa do Rivelino(tenho até o jornal com minha foto pendurada no portão do cara, é mole...E a fanfarra, eu levava o cachorro, um Collie lindo, era meu o noe era Paxá....rsrsr...Legal isso, beijos ao pessoal...AI AI QUE SAUDADE... 

    [ Enviado em 5/1/2007 por Sandra - sancicca48@hotmail.com ]



    Quantas saudades ao ler sobre um lugar que marcou nossas vidas. Estudei no Meninópolis de 75 a 79. Cheguei a ser convidado a não renovar a matrícula por uma certa algazarra da minha turma (Alain Azambuja, Anselmo Abechara, Raul, Salício, Chucrinha, Rui Rivelino, etc), mas como vários da família alí estudaram a vida toda, o Padre Theodoro aquiesceu às súplicas da minha tia (eu era inocente, no caso específico). Ô turma! A Foto Kodama: costumava ir alí revelar minhas fotos e, de vez em quando, dizendo que queríamos compra um projetor super 8, pedíamos para experimentá-lo, e passavámos filmes "impróprios". Um senhor que vendia moedas de diversos países no passeio do Peg-Pag. Peladas no campinho de várzea perto da Behrine(?), que estava nascendo ...Quanta saudade ... 

    [ Enviado em 28/12/2006 por Leoni Boa Sorte - leoniboasorte@uol.com.br ]



    Olá JOHANNES, do Meninópilis. Eu tb estudei no Meninópolis, só que no iníco de 60 (61-63) Paquerei as meninas do beatíssima. Levei bronca do padre Teodoro. O prf de Matemática er o prof Cruz. O secretário do colégio era um japonês. Tb fui do grupo JEC do padre Luiz (PL). Sabes dele?. Sou da turma do Braz, Hortelã, Roppa e outros. Abraços Helcias B de Pádua - Coord. grupo Memórias do Itaim Bibi/SP 

    [ Enviado em 21/12/2006 por helcias padua - memorias@itaim.com.br ]



    Quando vejo artigos desse tempo agradeço por ter tido contato com pessoas em que viveram em um tempo mais espiritual e que infelizmente não vamos ver e ter mais momentos iguais a esse em que meus avós e pais contavam com orgulho... parabéns por ter vivenciado momentos marcantes. E se não for a intromissão gostaria que o senhor conhecesse o meu site que poderá ser de serventia algum dia ou em alguma época quem sabe... www.martafotos.com - restauradora de fotos. Grata pela sua atenção. 

    [ Enviado em 14/12/2006 por Marta - consulta@martafotos.com ]



    excelente! 

    [ Enviado em 7/12/2006 por Miguel Amador - miguelgestaofiscal@hotmail.com ]



    Ao ler o relato do Sr. Johannes, tanta coisa me veio a lembrança... O Colégio Meninópolis, o BVM, a Padaria Petrópolis, a Danúbio ( eu tinha bom relacionamento com as duas turmas). Morei na rua Princesa Izabel e participava de quase todas as festinhas na região. Foi uma época muito bôa. parabens pelo relato, que descreveu exatamente como era nossa vida naquela época. 

    [ Enviado em 5/12/2006 por George Thomas Freire Hassenpflug - george.hassenpflug@terra.com.br ]



    Sou dessa época e morador do Brooklin Velho, morava na Rua das Margaridas, e posteriormente na rua das Hortências, lembro de quando fizeram a instação da luz a mercurio na Rua, das festas Juninas ali na Rua das Margaridas do seu Domingos, mais conehecido como MIMI, na Rua Sempe Vivas logo abaixo da Rua das Margaridas existia um grande charco, com um rio chamado de rio do cordeiro, ali nadei, pesquei Bagres , Tilapias, lambaris, ia com meu cachorro nadar, hoje Av. Roque Petroni,lembro também onde estudei no colégio Meninópolis a construção da nova quadra de esportes, onde era o cinema, piso super inédito para época era de borracha sintética e ali joguei durante muitos anos, mas uma coisa que marcou, foi meus professores, a Dna Pérola,professor de ciêcias o Moisés, Padre Albertinho, professor Marmo, e tantos mais, a esquina do colégio Beatissima Virgem Maria que tinha uma loja de brinquedos do Sr. Saib, onde meus Pais compraram o meu primeiro Autorama, tinha a casa das 3 meninas na Rua Joaquim Nabuco,e atráz da Igreja do Brooklin, um lugar onde tirei meu primeiro retrato, chamava-se Foto Kodama, quem não tirou fotografia lá, que lembranças maravilhosas, ficaria horas e horas escrevendo sobre minha infãncia tão querida.  

    [ Enviado em 1/12/2006 por leonam hernandez - leonam.hernandez@ig.com.br ]



    Moro no Brooklin, desde 1966. De algumas coisa eu também me lembrei. Que nostalgia! Hj me sinto uma estranha nesse bairro. Não conheço mais ninguém. Nem sei o nome do meu vizinho da frente. Um dos últimos, pq por aqui o comércio e os escritorios tomaram conta. Se vc tiver outras novidades, mande por favor. Adoro saber as raízes das cidades, dos bairros. As minhas raízes.  

    [ Enviado em 26/11/2006 por Maria Luiza Costa - isabertero@hotmail.com ]



    Meu avô fundou a 3a concessionária Ford do Brasil (Santa Catarina)e hoje ela se tornou a primeira ainda em atividade. Junto a isto veio um Posto da Texaco que segue a mesma história e hoje gerencio o segundo posto (dos 2)fundado por ele. Este tem 33 anos mais ou menos e estou montando um painél na loja de conveniencias que estamos abrindo fim do mês e estou a procura de várias fotos antigas referente a postos de combustíveis para montar um pequeno histórico de como as coisas começaram... vcs teriam alguma indicação ? 

    [ Enviado em 8/11/2006 por Ariane Roesler - ariane@sbs.netis.com.br ]



    Também vivi minha vida toda no Brooklin. Estudei no BVM, morei na pássaros e flores, fiz inglês na Dida, ia ao mercadinho da margaridas com a passaros e flores. Os melhores anos da minha vida estão registrados em todos os cantos e lugares desse bairro. Aviso ao sr. Marco Bertella que me lembro dele, assim como me lembro de toda a nossa enorme turminha de meninas e rapazes que faziam os bailinhos na casa do Peta. Abraços a todos os que de mim se lembrarem. Hoje tenho 46 anos. 

    [ Enviado em 6/11/2006 por sandra gnocchi caracciolo - sandra.caracciolo@uol.com.br ]



    gostei e gostaria que mandassem umas imagens para mim... grato 

    [ Enviado em 25/10/2006 por Glaubenio - glauxp7@hotmail.com ]



    que legol gostei muito gostaria de resceber muitas igual esta. 

    [ Enviado em 16/10/2006 por gilberto xavier - arvinmeritor.pa@fdn.com.br ]



    johanes, como vai ? Adorei saber que ainda esta na area. O meu apelido é Lelê e ia muito na sua casa para conversar. E o seu irmao, Joseph, está no Brasil ou continua no Japão ?? Moro, ainda, na antiga Rua Martim Francisco ( atual Rua Laplace). Não sei se lembra que na minha casa a garotada do bairro construiu um salao de festas, o Clubinho, com bailinhos, cinema, futebol e voley todas as semanas. Muitas estórias para contar... Muitos da epoca dos anos 60 e 70 ainda frequentam a Padaria Danubio Azul e a Passaros e Flores. Apareça por lá. Uma Brahma te espera, com muitas conversas sobre os anos dourados. Grande abraço. Lelê 

    [ Enviado em 6/10/2006 por jose roberto felicissimo - jrfelici@uol.com.br ]



    Luyten: Conheci sua família quando vocês chegaram no Brooklin. Vocês moravam em uma casa no fim da rua Raposo Tavares, ao lado de um terreno que dava passagem para outra rua que não me lembro o nome. Eu morava na antiga rua Humaitá, travessa da av. Morumbí. Chegamos ao Brooklin em l948. Meu pai adquiriu a casa que era de propriedade do sr. Emílio Vian que era casado com a sra. Osvalda Vian,da família Petrella/Natrielli, se não me engano. O "irmão" que é citado como lanterninha do Cine Mninópolis se chamava Mariano, um italiano "invocado prá caramba".Você não citou o Padre Luiz Gagioni que liderava os adolecentes no sentido de seguirem bons caminhos. No Colégio Meninópolis trabalhava como secretário André japonês. A dona Margarida que vendia merenda na hora do recreio e que era mãe do professor de Português, Julio Madaraz.O professor Franco, o professor Cruz, a profa, Mariana, enfim, aquelas pessoas maravilhosas que faziam do nosso querido bairro um espaço muito simpático. Os campos de várzea do Brooklin, da Caloi, do Piratininga e outros times que se formavam e depois desapareciam. As quermesses ao redor da Igreja,O Comércio da Joaquim Nabuco com a Casa Noel,O Magazine Morales, A loja de Móveis do Salomão em frente ao Danúbio, A Farmacia do sr. Roque Petroni, a Ótica Herman, Loja Facci. Na Avenida Morumbí, a Padaria Flor do Brooklin, e Bar do Serra, o Bazar e Papelaria N.S. Aparecida o Gallo Dentista, sem falar daquelas garotas maravilhosas do BWM e do Bar e Bilhar da Raquel. Tenho muito para acrescertar mas, deixo para outra oportunidade. Estudei no Meninópolis, no Mario de Andrade e no Oxford. Com esses fatos, puxaremos nossa memória e disso você consiga escrever um livro sobre o Brooklin que, para alguns, não tem história. Aquele abraço e obrigado pela oportunidade.  

    [ Enviado em 15/9/2006 por Asdrubal Ferreira dos Santos Filho - constaff2@terra.com.br ]



    Meu primeiro emprego de office boy aos 15 anos de idade em 1965 foi na Rua Joaquim Nabuco 272 éra um casarao antigo que hoje foi modificado e se tornou comercial ,tenho muitas recordaçoes da joaquim nabuco pois fiquei por la até 1971 e acompanhei todo o desenvolvimento dela, me lembro bem da mercearia onde hoje é a pernanbucanas,me lembro da relojoaria do mario ,do hamburger,do bazar que eram no mesmo predio do Aleotti onde trabalhei por 07 anos após me casar em 1972 ,frequentei muito a padaria estoril e hoje moro no campo belo e de vez em quando encontro o mendes [ um dos antigos proprietarios da desativada padaria ] tambem me recordo do dentista dr hirata que tinha o consultorio na esquina com a barao de triunfo ,no dia da inauguraçao do posto rivelino eu estive la durante a solenidade de abertura do mesmo ,me lembro tambem da agencia do banco do brasil na r princeza isabel pois eu ia muito lá efetuar pagamentos e me lembro do caixa muito atencioso chamado NegraÕ que infelismente algum tempo apos inauguraçao da agençia partiu desta vida , tinha tambem a casa mazzarella e tambem no tempo do Aleotti eu tinha amisade com o pessoal do Marcos Valente ,enfim a joaquim nabuco foi a rua qual tenho muitas recordaçoes . 

    [ Enviado em 1/9/2006 por Edson Lopes - compras@sobrosa.eng.br ]



    Sr.johannes...Parabens pelo trabalho Tenho 58 anos e estudei no Beatissima. Nào me lembro de muitas coisa mas vivi muito tempo no bairro. Um abraço Motta Se o Sr. puder informar o nome de algum professor da epoca ficarei contente. Estava na época com aproximadamente 6 ou 7 anos 

    [ Enviado em 20/8/2006 por motta - jsmotta@ibest.com.br ]



    Só quero ler mais comentarios. 

    [ Enviado em 19/8/2006 por Carlos H. G. Lochmann - masterfn@terra.com.br ]



    Sr. Johannes fui um dos primeiros alunos do Mininópolis, de 1953 até 1961, quando a escola ainda era de madéira e depois no prédio contruido com muita garra, onde cada aluno recebia uma cartel de recibos de pequeno valor, mas cada um deles valia um tijolo para a o Colégio. É uma parte da minha vida, fui aluno do "Zé Vinte" e muito corri da Dona Ida com aquela regua de 50 cm. Foram 08 anos até migrar p/ o Colégio Bandeirantes. Fui muito a catequese para ganhar a senha p/ entrada as matines do Cinema. Morei na rua Jaceru durante 16 anos a tempo de ainda jogar bola no campo da Durex com o Rivellino, bem na frente da casa onde eles moravam dentro da Durex. Dos amigos e amigas que ai ficaram ou talves até migraram para outros lugares. Hoje moro em Porto Alegre, mas todas as vezes que vou a São Paulo passo pelo Brooklin, da Av. Murumbi ao final da Joaquim Nabuco. Será interessante se todos que chegarem a ler estas materias aqui registradas trocassem email´s, quem sabe podereiamos encontrar velhos colegas de aula, bailinhos,ou até das matines onde o lanterninha era um irmão que não nos deichava sentar ao lado de uma garota, muito menos segurando sua mão.  

    [ Enviado em 19/8/2006 por Carlos H. G. Lochmann - masterfn@terra.com.br ]



    gostaria de comprimentar e dar a minha testimonhança estudei no colegio ate 1977 tenho muitas lembranças daquele tempo bom. morava na avenida morumbi depois do beatissima ,hoje casado dois filhos moramos em brescia italia parabens pela reportagem PS levei tambem beliscao da donna ida e do padre teodoro 

    [ Enviado em 5/7/2006 por marco bertella - mbrcst@yahoo.it ]



    Prezado Sr. Johannes... Tenho 45 anos, estudei no Meninopolis nos anos 60. Fui aluno da Dona Perola, uma linda mulher, loira e boazinha com seus alunos. Lembro-me ainda do Seu Oswaldo, disciplinario que pareia ter uns 2 m de altura e chegava pondo o dedo nos nossos narizes quando a gente aprontava alguma. Fui colega de turma do Renato Petrella, filho do Caetano Petrella dono da sapataria. Meu pai, Ronaldo Zanetti e meu avô, Ernesto Zanetti, fequentadores assiduos da Danubio eram donos do posto de gasolina Atlantic na esquina de Sto Amaro com Joaquim Nabuco, vendido depois para o Rivellino. O seu Nicola Rivellino era muito amigo do meu pai e jogavam no mesmo time de futebol no Indiano, o famoso Pegnarol, campeao de 1967. Dos hamburguers lembro-me muito bem do Chicohamburgers na Sto Amaro. Cito aqui tambem a empresa de onibus Marcos Valente e o querido motorista seu Rubens que nos tratava com muito carinho e dedicação, pois nao era fácil dirigir com aquela molecada fazendo tanto barulho. Se eu for escrever a respeito nao terá fim. Deixo aqui meu abraço para o Sr. e se precisar tenho algumas fotos antigas do posto de gasolina e umas fotos de vista aérea da região dos anos 50, inicio de 60 mais ou menos. Morro de saudades daquela época quando Sao Pauo ainda era Sao Paulo. Um grande abraço 

    [ Enviado em 29/6/2006 por Rogerio Zanetti - gecozanetti@hotmail.com ]



    Prezado Sr. Johannes... Tenho 45 anos, estudei no Meninopolis nos anos 60. Fui aluno da Dona Perola, uma linda mulher, loira e boazinha com seus alunos. Lembro-me ainda do Seu Oswaldo, disciplinario que pareia ter uns 2 m de altura e chegava pondo o dedo nos nossos narizes quando a gente aprontava alguma. Fui colega de turma do Renato Petrella, filho do Caetano Petrella dono da sapataria. Meu pai, Ronaldo Zanetti e meu avô, Ernesto Zanetti, fequentadores assiduos da Danubio eram donos do posto de gasolina Atlantic na esquina de Sto Amaro com Joaquim Nabuco, vendido depois para o Rivellino. O seu Nicola Rivellino era muito amigo do meu pai e jogavam no mesmo time de futebol no Indiano, o famoso Pegnarol, campeao de 1967. Dos hamburguers lembro-me muito bem do Chicohamburgers na Sto Amaro. Cito aqui tambem a empresa de onibus Marcos Valente e o querido motorista seu Rubens que nos tratava com muito carinho e dedicação, pois nao era fácil dirigir com aquela molecada fazendo tanto barulho. Se eu for escreve a respeito nao terá fim. Deixo aqui meu abraço para o Sr. e se precisar tenho algumas fotos antigas do posto de gasolina e umas fotos de vista aérea da região dos anos 50, inicio de 60 mais ou menos. Morro de saudades daquela época quando Sao Pauo ainda era Sao Paulo. Um grande abraço 

    [ Enviado em 29/6/2006 por Rogerio Zanetti - gecozanetti@hotmail.com ]



    Sr Johannes, Estou tentando encontrar informações históricas sobre o comércio do Brooklin - Ruas Joaquim Nabuco, Princeza Isabel, Barão do Triunfo e Bernardino de Campos. Será que o senhor poderia me ajudar, me fazendo um relato do que existiu nos anos 60, 70 e 80 neste trecho, que foi revitalizado recentemente? Desde já agradeço. Carlos Alberto Lopes  

    [ Enviado em 26/6/2006 por Carlos Alberto Lopes - carlos.a.lopes@terra.com.br ]



    salvando a diferença de geraçoe, estou chorando de saudades de tudo o q. escriviste.cresci no brooklin e vivi quase tudo o q. falaste.rua das acácias hoje passaros e flores, o colegi bvm e o meninópolis.o bradesco a kibon, meu deus q. delícia, q. saudades, obrigado p. essa história tao linda. 

    [ Enviado em 23/6/2006 por sandra monllor - sanmonllor_7@hotmail.com ]



    parabéns Sr. Johannes pelos relatos que me fizeram lembrar dos tempos que morei na parada Petrópolis no início da década de 50 quando se atravessava o Clube Banespa livremente para ir até a Av. Sto. Amaro. Lembrei também que as vezes me via em situação de medo quando tinha de madrugada ir às margens do ribeirão Cordeiro buscar erva-prata, numa daquelas chácaras, para atender a crise de rins do tio com quem eu morava. Ainda bem jovem tinha muita dificuldade em falar ao telefone naquele armazém de secos e molhados que havia na Joaquim Nabuco com a linha do bonde, o telefone antigo daqueles pregado na parede, de bocal, tinha um banquinho para os baixinhos alcançarem o bocal. vindo da zona rural, caípira, e com pouco traquejo social demorei muito para me relacionar com os vizinhos, na maioria de origem germânica,e as primeiras amizades foram com uma moça russa e uma alemã.uma vez por semana ia buscar água na mina perto de casa, naquele tempo já tinha o nome de "Água Petropólis. abraços. 

    [ Enviado em 16/4/2006 por turan bei - turanbei@hotmail.com ]



    Sr.Johannes,seu texto sôbre nosso bairro é mesmo muito bom.O sr. não se disporia tb. a escrever sôbre os bons restaurantes do Brooklyn,como Bayuvar,Rubayat,Kobes e tantos outros,de fino trato,que por aqui passaram? Saudações. Luiz Simões. 

    [ Enviado em 6/12/2005 por Luiz Simões - faleconosco@saopaulominhacidade.com.br ]



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