:: Rua Augusta, parte II ::Categoria: São Paulo da cultura, gastronomia, lazer e oportunidades Autor(a): Doris Day | história publicada em 2/2/2007
Caros leitores, se eu me esqueci de escrever alguma coisa sobre a Augusta, me contem.
Pois bem, tenho saudades do tempo em que freqüentava essa rua. Além da história que já contei, sobre meu fusquinha café-com-leite que morreu na ladeira da Augusta, me lembro de muitas outras coisas. Em 1971, estava desempregada e meu irmão propôs uma sociedade numa boutique na Galeria Ouro Fino. Éramos dois durangos, não tínhamos dinheiro algum, só sonhos! Pedimos emprestado dinheiro com meu pai (coitado, ajudou tantas vezes seus filhos...), fomos à casa de um tio pedir para ser fiador (que coisa mais desagradável pedir esse tipo de favor...), compramos uns móveis usados lá do Hospital do Câncer e pronto, fomos com a cara e a coragem montar a boutique. Ela ficava na sobreloja, ou seja, subindo a escada rolante, ficava do lado esquerdo, ao lado de uma loja de uma senhora que confeccionava chapéus femininos. Era famosa. Meu irmão tinha talento para moda, mas talento nenhum para negócios. Eu apenas tinha boa vontade. Me lembro que comprávamos algum tecido na casa Etoile (loja com tecidos de muito bom gosto) e mandávamos confeccionar. Me lembro que as mulheres gostavam muito dos modelos, mas a produção era pequena e o que vendíamos não dava pra pagar o aluguel. Acho que ficamos uns cinco meses e depois fechamos. A boutique levava o meu nome e infelizmente esse sonho gorou. Mas nesse tempo, andava muito pela Augusta, antes da boutique, e depois dela. Me lembro bem das lojas da Galeria Ouro Fino. Uma delas eu não esqueci: era a loja Blow Up, onde havia roupas do estilo da grife Bibba (inglesa). Roupas extravagantes e de um gosto refinado. Os produtos para maquiagem da Bibba eram deliciosos. Era o tempo em que as mulheres pintavam muito os olhos, com muitas sombras coloridas e cílios emplastrados de rímel. Estilo Twiggi (é assim que se escreve??) E por falar em produtos deliciosos, me lembro da loja da Rastro. Adorava seus perfumes e até pouco tempo usava a colônia. Agora não encontro mais. Só o desodorante. Tinha, também, a loja Prado de cristais. Ficava babando na vitrine com seus produtos lindíssimos. Mais acima tinha uma boutique que gostava muito de olhar a vitrine (dinheiro para as roupas eu não tinha). Era a Lui e Lei. Do outro lado da calçada tinha a loja de discos Hi-Fi. Ali entrei várias vezes pra "fuçar" discos dos Beatles e outros. Havia um bar (ou era boite?), perto do Hi-Fi, não me lembro o nome, onde serviam drinques bem coloridos e sucos diferentes. Acho que era Bilboquet o nome. Nos anos 70 era comum encontrarmos lojas de produtos indianos, afinal era a época dos hippies. Adorava ficar olhando tudo: batas, colares, brincos, incensos, sandálias coloridas, roupas com brilho, tudo enfim. Lanchinhos no Frevinho, no final do passeio ou, então, um Hot-Dog em frente ao cine Astor, o melhor que já comi na minha vida. Não tinha igual. Depois dessa época surgiram os Shoppings Center, mas nada melhor do que andar a céu aberto e curtir tudo o que a vida nos proporcionava na Rua Augusta. Onde tudo acontecia! Ou não. |
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:: COMENTÁRIOS :: Vivi esta história muitas e muitas vêzes. Que época maravilhosa!Anos 60/70, nunca mais voltarão! Mas nas lembranças de minha memória, continuam vivos até os cheiros da época, inclusive do perfume Rastro que hoje nem de longe é o mesmo. Outro frasco, outro aroma, mas o do Rastro original, minha memória tem o perfume registrado e consigo até senti-lo como se o estivesse usando. Que pena! Devem ter perdido a fórmula original, mas valeu a intenção. Continuo em outra página, está acabou. [ Enviado em 21/8/2010 por MARIA ELIZABETH - mariaelizabethng@gmail.com ] O Perfume Rastro voltou a ser vendido. Vc o encontrará nas Perfumarias Sumirê. Já comprei um monte..... rs rs rs [ Enviado em 15/4/2010 por Roseli - rfbzi@uol.com.br ] SOU DE SÃO PAULO, NASCI NO BAIRRO DA BELA VISTA, DESCENDENTE DE ITALIANO,PORTUGUES,ESPANHOL E SIRIO LIBANES, MEUS AVOS TODOS ESTRANGEIROS... CRIADA NO BAIRRO DO ALTO DA BOA VISTA,CHACARA SANTO ANTONIO E JARDIM CEDRO DO LIBANO....TENHO ORGULHO DESSA CIDADE...SOU PAULISTA SIM COM MUITO ORGULHO ME FIZ PROFISSIONALMENTE , REPRESENTANTE DE VENDAS DENISESPECIAL REPRESENTAÇÕES.....VIVA SÃO PAULO [ Enviado em 31/3/2010 por DENISE APARECIDA PEREIRA DE ALMEIDA - DENISEAPALMEIDA@HOTMAIL.COM ] que vontade de voltar para aqueles anos,mas voce esqueceu dos cinemas picolino,majestic,paulista,etc [ Enviado em 21/12/2009 por joel csscaldi filho - joelcasscaldi@ig.com.br ] O bar chamava Mondo Cane,com seus drinks estravagantes. [ Enviado em 19/9/2009 por karlos - kadudox@terra.com.br ] SIM SOU FILHA DO MAIOR QUIMICO DA PERFUMARIA RASTRO, QUEM CRIOU TUDO DR SILVIO PEREIRA DE ALMEIDA, RESPONSAVEL PELAS CRIAÇÕES JUNTO COM APARICIO BASILIO DA SILVA E JOÃO CARLOS BASILIO DA SILVA., RECEBEU UM PREMIO NA CIDADE DO MEXICO ATRAVES DA RASTRO COMO O MAIOR QUIMICO COSMETICO DA AMERICA LATINA PELA LOJA DA AUGUSTA E EMBALAGENS , OLEO DE BANHO,SABONETE GLICERINADO, SAIS DE BANHO, VELAR PERFUMADAS, CHACHES.,PERFUME OURO CRIADO PARA O APARICIO UM GRANDE ABRAÇO DENISE PEREIRA DE ALMEIDA [ Enviado em 6/7/2009 por DENISE APARECIDA PEREIRA DE ALMEIDA - DENIAPA@TERRA.COM.BR ] Olá,sou um corretor de imoveis e a 10 anos trabalho no jardins,adorei sua historia parabens.alugo muitos imoveis na Augusta e tb adoro andar la [ Enviado em 16/4/2009 por Marcio - marcioconsultor10@yahoo.com.br ] Nossa!não pensei que tinha passado tanto tempo. Vocês lembram que quem ia ao litoral antes passa va na Augusta p/comprar os modelos mais legal de biquini do Rio?Era bábaro descobrir naquelas galerias lindos objetos, discos e muita roupa transada.A Augusta voltou a ter algumas lojas interessantes próximo da Lorena e Oscar Freire( no quadrilátero do luxo).Ainda tem algumas galerias legais e uma em especial:Villa San Pietro no 2542.É super charmosa,tranquila e cheia de coisas lindas. Eu recomendo [ Enviado em 31/3/2009 por Dulce - dulcecastilho@uol.com.br ] Eu tenho muitas lembranças da Rua Augusta, eu morava na Rua Padre João Manuel quase esquina da Rua Oscar Freire, nasci alí e alí morei até por volta de 1968 quando casei. Estudei no Colégio Paes Leme, Rua Augusta esquina da Av. Paulista e no Colégio São Luiz, esquina da Av. Paulista com Hadock Lobo e Bela Cintra. Na Rua Augusta tinhamos praticamente a nossa vida, Cine Paulista, praticamente na esquina da Rua Oscar Freire, Importadora Santa Luzia, na esquina da OPscar Freire, Panificadora Columbia, esquina da Rua Estados Unidos, Casa Capricho a primeira loja de brinquedos da Rua Augusta, Sport Augusta, a primeira loja esportiva da Rua Augusta, Restaurante Porta D'Oro, Drogasil, Colchoaria Bettoni, do João Bettoni, Banco da América, onde trabalhei alguns anos, Kopenhagen, Hot Dog servia sanduiche de salsichas numa caixinha de papelão com batatas chips, mini golf, tudo isso ficava entre a Rua Oscar Freire e Rua Estados Unidos, na Rua Oscar Freire tinha a Barbearia (homens) do Rafael, muito famosa, lá que os jogadores do São Paulo cortavam cabelo, era visinha do Lanches Frevo que existe lá até hoje e o gerente, não me lembro o nome é o mesmo a 50 anos. Na Oscar Freire teve também o cabeireireiro Waltinho (mulheres)e também foi alí o primeiro Atelier de Alta Costura do Clodovil. Tinha muita coisa boa por lá, na época tinham as Meninas da Rua Augusta, todas meninas novas que faziam a festa dos rapazes que lá frequentavam. Existia o Bazar do Luster que era muito conhecido pela rapaziada da época, e todos compravam material escolar lá. A Loja de Discos HI-FI, que era do Durval, tinha em cima uma Boate com o mesmo nome HI-FI onde iamos com as respectivas namoradas. A Loja da Rastro cujo gerente foi por muito tempo um amigo meu o Edgar, naquela época a rua ainda tinha os trilhos do bonde que um dia passou por lá e algumas vezes a rapaziada se juntava na esquina da Al Santos e jogava gasolina nos trilhos e ateavam fogo, isso sempre na madrugada, era uma loucura ver o fogo descer correndo a rua e os carros que eram muito poucos,saindo para cima das calçadas. Teve um final de ano que as lojas da Rua Augusta se cootizaram e carpetaram toa a extensão da rua entre a Alameda Santos e Rua Estados Unidos, com carpetes em placas nas cores azuil e vermelho, ficou linda e todos os dias passava um carro da Rastro que borifava toda a rua deixando assim aquele perfume. Foi uma forma de propagar a marca, era o início da Rastro. Enfim eu vivi muito tempo por alí e ficou bem marcado em minhas memórias. Além de tudo que já falaram, existia ainda o EL MORROCO que era uma casa de lanches/restaurante onde a juventude se reunia todas as noites. Do outro lado da Avenida Paulista, tinha os cinemas Picolini, Magestic, Regência e Maracha. Na primeira quadra tinha o Colégio Paes Leme, vizinho tinha o Lanches Frevinho, em frente tinha a fábrica do Pão Pullman, na Rua Luiz Coelho teve uma Boate que era do Roberto Luna, cantor da época. Essas boates eram frequentadas por todos os cantores da época, que iam passar momentos agradáveis e nos presenteavam com músicas, um frequentador assíduo era o Moacir Franco. Bom vou parar por aqui, porque se ficar me lembrando fico algumas horas ou talvés alguns dias contando sobre aqueles dias felizes. Um abraço a todos [ Enviado em 15/12/2008 por João Augusto Jordão - jordaojoaoaugusto@hotmail.com ] Oi!! Tudo bem? Estou procurando se ainda e fabricado Rastro Augusta 2223. Usei muitos anos e gostaria de obter outra vez ou quem sabe a formula. Vc poderia me responder? Grata, Angela [ Enviado em 28/8/2008 por angela - sgnrs@aol.com ] A sua história é minha também. Fiz tudo isso mesmo morando aqui em Amparo. Adorei. [ Enviado em 12/7/2008 por DENISE - denisenobrega@amparo.sp.gov.br ] Prezados, Comecei essa minha pesquisa procurando a fórmula do perfume Rastro, que foi criado pelo Aparício e que era a grande sensação da época, em conjunto com outros perfumes masculinos o Pino Silvestre e o Brut.Outra contribuições para a memória da Rua Augusta do anos 70, são os sapatos feitos a mão na La Pizzanina e Adriano.Era o máximo vc mesmo criar o modelo de seu sapato, desenhá-lo e mandar para o Adriano fazer, que era um Italiano louquíssimo.Havia uma outra loja de sapatos masc. na Galeria Ouro Fino que era Rue de La Paix, se não me engano, que lançou os sapatos masc. com couro veriz preto.Loucura vc chegar num "bailinho" com pisante novo e diferente dos demais.O lanche no Yara era o máximo, como já disseram.Havia um outra loja do Yara na Av. Santo Amaro.Matei mta aula lá, esperando o tempo passar com a namoradinha que fatalmente vc escrevia seu nome e o dela no assento, na mesa, parede ou aonde desse na loja.E, os cigarros americanos que eram vendidos naquele bar em frente ao Cine Astor.Eles vendiam tb, isqueiros Ronson, Zippo e ainda tb umas bolinhas de Ginseng.POr falar em bolinha...era o barato da época.Eu morva no Brooklin e fazia parte da Turma do Danúbio, que tinha como ponto de encontro a Padaria Danúbio Azul, na esquina da Santo Amaro com Rua Joaquim Nabuco.Todo sábado a noite a galera se encontrava e saía para as festinhas ou para dar uma racha na Av. Morumbi.Brigas em festas era o que não faltava.Não tinha uma que não se arrumasse encrenca com os outros convidados da festa e quebrasse um pau...rs/Eu estudava no Colégio Santo Agostinho na Liberdade e "parava" em frente ao Colégio Maria Imaculada, na Bernadino de Campos,encontrava a gata e ía para a Augusta... Ficávamos por lá até ao meio dia.Depois um lanchinho no Frevinho e depois, pra casa... Era um tempo maravilhoso onde podíamos de tudo, sempre...Abraços [ Enviado em 31/1/2008 por Alex von Uslar - hans.von@uol.com.br ] Ao lado do Cine Paulista ( era na esquina da Oscar Freire, no mesmo espaço hoje ocupado por uma galeria). Depois da Av.Paulista, a Augusta tinha 3 cinemas: Picolino, Majestic e Maracha.Do lado direito do Cine Paulista ficava o "Hot Dog", o primeiro "fast food" da cidade. Só tinha 2 opções de sanduiches: o cachorro quente e o hamburguer ( acho que nem o cheesburguer tinha). Acompanhamentos: batata chips ou molho vinagrete. Nada de refrigerantes: só suco de uva ou de laranja. O melhor era o "hot fudge nut": sorvete com calda quente e paçoca. Concorrendo com a Hi-Fi tinha a loja de discos "Eletroarte", quase esquina da Al Franca. Sabado ao meio-dia, era o ponto de encontro depois das aulas no Dante Alighieri. A loja mais "avançada" que se abriu na Rua Augusta era a "Drugstore", entre a Franca e a Itu. Uma mistura de moda e design. Só teve uma competidora: uma outra loja , que não ficava na Augusta e sim na Al.Lorena, entre a Augusta e Hadock Lobo , que se chamava, se não me engano, "As ultimas nuvens coloridas do céu de Angelita". Meu pai teve no número 2.414 uma loja chamada "Menina e Moça", de roupas femininas. Por anos, foi um sucesso, enquanto não enfrentou a concorrencia dos Shoppings. Tinha provavelmente a melhor loja de brinquedos da cidade chamada "Ludy", entre a Franca e a Tiete. Passava horas olhando suas vitrines e prateleiras. [ Enviado em 14/9/2007 por Israel Beigler - beigler@attglobal.net ] nos anos 70 a 87 mais ou menos HAV IA NA RUA AUGUSTA A MAIOR BOATE GAY DO BRASIL CHAMAVA-SE "MEDIEVAL" ÉRA LINDA O CHIQUE ÉRA FICAR NA PORTA E VER VÁRIOS ARTISTAS QUE ERAM GAYS ENRUSTIDOS ENTRANDO NA BOATE, E TAMBEM A WILSA CARLA DECENDO A RUA AUGUSTA EM CIMA DE UM ELEFANTE PARA ENTRAR NA BOATE, ÉRA LEGAL. PERFUMARIA RASTRO FUI AUDITOR DELES O DONO ÉRA O APARICIO QUE MORREU ASSASSINADO POR UM GAROTO DE PROGRAMA, TAMBEM NUNCA MAIS VI O PERFUME RASTRO. [ Enviado em 19/7/2007 por rubens rosa - rrosa49@yahoo.com.br ] Frequentadora assídua daquela Rua maravilhosa.lembrei.revivi cada detalhe! Tinha também a casa de chá "Yara", com aqueles bancos laterias fazendo uma alusão as lanchonetes americanas, tudo era um chrme só! Lembro também da loja chiquérrima que alugava chapéus sim, minha mãe -cansou de alugar lindos chapéus e "capelines" um tipo de chpéu mais leve!O Rastro ainda é fabricado pela DM- Monange - achei um 3 vidros no suoermercado Pastorinho! Lembrar e reviver... Bom demais! [ Enviado em 12/5/2007 por Marisa Sarmento - sarmentos@uol.com.br ] REDAÇÃO NOTA 10. NÃO TIVE VIVENCIA NESTE LOCAL,MAS DA MANEIRA DESCRITA É COMO SE TIVESSE ESTADO LÁ. PARABÉNS [ Enviado em 25/3/2007 por LAURI NORONHA - lauri.noronha@ig.com.br ] Na rua Augusta tinha que ter nome estrangeiros e pomposo, por isso não deu certo. Por exemplo: Messiê Madan Doriê Française. [ Enviado em 3/2/2007 por Mario Lopomo - mlopomo@uol.com.br ] Pois é, essa era a nossa rua Augusta, mesmo depois de casado, nos anos 70,continuei frequentando-a e trabalhei numa Construtora ao Lado dessa galeria. Grandes memórias [ Enviado em 3/2/2007 por Miguel S. G. Chammas - misagaxa@terra.com,br ] na esteira do cometa Beatles, vieram outros, como: Novos Bahianos, Doces Barbaros, Tropicalistas, Mutantes(os precursores), e a Augusta era a passarela desses psicodélicos! [ Enviado em 2/2/2007 por turan bei - turanbei@hotmail.com ] Doris. A tua Augusta é da década de 70? A minha, recua até a década de 50. Eu namorava numa casa de chá chamada Yara, onde as paredes eram revestidas com belos painéis de madeira, todos eles cortados com canivetes ou similares, inserindo inscrições tipo: Lary e Jaqueline estiveram aqui em 7 de julho de 1951, e havia corações, flores, centenas de outras inscrições. O chá era ótimo, e a torta de maçã, uma delicia. A minha Augusta tinha um cinema (Cine Paulista?), quase na Estados Unidos. Reformado inteiramente, foi destruído pelos jovens freqüentadores, quando exibiu o filme Sementes da Violência, cujos créditos eram acompanhados por uma espécie de música totalmente nova e alucinante: Rock Around the Clock, por Bill Haley e seus Cometas. Minha namorada chegou a rasgar o pano da poltrona com as mãos, totalmente alucinada. Era o tal do Rock and Roll!!!! [ Enviado em 2/2/2007 por Lary Coutinho - Lary.Coutinho@terra.com.br ] Cara Doris, enviei-lhe por e-mail um artigo meu sôbre o belo Cine Sta. Cecília, e fiquei sem saber se vc. o recebeu. Abs. [ Enviado em 2/2/2007 por Luiz S.Saidenberg - saidenberg@ajato.com.br ] |